por Diedra Roiz
Vamos ser realistas: nem só de flores e de momentos cor de rosa é feito um relacionamento.
A perfeição não existe. Vida a duas é uma tentativa de dois universos completamente diferentes entrarem num consenso. Impossível evitar que atritos e desentendimentos aconteçam. Faz parte do próprio processo de encaixe, adaptação e vivência.
Vocês devem estar pensando: semana passada ela veio falando sobre encontrar a mulher ideal, amor perfeito e agora esse balde de água fria na cabeça?
Na verdade, essa é uma continuação do tema. Porque de que adianta encontrar se não conseguirmos manter?
Sejamos sinceras: a maioria dos relacionamentos não resiste à realidade do cotidiano, da repetição, do dia após dia. Mas por que isso?
Talvez por esperar que a outra sempre concorde e ceda?
Precisamos aprender a ceder também.
Um relacionamento é como aquele número de equilibrar pratos. Sempre tem um caindo, precisando de uma manutençãozinha. O equilibrista não para, o movimento é contínuo.
Talvez por desde o começo acharmos: detesto isso, mas posso fazer ela mudar?
Sejamos realistas: a única pessoa que eu posso transformar (e ainda assim, como é difícil!) é a mim mesma. A outra pessoa vai mudar se quiser e pode ser que isso nunca aconteça.
Ou porque achamos que estamos sempre certas?
Eu confesso: sou uma pessoa muito, mas muito difícil mesmo. Não sei como a ruiva me atura. Tem que ter muita paciência, muita benevolência.
Mas as coisas se ajustam, se ajeitam. Dou um único exemplo:
A primeira vez que a ruiva entrou no meu quarto, estava escrito na cara dela:
- Meu deus, o que é isso? Quero sair daqui correndo!
Como me confessou depois, ela se assustou mesmo. Quase não teve uma segunda vez.
Eu não a culpo: parecia que o Apocalipse tinha acontecido ali dentro.
Ela não disse nada. Digo e repito:
- Mulher esperta, cheia de sabedoria!
No dia seguinte arrumei o quarto inteiro. E nunca mais fiz um caos daqueles (amor, você sabe que eu tento…) .
Fiz para agradar? Naturalmente. Mas é muito mais do que isso. Um pequeno reflexo de toda a preocupação e cuidado que temos com a mulher que amamos.
Não se enganem. É nas pequenas coisas, nos detalhes, no acabamento que a verdadeira batalha do cotidiano acontece. E se os ignoramos, a perdemos.
Seria mais fácil se namorássemos ou casássemos com pessoas mais parecidas com a gente? Uma que não ligasse para o quarto bagunçado? Não mesmo! Atualmente eu já não conseguiria viver numa bagunça daquelas…
Viver a duas nos traz mudanças, evoluções, melhoras que talvez a sós nunca acontecessem. Basta nos permitirmos. E querermos.
Eu, particularmente, acho que o princípio fundamental da “alma gêmea” é ela ser complementar (ter exatamente aquilo que eu não tenho) e não idêntica.
Brigas, discussões, desentendimentos.
Períodos de frentes frias, alterações nos ventos, chuvas intensas…
Fazem parte. O céu não pode ficar azul e ensolarado o tempo inteiro.
O meu mestre, o doutor Daisaku Ikeda define maravilhosamente bem:
“Em nossas vidas há momentos de alegria e de sofrimento. Se conseguirmos entender que sempre haverá bons e maus, poderemos gradualmente passar a não esperar somente bons momentos e nem a detestar os maus.”
Isso não é perfeito para relacionamentos?
Todos os períodos são válidos, todos acrescentam. Só depende de como os encaramos.
Acho que a busca do equilíbrio é o importante. Prestar atenção, cuidar, não deixar o prato cair e quebrar. Isso sim, deve ser constante.
Que os momentos de céu azul aconteçam bastante. Regularmente.
A regra e não a exceção. Que estejam nas pequenas coisas. Ou em instantes em que nada aconteça. Simplesmente por estar ali, com “a” pessoa. Curtir cada momento.
E que os de tormenta não sejam excessivamente agressivos nem torturantes ao extremo.
Pelo contrário, que sejam bem-vindos porque… Para superá-los, precisamos nos tornar maiores do que eles. E a única forma disso acontecer é: crescendo.
Eu divido os tempos de tormenta em quatro: nublado, tempestuoso, tsunami e nevando. São eles:
1- NUBLADO: tem dias que a gente não acorda bem. Não precisa ter um motivo definido. Pode ser por TPM, estresse, aborrecimentos no trabalho, preocupações com a família… Esses dias simplesmente acontecem.
Só vejo duas opções (não estou dizendo que não existam outras):
a) Evitação = não encontra comigo nesse dia. E se segura muito ao telefone.
Claro que num casamento isso não é possível.
E num namoro, o fato de você dizer: “hoje tô cansada, prefiro ficar sozinha” pode me fazer pensar coisas muito piores.
b) Ser sincera = sempre acho essa a melhor das opções.
Diz logo:
- Tô de TPM!
ou
- Tô num mau humor incrível!
Se você avisou, eu não posso reclamar depois. Além disso, já vou ficar alerta, e tomar o maior cuidado possível.
2- TEMPESTUOSO: É aquele do tipo: sai de baixo!
Você está aborrecida por algum fato concreto. Mesmo que seja a maior bobagem, do tipo: deixei pratos sujos na pia ou esqueci de tirar os cabelos e eles tão entupindo o ralo do chuveiro.
A primeira coisa que você vai dizer é:
- Tá vendo? É exatamente disso que eu tô falando: isso não é bobagem!
E viva a diferença!
Esse estado ainda é controlável. É opcional, entende?
Sinceramente? É o momento em que falar da forma errada faz com que se perca completamente a razão, por mais que você a tenha.
Por isso, é preciso ter muito cuidado. Se segurar mesmo.
Falar da forma certa para que eu te escute. E para evitar uma briga mais séria.
Por outro lado, quando estamos irritadas desse jeito, é muito difícil ter esse cuidado. É, eu sei. E como eu sei…
Inevitavelmente acabamos fechando a cara, ou dizendo coisas que depois nos arrependemos.
Por isso o esforço aqui tem que ser redobrado. Ou… acabamos passando para o próximo tempo:
3- TSUNAMI: A Tsunami é perigosa. Bombástica. Destruidora. Seus danos são irreversíveis. Não devemos permitir que aconteça!
Impossível passar por ela sem desastres terríveis. Gritos, tapas, puxões de cabelo e até objetos voadores não identificados. Evitar é preciso!
Estamos aqui falando de uma forma light e bem humorada, mas… não tem nada de engraçado. Aliás, não existe nada pior do que isso.
A total falta de respeito pela outra e por nós mesmas. Não leva a nada, além de arrependimento.
Esmurrar o ar é uma coisa. Esmurrar uma mesa já é outra. Esmurrar uma pessoa… Bom, não preciso dizer mais nada, não é mesmo?
Tsunami é o fim. Se não do relacionamento, da magia dele.
Um vaso colado onde as rachaduras são visíveis. E que se torna frágil e fácil de se partir em pedaços novamente.
4- NEVANDO: Imagine um frio de menos 40 graus. E um branco infinito, até onde os olhos alcançam. Branco ofuscante e gélido e mais nada. Deserto de neve.
Para mim, que adoro falar, não existe nada pior. Na verdade eu não consigo permanecer nesse tempo por mais do que o que? Cinco minutos?
Mas é isso: cara fechada, frieza glacial, sem uma palavra.
A outra se sente um mosquito. Ou um nada.
Para quem faz isso, só tenho uma coisa a dizer: é horrível!
Machuca. Dói. E depois dá raiva. Vontade de estar com qualquer outra pessoa em qualquer outro lugar.
Seja lá qual for a intenção: Não funciona!
Só faz com que o relacionamento esfrie, que as duas se distanciem ainda mais.
Existem formas de se reverter o efeito “Icewoman”?
Com certeza!
Basta você esquentar a ponto de derreter o gelo. Com flores, chocolate, sair para jantar ou tomar uma cerveja, ser descarada e agarrar, roubar beijos, por mais que ela te empurre e rejeite.
Se ela não voltar a aquecer completamente pelo menos vai ficar na temperatura ambiente.
Mas eu sou chata. Sem semancol. Tento levar tudo na esportiva. Na cara de pau mesmo. E nem todo mundo é – nem tem que ser – desse jeito.
Claro que tem dias que a minha auto-estima está em baixa, que também estou de TPM, ou num momento mais deprê.
Aí não tem jeito. Fica no gelo mesmo. Derrete com o tempo.
Brincadeiras à parte, o que seria importante frisar sobre esse tema?
Que um relacionamento é como o mar: nunca podemos dar as costas para ele.
Nem por um momento.
Mais do que isso: as vezes ele está calmo, às vezes a bandeira está vermelha.
Temos que saber navegar, não importa o tempo.
Atravessar todo o tipo de onda: as mansas e as ameaçadoras. Não tem outro jeito.
Tentar enxergar através das lentes da outra, entender um pouquinho que seja o que ela sente. Cuidar, agradar, tentar suavizar, contemporizar os problemas.
Às vezes ser a comandante do navio, mas não sempre. Trocar, permitir, ceder. Lavar o convés também.
Insistir para não morrer na praia. Resistir para ultrapassar a tormenta. Por mais que nos dê vontade de abandonar o barco na hora em que o tempo fecha.
Mas pensa bem: é exatamente aí que é preciso quatro mãos para segurar e firmar o leme. Se uma desistir, perde o rumo, ou pior: afunda!
Se nosso barquinho está ali – por mais revolto que o mar esteja – é porque quer, agüenta, e acima de tudo: vale a pena!
Diálogo, compreensão, amor. Vencer traumas, hábitos, recalques, barreiras.
A inspiração = 10%. Os outros 90% = suor. Trabalho árduo, mas que definitivamente compensa.
Só assim, com essa certeza, é possível usufruir, saborear, saber aproveitar a imensidão azul com que o amor nos presenteia de forma plena.


















Tem sempre umas dicas, que podem ser seguidas à risca ..
rsrsrs….sem tirar nem por…
bjsss…linda…sempre um texto maravilhoso
Bom mais uma vez sem palavras…
Sabe que enquanto eu lia o texto de hoje de tudo que disseste (que eu acho 100% correto) me fez lembrar deste texto…
“A Folha de papel”
Quando criança, por causa de meu carácter impulsivo, tinha raiva à menor provocação.
Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado.
Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas, depois de uma explosão de raiva, e entregou-me uma folha de papel lisa e me disse:
- A M A S S E – A!
Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha.
- Agora, deixe-a como estava antes. Voltou a dizer-me.
Óbvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentasse, o papel continuava cheio de pregas.
O professor me disse, então:
- O coração das pessoas é como esse papel. A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados.
Assim, aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro daquele papel amassado.
A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar.
Quando magoamos alguém com nossas acções ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas é tarde demais…
Alguém já disse, certa vez:
- Fale somente quando suas palavras possam ser tão suaves como o silêncio. Mas não deixe de falar, por medo da reação do outro. Acredite, principalmente em seus sentimentos! “Seremos sempre responsáveis pelos nossos actos – nunca se esqueça”
Olha para mim, não existe sensação pior do que saber que eu disse algo que magoou a quem eu ame (seja companheira, familiar, amigo), isso me causa um grande mal, e olha que não sou nada fácil, mas me esforço sempre!
Grande beijo e até semana que vem
FOI UM ÓTIMO TEXTO PARA REFLETIRMOS EM COMO CONDUZIR NOSSOS FUTUROS RELACIONAMENTOS.
PARABÉNS, BEIJOS E UM ÓTIMO FINALDE SEMANA…
No dia seguinte arrumei o quarto inteiro. E nunca mais fiz um caos daqueles (amor, você sabe que eu tento…).
PARABÉNS E CONTINUE NOS PRESENTEANDO COM BELAS PALAVRAS.
BEIJOS E BOM FINAL DE SEMANA.
(até a próxima semana)
Olha Di, eu tomei a libertadade de deixar um recado pra ti lá no teu orkut, é sobre umas dúvidas relacionadas a tua religião, quando puder, se não for te importunar demais, tu repondes pra mim, please!!
rsrsrsrsrs…
Mil bjs e obrigada desde já.
Uy Silva.
realmente a vida a duas n eh nda facil.. conviver com as diferenças.. saber respeitar o espaço da outra.. ceder nos momentos certos.. sao tarefas que requerem o maximo da nossa atençao.. dedicaçao e esforço..
+ sempre depois dakele dia chuvoso.. o sol volta a nascer, brilhante e unico no ceu..
amei a cronica.. realmente essas sao verdades q fazem parte d qualquer relacionamento..
parabens anju..
otimo fds pra ti.. ateh a proxima semana.. bjssss
beijos!
Dá trabalho, sim, manter um relacionamento.
Construí-lo pode até, ser fácil, pois tudo parece conspirar…
A receita ideal não está disponível e desconheço se existe, mesmo.
Alcançar o equilíbrio é importante e todo esforço dispendido vale a pena.
É…sempre arrasando né?
Viver a duas… Nossa…Ainda é meu sonho acredita? Ainda não encontrei niguém que esteja disposta “às vezes ser a comandante do navio, mas não sempre. Trocar, permitir, ceder. Lavar o convés também.”
Muito pertinente seus artigos… Sempre trazem à tona assuntos que conversamos em mesa de bar com um amigo…
Muito bom… Mil beijos e até…
Espero ansiosa pela quinta feira…só pra ter o prazer de ler uma coluna tão boa quanto a sua…só tenho a agradecer por você escrever com o coração..é o que torna tudo que você escreve tão fantastico.
Beijo grande!
Ah, FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!… Arrá! Urrú! Diedra, eu vou comer o seu pudim!… (bolo está ultrapassado… kkkkkkkkkkk)
Beijos…
Parabéns, Di! Toda felicidade do mundo pra vc, miga!
Bjus
=*
Quando leio tua coluna sempre penso: Como ela consegue captar os nossos pensamentos e até nossa maneira de ser; e colocar as palavras divinamente… penso exatamente da maneira que colocaste tão bem nas linhas acima, mas e o dom da palavra isso te foi presenteado por Deus e sabes usar de forma realmente divina.
Adoro quando fazes isso de um tema… nos faz pensar e avaliar qual o caminho estamos dando pra nossa vida. Pois tudo o que falaste a respeito de relacionamento se pensar bem pode e deve ser aplicada a nossa vida, sim, pois tem aquelas pessoas que o convívio é ínfimo, e tem também aquelas que nos seguem pela eternidade e é com essas que talvez pela freqüência em nossa vida surja o nosso lado Dark; que sempre aparece naquele dia que estamos sem paciência ou como bem colocaste na tão terrível TPM.
Nunca tinha dividido esses momentos de mau humor; e a analogia que fizeste com o tempo, foi ótima um verdadeiro manual de como estou hoje e que cuidados Eu devo ter para não magoar as pessoas que amo. Acredito quando falas que quem pode e deve mudar numa relação sou eu, a pessoa mais fácil de mudar é a mim mesma, pois mudar à outra só ela mesma pode.
AMEI COMO SEMPRE… adoro quando sinto que tu tá é conversando com a gente e desejo que esse nosso dialogo se prolongue por muito tempo.
Bjs…
Feliz aniversário atrasado… 12/12
Rê
Adorei, seu ponto de vista de como as pessoas se comportam em um relacionamento, de como somos normalmente compelidos a sempre querer as coisas do nosso jeito, de sonhar em mudar as pessoas a quem amamos.
Isso é que chega a ser engraçado, se, nos apaixonamos por alguém, se “aquela pessoa chamou a nossa atenção ao ponto de nos apaixonarmos”, porque tentar muda-la…
Sempre nos dando toques… até aqueles que nem sabíamos que precisávamos.
Beijos,
Ariel
Diz uma lei na física que que duas forças positivas ou duas negativas, se repelem (duas mulheres de personalidades iguais depois de um certo tempo elas por si só, se deixam por causa de tanta monotonia).
E uma carga positiva e outra negativa(ou melhor duas pessoas de personalidade diversa) elas se atraem por incrivel que pareça… Por mais que se confrotem mas se querem….
Lei Coulomb diz também que objetos de material diverso ao se atritarem se atraem mais ainda…
É por isso que por mais que pessoas diferentes convivam, elas se amam e brigam e continuam amando…
Que nada!
Pensa como seria monótono se tudo fossem flores sempre.Perderia a graça!
Além do que, diamantes se lapidam atritando um contra o outro, sabia?
BJUS!
Ive,
Brigadíssimo, amiga!
BJIN!
Laura,
Só posso te agradecer!
BJ GDE!
Rô,
Muito, mas muito obrigado pelo texto! Vou até usar na reunião budista no domingo. Valeu!
BJUX!
Liliam,
Que bom que concorda, eu não sou a única, tá vendo? rs rs
Brigadú!
BJAUN pra vc!
Carlinha,
Amiga, vc nem imagina o quanto eu tento! rs rs
Ah, e brigadú pelo parabéns! Mas não teve pudim, teve bolo de chocolate com recheio limão… uhm…tudibão!
BJUS!
Ivone,
Brigadíssimo!
E até 5a!
BJS!
Lia,
Concordo com vc. Como tudo na vida, né? Sempre podemos escolher.
BJ GDE!
Uy Silva,
Td bem?
Vi seu recado, desculpe ainda não ter respondido, prometo fazer o mais rápido possível, ok?
BJUS!
larissa,
Brigadú!
É, quem disse que é fácil, né? Mas vale a pena, e como!
BJ GDE!
XANDY,
Brigadú pelo comentário. Concordo com vc.
BJUS!
***Danah*** ,
Ah, vida de casada é tuuuuuuuuuudo de bom, né?
Parabéns!
BJ GDE nas duas!
C. ,
É, não existe mesmo receita. É equilibrar, prestando atenção o tempo todo, caso a caso.
BJ GDE!
Como sempre, comentário perfeito, amiga!
Brigadíssimo! (pelo parabéns tb)
BJ GDE!
Yara,
Só posso te agradecer!
Não desista, amiga! Eu só encontrei com 32.
BJIN!
Paula,
Nem tenho palavras pra agradecer… Muito, mas muito obrigado mesmo!
Prometo continuar me esforçando, ok?
BJ GDE!
PHOENIX,
Valeu, amiga!
Essas diferenças é que são a graça do negócio, né? rs rs
Parabéns pra vcs duas!
BJ GDE!
Li,
Amiga véia (de guerra)! rs rs
Brigadíssimo!
Bolo tá ultrapassado? Putz, mas é bem melhor do que pudim!
BJ GDE!
RuH,
Brigadíssimo!
Pessoas se relacionarem sempre é complexo. Afinal, é nossa forma de nos polirmos, né?
Faz parte e é muuuuuuuuuito bom!
BJUS!
Su,
Eu que agradeço!
Que bom que de alguma forma, te ajudou.
BJ GDE!
Rê,
Amiga, é um barômetro, né? rs rs
Brigadíssimo pelo parabéns!
BJIN!
Ariel,
Acredite: na verdade estou dando toques em mim mesma!
E vcs contribuem (e muito) com os comentários phodásticos que deixam.
Só posso agradecer!
BJUX!
kle,
Só posso te agradecer, né?
Muito, mas muito obrigado mesmo!
BJ GDE!
Lu,
Adorei esse seu comentário sobre as leis da física. Tá vendo? Pura verdade, né? Acho que a gente acaba sempre buscando o que nos complementa.
Aliás, acrescentou e muito. Brigadú, viu?
BJS!
Mônica,
Ah, consegue sim! A gente sempre consegue, acredite! Só é preciso as duas pessoas quererem.
BJIN!
Saudade nega, beijos meus!
Você escreve muitoooooo!
Parabéns!
Sempre que posso leio seus textos, e é sempre um prazer imenço!
Obrigada pela deliciosa leitura.
[]´s
Imenso vacilo…
rsrs
Comentário phodástico, viu?
Nega, tens toda razão! Relacionamento é isso mesmo!
Mas sem as ondas o mar seria piscina, né? E a graça não é a mesma! rs rs
SAUDADES!!!
BAUN!
karine,
Eu que agradeço!
Muito, mas muito obrigado mesmo!
Esquenta não, errar é humano, né?
BJ GDE!
Nanda Lírio,
Só posso te agradecer!
Brigadíssimo!
BJUS!
Beijos…
Td bem?
Só pra dizer que meu segundo conto – AMOR ÀS AVESSAS – está sendo postado nas Histórias Abertas (não precisa assinar para ler) do abcLes:
http://www.abcles.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=103&page=1
Se puderem conferir, comentar e ajudar a divulgar, eu agradeço muitíssimo, ok?
BJ GDE!