por Diedra Roiz
Confesso: passei minha vida inteira tentando fugir do amor e de um relacionamento realmente sério.
Tinha medo, pânico, pavor de perder minha individualidade e independência, de ficar presa, de “usar coleira”. Desse cárcere privado que eu pensava ser o amor.
Mais do que isso: achava impossível encontrar uma mulher louca o suficiente para me aturar e me entender.
Até que compreendi que tudo depende de mim mesma. Do quanto estou disposta a fazer com que funcione e aconteça.
Tive amores antes da ruiva? Alguns. Nenhum que tenha dado certo.
E por que com ela funciona? Seria minha mulher perfeita, uma deusa?
Felizmente não. É exatamente a humanidade dela, a deliciosa mistura de acertos e erros, qualidades e defeitos como os meus que a torna ainda mais incrível. O maravilhoso sabor do imperfeito.
Pois é. Temos também nossos arranca rabos, discussões, desavenças, diferenças de vontades, opiniões, forma de sentir e pensar, palavras erradas que ferem, daquele tipo que depois a gente se arrepende. Com certeza!
Então porque depois de cinco anos, continuamos nisso que muitas (inclusive eu, antigamente) poderiam considerar um tormento?
O amor ajuda, mas não é tudo.
Inevitável aquele momento em que se tem o impulso de chutar o balde e largar tudo.
Mas é exatamente aí que parece que o amor se fortalece. Quando percebemos que não adianta culpar a outra. Temos sempre nossa parcela de culpa.
Já dizia minha avó:
- Quando um não quer, dois não brigam.
E quem pode questionar a profunda sabedoria desse provérbio?
A vida é uma luta constante contra nossas próprias tendências negativas. Nós mudamos constantemente. A pessoa com quem estamos também.
Mas a questão fundamental é se essas mudanças nos fazem avançar ou retroceder, em especial dentro do relacionamento.
O tempo faz com que deixemos de comprar presentinhos sem data especial, apenas porque olhamos para aquilo e lembramos do sorriso ofuscante que receberemos ao entregá-lo para ela? Que deixemos de levá-la ou buscá-la no aeroporto? De mandar torpedos bobos quando ela está no trabalho, do tipo: “Só pra dizer que tô pensando em você”?
Passamos a pensar:
- Para que me esforçar, se já conquistei?
- Agora quero mais é que ela me faça todas as vontades!
- Normal esfriar depois de um tempo.
Por mais difícil que seja, é preciso mudar nosso foco limitado e egocêntrico.
Adquirir uma visão mais ampla dos acontecimentos que nos cercam, da pessoa que amamos, de nós mesmas.
Questionar:
- Será que eu sou tudo que quero que ela seja?
Dizer para uma criança que fumar faz mal quando você fuma é hipocrisia. Provavelmente vai ouvir um:
- Se é ruim porque você faz?
O mesmo com relação ao seu comportamento com a mulher amada. A solução para aquilo que te incomoda, que você detesta, abomina, não gosta não está em outro lugar além de dentro de você.
Como assim?
Tenho que abaixar a cabeça, aceitar calada para não perdê-la?
Mudar, transformar quem sou? Deixar de ser eu mesma?
Era isso que eu pensava, mas… a ruiva e o budismo me fizeram ver que é impossível deixar de ser quem somos. Mas que podemos nos polir, nos aprimorar, aproveitar nossa essência e o lado positivo dos nossos piores defeitos.
Somos diamantes brutos. E diamantes só se lapidam um em contato com o outro.
Na verdade, um relacionamento é como uma dupla de voley de praia: se não jogarem juntas e entrosadas, vão perder as duas.
Para dar certo, é preciso que ambas estejam dispostas a se transformar juntas.
Revolução a duas.
Mas não confundam. Não podemos mudar a outra pessoa. Isso nunca.
A gente vê / escuta e muito, as pessoas reclamando do relacionamento que tem. Quem nunca fez isso?
Aquele chopinho com a melhor amiga para malhar as namoradas ou esposas. Vamos lá, meninas, vocês sabem do que eu estou falando:
- Não agüento mais fulana!
E coisas do gênero. Lamentações e lamúrias.
Momento de perguntar:
- A culpa é toda dela?
- O que eu faço pra mudar isso?
Uma coisa eu aprendi: se existe algo na minha mulher que eu não gosto, que me incomoda, que me faz sofrer, carma meu. Está na minha vida. Eu fiz a causa, ou melhor: fiz e faço por merecer.
Mais ainda: se ela faz algo ou me trata de um jeito que eu não gosto, é porque eu deixo. Ninguém faz nada com a gente sem que tenhamos permitido, já repararam nisso?
E aí? Fica assim mesmo? Aqui se faz, aqui se paga?
Pensamento cristão demais para a minha cabeça.
Nada é mais imprescindível, e ao mesmo tempo mais difícil, que transformar a si mesma.
É mais fácil dizer:
- Este é meu jeito!
- Quem quiser que me compre!
- Ame-me ou deixe-me!
Porém, pensem: vale a pena se destruir um relacionamento com a pessoa que amamos por causa de uma Síndrome de Gabriela (eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim) besta?
Precisamos desafiar e transformar nossas tendências negativas para que elas não nos atrapalhem. Transformar as adversidades em oportunidades para crescer.
Determinar: vou continuar com ela, mas não aceito mais sofrer.
Mas não basta só falar. Palavras o vento leva. Sem ação nada acontece.
E que ação é essa?
Mudar a postura.
Agir e reagir de forma diferente e sabe o que acontece?
Minha mudança muda tudo à minha volta. A pessoa que está comigo, o ambiente.
Isso é revolução humana, gente!
Nossa mudança e determinação faz toda a diferença!
Uma andorinha só faz verão sim, porque depois que uma sai voando a outra vai também. Experimentem!
Para quem não sabe, o casamento budista é uma cerimônia muito, mas muito linda mesmo. Existe um brinde com três taças, que selam votos que deveríamos seguir sempre em qualquer relacionamento:
- Sempre olhar uma para a outra e perceber o estado de Buda de cada uma.
- Tomar atitudes sempre corretas de uma para com a outra.
- Manter a relação sempre em união e harmonia.
Do mesmo jeito, existem 5 ítens fundamentais para a formação de um bom carma. Que se transpusermos para um relacionamento, também é perfeito:
1- Sinceridade – com ela e também com você
2- Consideração – idem
3- Benevolência – não confundam com piedade cristã. Paternalismo e passar a mão na cabeça não é benevolência.
4- Paciência – não confundir com subserviência!
5- Alegria – sempre! Sem que dependa de fatores externos (é difícil, eu sei)
Recebi um texto, cuja autoria foi atribuída a William Shakespeare (mas na Internet, quem sabe? Pode ser que não seja…), e que até utilizei em AMOR A QUALQUER PREÇO:
“ Há certas horas, em que não precisamos de uma paixão desmedida.
Não queremos beijo na boca.
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama.
Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir.
Alguém que ria de nossas piadas sem graça.
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo.
Que nos teça elogios sem fim.
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade inquestionável.
Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado.
Alguém que nos possa dizer: acho que você está errado, mas estou do seu lado.
Ou alguém que apenas diga:
Sou seu amor.
E estou aqui.”
Lindo, não?
Quem não deseja isso?
E perigosamente, o seguinte pensamento pode se tornar facílimo:
- Por que minha namorada / esposa não é assim?
Mas de verdade?
Perda de tempo ficar como dizem Frejat e Cazuza em “Blues da Piedade”:
“Esperando alguém que caiba no seu sonho”
Nossa verdadeira preocupação deve ser:
- Vou ser assim!
Porque não podemos cobrar nada de ninguém além de nós mesmas.
E temos a obrigação de ser tudo aquilo que queremos que a pessoa amada seja.
Não adianta apenas buscar, procurar e encontrar nossa alma gêmea.
Precisamos também merecê-la!


















Nada a reclamar nessa semana… né???
Ótima coluna, ficou muito boa… mesmo…
Tô adorando te acompanhar aqui tb.
Rê
Queria um dia poder conversar com vc, quem sabe assim tenho coragem de fazer o q tenho vontade. Obrigado pelo pouco(que é muito).
Parabéns, gosto mto do q escreve.
Bjs!!!!!
Pri
Olha eu aqui de novo… andei sumida, né?
Mas, não pense a senhora que não estava acompanhando sua coluna, tá? Mto pelo contrário, qdo eu não podia – por qq motivo que fosse – ler na 5a feira, sempre dava um jeitinho para ler na 6a. Só não dava para comentar… Mas, estou de volta rsrsrsrs
bom, brincadeiras a parte, vamos ao que interessa:
Primeiro quero lhe parabenizar pela coluna ter sido a mais lida, mas não era de se esperar por menos, né? acompanho seus textos desde “legado da paixão” e sempre fico encantada com a maneira que vc brinca com as palavras e aqui não é diferente, aliás, acho até mais “divertido” pq vc além de brincar com as palavras, brinca tb com as leitoras falando de assuntos sérios. “Mto massa isso!” – no bom baianês rsrs
Como esse comentário já está ficando grande, é melhor ir parando por aqui pq vc já abe o qto que sou fã dos seus textos, né? rsrs
A Coluna está perfeita!
beijos.
Adorei e parabéns.
Dizer, falar mais o quê?? Você conseguiu o impossível: manter minha atenção presa por mais de 1 minuto em um texto. Por quê? Disse aquilo que penso e de uma maneira ímpar.
Parabéns.
bjos
Marisa
Brigadú, amiga!
BJ GDE!
Pri,
Eu que agradeço!
A participação de vcs é tudo!
Se quiser trocar uma idéia: diedraroiz@gmail.com
ou orkut: DIEDRA ROIZ
ok?
BJUS!
Nick,
Td bem, amiga?
Tava sumida mesmo… Aproveitou bem as férias? Espero que sim.
Sem palavras pra agradecer, né?
Muito, mas muito obrigado mesmo!
BJIN!
Érica,
Brigadíssimo, viu?
Mas vcs é que sempre contribuem, eu não faço nada, só escrevo.
BJUX!
PHOENIX,
Blz?
Pois é, às vezes não é pra ser, né?
Mas pelo menos a gente faz tudo que está ao nosso alcance. Com certeza, sua mudança foi positiva pra sua vida.
Só que com Síndrome de Gabriela, acaba que a fila anda…
Valeu o comentário!
BJAUN!
Thaís,
Brigadíssimo!
BJ GDE!
ler essa coluna hoje foi uma coisa muito louca, de pensar que eu passei por uma situaçao tão parecida né ?! essa coisa toda de perder seu espaço, de não saber ao certo dizer não, de querer mostrar pro outro que você é você e que isso é super bacana mesmo não sendo ele !
ah eu acho que isso tudo acontece não só em namoros e em casamentos. qualquer tipo de relação em que você convive com outra pessoa por um espaço maior de tempo, como mãe e filho; irmão e irmã; primo e prima e finalmente aquela amiga inseparavel que você tem, gosta tanto, mais taaaaaaaanto que teme uma resposta mais aspera com medo de perder toda a amizade construida com o tempo…
ahh amigaa…
nem preciso falar o quanto eu gostei né ?!
como sempre você arrebenta, se eu falar mais vai ficar ate chato !
hahahahahahaha
beijããooo
Simplismente amei esse post…Maaara!!!
Eu graças a Deus nunca fugi do amor, ate pq, sempre achei q ng é completamente feliz sozinho.
Mas tenho Síndrome de Gabriela…rs
Hj seguramente posso dizer q, graças a Deus e à doutrina Espirita, eu consigo controlar bem isso.rs
Mas não é facil…é muito mais facil culpar os outros.
Sou Virgem com ascendente em Capricórnio e Saturno retrógrado na casa 4…por aí vc pode imaginar.rs
Certa vez, conversando com uma amiga (Tb Terapeuta), ela me perguntou se eu ja tinha feita a “Terapia do Olhar”, respondi q não, e ela me incentivou a fazer!!!
Eu tava naquela fase de achar q tudo era besteira ou q seria muito facil e ate mesmo “idiota”. rs
Fui pra casa e no dia seguinte fui fazer o q a minha amiga me encinou:
Acordei, me levantei sem falar com ng, sem fazer nada e fui me olhar no espelho, mas não simplismente olhar pro meu rosto, OLHAR DENTRO DOS MEUS OLHOS como se quisesse ver a minha alma.
Cara…na boa, é MUITO DIFICIL!!! Falando pode parecer besteira, mas realmente é muito dificil vc se VER como vc realmente é!!!
HJ depois de controlar a Síndrome de Gabriela vejo q sou uma pessoa abençoada por Deus ter colocado na minha vida um anjo Dele!
A Pam alem de ser o meu amor, minha amiga, minha mulher e minha amante é tb um ANJO na minha vida!!
O Amor é REALMENTE uma revolução a duas…e o seu grande mérito, não é so a conquista e sim,manter esse amor com pequenas conquistas diarias!!!
Fique com Deus.
Beijos com Mell.
Adoreiiii…
BjoOo
Assim como outras tenho a impressão que este texto foi escrito pra mim (quanta pretensão). Tenho uma relação e pouco mais de 3 anos com uma pessoa difícil, cheia de neuras e muito preconceituosa consigo mesma. Ela diz gostar de mim mas não aceita esse sentimento, que esse tipo de relação não é normal… imaginem meu sofrimento diante dessas declarações ja que a amo demais. Diversas vezes ja pensei em jogar tudo pro alto e desistir dessa loucura mas lendo hoje esse texto percebi que não posso fazer isso. Eu vou fazer verão sim, percebi que as minhas cobranças não nos levarão a lugar nenhum se não vierem precedidas de ações.
Bjs a todas!
Amiga brigadíssimo por seu comentário!
Sabe que nossas conversas ajudaram – e muito! – nesse texto, né?
Conversamos melhor amanhã depois da reunião!
BJ GDE!
Juliana Mell,
Nossa, é muito difícil mesmo, né?
Tento fazer isso através do budismo, e… te digo: nos enxergar, aceitar e nos desafiar não é fácil. Mas é preciso!
BJ GDE pra vcs duas!
May,
“Não avançar é o mesmo que retroceder”
Precisamos estar sempre seguindo, amiga. Num relacionamento e em tudo. A vida é isso. Hj melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje.
O resto é ilusão, não concorda comigo?
BJUS!
Vou comentar aqui por… pura preguiça de escrever duas vezes
Quando stava vivendo na mais pura liberdade, era uma borboleta…
Uma vida que muitas gurias sonham, deliram por…
No entanto, era uma borboleta se debatendo em uma teia de aranha tão grande que nem sequer podia ver.
Muito legal ver isto, os caminhos da liberdade! Nem sempre aquilo que te “coloca coleira” é o que te prende. Nem sempre o bater de asas te leva pro alto.
Assustei, né! Foi light
Brigadíssimo!
Ah, vc sabe que sempre fomos muito parecidas em várias coisas.
Em especial nisso.
Somos duas provas vivas, minha amiga, do poder da revolução a duas!
BJ GDE pra vc e esposa!
Acho q vc andou pesquisando minha vida rs….
Descreveu a minha relacao c a minha namorada rs
Beijoks
Sua mulher tem muita sorte,não só pq vc é budista,mas por ser consciente.
Parabéns e muito amor pras duas!
Só posso te agradecer, viu?
Mega elogio! rs rs
Espero conseguir de novo da próxima vez!
BJUS!
Elizabete,
Acho que duas pessoas que se amam devem tentar de tudo antes de separar, sabia?
Já experimentaram o NAM MYOHO RENGUE KYO? Se quiser posso te mandar uns textos sobre Revolução Humana e budismo tb. Me ajudaram muito!
Escreve pro meu email: diedraroiz@gmail.com
BJ GDE!
F.Souza,
Te falo o mesmo que falei pra Elizabete aí em cima: tente.
Se quiser os textos e experimentar o NAM MYOHO RENGUE KYO, estou à disposição, me manda um email, ok?
BJUS!
Carlinha,
Vc sabe que coincidências não existem.
E que o MANUAL tá me fazendo enxergar e repensar muita coisa.
Deve ser por isso que esse início de ano tá sendo… Incrível!!!
BJIN!
Cah,
Brigadú, amiga!
Na verdade eu tava pensando na minha vida, viu?
Bom, temos algo em comum então?
Que bom!
BJAUN!
Fabíola,
Muito, mas muito obrigado mesmo!
Acho que já não tenho idade nem paciência pra hipocrisias, se é que algum dia eu tive… rs rs
Olha, quem tem sorte sou eu, sabe? De ter a mulher que tenho.
Inclusive, foi ela quem me apresentou ao budismo, e que me ajudou a enxergar muitas coisas de outro jeito.
BJ GDE!
Ruiva,
Te amo muito, muito, muito, muito.
Tanto que simples palavras não podem dizer.
E… Tô esperando seu comentário, kd?
Palavras sábias… o texto excelente!
Nossos pensamentos são iguais…
Adorei.
beijos
Maravilhoso texto.Li, no mínino, umas 3 vezes.
O melhor é que há veracidade em tudo que escreveu.
Cada letra, sílaba, palavra, cada frase faz sentido e é real, pois é exatamente assim que acontece.É assim que pensamos e agimos.
Tenha certeza, acrescentou muito!!!
Mudou minha forma de “enxegar” várias coisas.
Um grande abraço.
Parabéns Diedra como sempre surpreedendo!
Beijosss..
AhHh…Adorei a síndrome de gabriela…Rsrsrs…
vc consegue o impossível: transformar em palavras um sentimento universal. às vezes a gente sente, mas não consegue achar palavras para expressar, mas parece que com vc isso não acontece! risos
bjos e ótima escrita
Muito, mas muito obrigado mesmo!
BJ GDE!
Jamile,
Sei lá, meu objetivo é sempre escrever de coração. Na verdade vou escrevendo e descobrindo mil coisas, e com os comentários, outras ainda…
Eu que agradeço!
BJUS!
kle,
Me deixou sem palavras, viu?
Brigadíssimo!
Mas eu é que tenho enxergado várias coisas com essa coluna. Não faço nada, vcs é que me ajudam!
BJIN!
Nanda Lírio,
Valeu, amiga!
Brigadú por sempre comentar!
BJAUN!
Ana Cássia,
Nem sei como agradecer…
Muito obrigado, viu?
BJ GDE!
JazzY,
Brigadú!
Síndrome de Gabriela existe! E como! rs rs
BJIN!
Fernanda R.,
Só posso te agradecer e dizer que… sei lá… tenho um sopro no ouvido, entende?
Nada, acho que é minha mente que não consegue parar de pensar, ô bixinha… rs rs
Brigadíssimo!
BJ GDE!
Nem sei como agradecer…
Muito, mas muito obrigado mesmo!
Porém:
Sem dúvida nenhuma, é exagero seu! rs rs
BJ GDE!
Continue assim, sempre!
Beijos.
Td bem?
Só pra dizer que meu segundo conto – AMOR ÀS AVESSAS – está sendo postado nas Histórias Abertas (não precisa assinar para ler) do abcLes:
http://www.abcles.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=103&page=1
Se puderem conferir, comentar e ajudar a divulgar, eu agradeço muitíssimo, ok?
BJ GDE!