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Pequeno Dicionário do Sexo Lésbico – Parte III

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2 janeiro 2009 as 3:24 pm 4.645 visualizações 22 ComentariosImprimir este texto Imprimir este texto

diedra-1por Diedra Roiz

Leia a Parte II

Sexo. Algo tão bom, mas muito pouco trabalhado emocional, afetiva e individualmente.

Percebi que tirando as aulas de educação sexual no colégio (que se restringem muito às relações heterossexuais e o medo que se tem de que os adolescentes engravidem), a base de quase tudo que sabemos sobre sexo vem de conversas entre amigas, namoradas, esposas e casos, e/ou Internet.

Ou se aprende na marra, e na prática mesmo. No corpo a corpo. Às vezes batendo – e muito – com a cabeça na parede.

Talvez por isso existam tantas pessoas que pouco – ou quase nada – sabem fazer.

Em uma roda de amigas, em uma conversa informal (o que elas falam no banheiro), acontece de se comentar a performance de fulana ou sicrana na cama, fazer um Top 10 das melhores parceiras que já se teve, etc.

Parece horrível, insensível, cafajeste? Talvez. Mas a coisificação das pessoas está intrínseca em nossas mentes. Principalmente no que diz respeito ao quesito sexo. A mídia nos bombardeia com “produtos”. Difícil fugir do padrão.

Eu apenas pergunto: como comparar? As pessoas são tão diferentes, e cada vez com a mesma pessoa nunca é igual…

Melhor ainda: para que comparar? Para que essas avaliações de performance sexual? É o que? Padrão de qualidade? Quantidade de produção? Campeonato da mais… Deixa pra lá!

O que nunca, jamais devemos esquecer é que o mais importante é o ser humano. O cuidado, respeito, consideração e sentimento que todas as pessoas precisam e merecem.

E para poder isso, quanto mais informação, melhor.

Portanto, vamos continuar com nosso dicionário:

Lubrificação Vaginal – Produção natural de um líquido lubrificante na vulva e canal vaginal, que reduz a fricção durante a atividade sexual.

Considera-se como sendo a primeira fase da resposta sexual feminina e também da excitação (equivalente à ereção masculina).

Meninas, a natureza é sábia, não é mesmo? Imaginem o desconforto de se friccionar (com penetração ou não) os genitais sem lubrificação?

Ou seja: durante qualquer tipo de relação sexual, para não haver desconforto nem nenhum tipo de dor, a lubrificação é fundamental!

Além disso, a lubrificação também é excitante para a parceira, não é verdade? É uma questão de ativar, estimular os sentidos… O gosto, a visão, o cheiro, o tato, até o som que faz…  A expressão material do desejo da outra pessoa. No mínimo… uhmmmm, delicioso!

A lubrificação vaginal resulta de vários fatores, entre eles: hormonais, nervosos, psicológicos, sociais e outros ainda não elucidados.

Mas e quando a lubrificação não acontece naturalmente?

Uma solução fácil é a utilização dos lubrificantes que imitam a lubrificação natural e que se compra em Sex Shops, motéis ou em qualquer farmácia.

Porém, se for algo constante, que se repete, é muito importante que se procure a ajuda de um médico, para avaliar se é necessária a utilização de outros medicamentos juntamente com esses lubrificantes.

E se for algo momentâneo? Aquele dia em que o estresse, cansaço, a dor de cabeça, etc te impede de ser feliz?

Nesses momentos, é preciso ser sincera. Decidir: estou ou não a fim?

Se não estiver, não insista. Tem dias e dias. Em alguns deles realmente não rola. Faz parte. Nada de mal nisso. Sem culpas, medos nem ressentimentos.

Se não for o caso, com boa vontade de ambas as partes sempre dá para dar um jeitinho. Tudo na vida tem solução, não é mesmo?

É muito simples. Você decide: hoje vai ter ou não?

Também temos os casos em que a lubrificação vaginal não é suficiente para o que se quer fazer. No sexo anal ou Fist Fucking (ato de introduzir a mão inteira até o pulso na vagina ou no ânus), por exemplo.

Para isso, existem outras formas de lubrificação:

SALIVA – Sim, a natureza é perfeita. A saliva é um lubrificante universal.

Você pode utilizar a saliva em qualquer prática sexual, porque não é oleosa, não tem contra-indicação, é cicatrizante (isso para mim é novidade, adorei saber), está ali à mão (ou melhor: na boca), é grátis, e o melhor de tudo: prazer garantido para as duas!!!

Para quem não sabe, uma técnica de se produzir saliva muito conhecida por quem já fez qualquer tipo de preparação vocal ou aula de canto é esfregar a ponta da língua no céu da boca.

Utilize a saliva sem medo. É o mais adequado e natural a se fazer! Aproveitem!diedra-ky

LUBRIFICANTE ÍNTIMO – Semelhante a lubrificação vaginal, o lubrificante íntimo é um produto (gel ou líquido) industrializado destinado para fins sexuais.

Diminui o atrito da fricção, proporciona sensações diferenciadas, intensifica o toque nos genitais, pode prolongar e aumentar o prazer durante o sexo e… facilitar muitas coisas.

Recomendados para quando se deseja maior lubrificação local. Podem ser utilizados em exames ginecológicos (não falei que facilitava), na masturbação com acessórios ou não, e antes e durante as relações sexuais vaginais e anais.

Ou seja: no mínimo, amplia algumas possibilidades, não é verdade?

Porém… não posso deixar de frisar que: o lubrificante íntimo não é sinônimo de óleo para massagem, muito menos de cosmético genital.

Nada de: hidrata e embeleza a dita cuja.

Para as desavisadas: lubrificante íntimo não tira rugas. Ele serve para lubrificar os genitais e ânus antes e durante o sexo. Em poucas palavras? Digamos que… ajuda a abrir algumas portas.

Os lubrificantes se diferenciam por:

  1. Espessura: densos – indicados para sexo anal
    menos densos – indicados para sexo vaginal
  2. Compostos adicionais: aquecem
    refrescam / gelam
    com sabores
  3. Embalagem: tubos ou bisnagas
    saches (do tamanho de um pacotinho de camisinha, geralmente cada caixa vem com três)
  4. Composição: a base d’água (hidrossolúveis)
    a base de silicone
    a base de óleo

Os lubrificantes a base de óleo (vaselina e parafina, por exemplo) podem enfraquecer o látex dos preservativos, a ponto de rompê-los. Além disso, são de difícil remoção, podendo deixar resíduos na vagina. (Horrível)

Os lubrificantes a base de silicone possuem um sabor não muito agradável e são difíceis de encontrar no Brasil. Além disso, não podem ser usados com brinquedos a base de silicone ou Cyberskin, sob o risco do brinquedo derreter. (Péssimo isso)

Por isso, o mais recomendável e seguro é o uso de lubrificantes a base de água. É só aplicar nos genitais externos, na camisinha (que vocês não vão esquecer de colocar sobre objetos) e dedos. Depois é lavar com água e sabão. Prático, não?

Ter medo ou vergonha de comprar lubrificantes é pura bobagem.

  • O que a moça do caixa vai pensar?
  • E se alguém na fila vê o que estou comprando?
  • A cidade inteira vai ficar sabendo!

Meninas, ninguém tem nada com isso! Você não está fazendo nada de errado. Muito pelo contrário!

Tudo bem, nem sempre isso é fácil.

Se você é tímida, tente comprar num horário em que a farmácia esteja mais vazia. Lembrando que normalmente os lubrificantes ficam perto das camisinhas.

Para facilitar, segue abaixo uma pequena lista de lubrificantes a base de água (se alguém tiver outros para indicar, deixe nos comentários, por favor).

  • KY (campeão dos campeões)
  • OLLA Gel
  • FILAX
  • GEL SEMINA
  • PRESERV GEL

Se você é realmente tímida, pode pedir na farmácia pelo telefone, comprar pela Internet (o auge da vergonha, e bem mais caro), comprar no Motel (disso você não tem vergonha, né? – Bem mais caro também), ou pedir para um amigo ou amiga mais saidinhos.

Cá entre nós? Se eu fosse essa amiga, com certeza ia pensar:

- O que será que ela vai fazer com esse negócio, pra ter tanta vergonha de comprar?

diedra-lugaresLugares Estratégicos – Tudo bem, deveria ter entrado em Fantasias, mas…

É mais do que isso, não é verdade?

O que faz com que duas pessoas não prefiram o conforto de um quarto?

A lista é inumerável: adrenalina, impossibilidade de se esperar, falta de outro lugar, estado etílico, por se excitarem mais em locais públicos, necessidade de apimentar a relação ou inovar, etc.

Mantenho minha coerência até o fim: se as duas estiverem de acordo e não estiverem fazendo mal a ninguém… por mim, tudo bem.

Mas nem só os Lugares Públicos são estratégicos, não é mesmo? Criatividade é tudo! Existem milhares de possibilidades no aconchego do lar também.

Top 10 dos lugares estratégicos:

  1. Banheiro (tão Top que teve um tópico na Parte 1 só para ele)
  2. Car Sex (Carro é quase tão popular quanto banheiro. Cuidado onde estaciona, ok? E filmito nos vidros, pleaaaaaaase!)
  3. Home Sex (Dentro da própria casa. Banheira, chuveiro, cozinha, varanda. Preciso comentar? É básico!)
  4. Eco Sex (Matinho, Praia, Trilha, Árvore ou Barraca de Camping. Solução econômica e ecológica)
  5. Wall Sex (Se as paredes falassem… As da boate são as mais populares. Caso onde as pessoas envolvidas podem ser expulsas, ou conseguir tentativas de adesões)
  6. Work Sex (Ambientes de trabalho em geral. Escolha – e aproveite – o seu. Sala do escritório ou consultório, depósito, sala de aula, palco ou camarim de teatro, morgue, etc. Trancar ou não a porta é com você)
  7. Movie Sex (No escurinho do cinema… Alguém com certeza vai perceber, mesmo com a bolsa ou casaco no colo tapando, mas a idéia é essa. Ou não?)
  8. Travel Sex (Imaginem vocês duas dentro do avião ou ônibus. Na calada da noite… um cobertor por cima ajuda)
  9. Acqua Sex (Mar, rio, lago, lagoa ou piscina. Apesar de diminuir a lubrificação, a água tem poder. Consegue despertar desejos incontroláveis. Não é à toa que é o símbolo “mor” da sensualidade.)
  10. Party Sex. (Na cozinha, banheiro ou qualquer outro cômodo casa dos outros, durante uma reuniãozinha ou festa)

Brincadeiras à parte, para aquelas que pensam:

- Todo lugar é lugar!

Alguns psicólogos explicam que algumas pessoas realmente gostam de ser flagradas durante o sexo ou de correr esse risco. Sentem tesão nisso.

Só gostaria de lembrar que se não estiverem na Holanda (onde o sexo em lugares públicos é liberado) podem ser presas (no Brasil Art. 233 do Código Penal = Ato Obsceno).

E também que, transitar em lugares públicos em segurança atualmente já é algo difícil, sexo então… Se cuidem!

69 – Meia nove, Sessenta e Nove ou sexo oral simultâneo.

Literalmente? É dando que se recebe.

O termo deriva do fato de os números 6 e 9 serem iguais quando rodados 180 graus.

As duas se posicionam de modo que a boca de cada uma consiga alcançar os genitais da outra. Como? Só consigo pensar em três formas. Se alguém souber outra, por favor, acrescente nos comentários, ok?

  1. Deitadas. (Uma por baixo e a outra por cima. Viradas uma para a outra)
  2. De lado (Também viradas uma para a outra)
  3. De pé (Uma de pé e a outra de cabeça para baixo. Juro que nunca vi, mas com certeza é possível. Entre circenses ou ginastas olímpicas, com certeza.)

Nesta posição, as parceiras podem ainda, comodamente, inserir um ou mais dedos na vagina ou no ânus para proporcionar prazer adicional.

Saborear e ser saboreada ao mesmo tempo.

Eletrodinâmico. Eletromagnético. Indução elétrica intensa. É, não consigo deixar de associar essa posição à eletricidade.

É um circuito perfeito. A energia gira, circula, percorre – é a impressão que dá -  pelo corpo das duas pessoas como um raio. Pura descarga elétrica. De um jeito que…

Ah, preciso falar mais?

Ménage à trois – ou simplesmente Ménage.

Expressão de origem francesa que significa “mistura a três”. Utilizada para designar os relacionamentos sexuais entre três pessoas.

Numa democracia, três é o número chave porque é a quantidade mínima de pessoas necessárias para que se consiga tomar uma decisão em grupo.

Já nas relações afetivas e amorosas… bem… triângulos são a maior causa de guerras e conflitos.

A prática do ménage, como a do swing (na Parte 4 falaremos sobre isso), oferece  um mundo novo e diferente de sensações se comparado às relações a duas.

Porém, além das sensações, existe também um grande risco. Físico e emocional.

Explico:

O risco físico é óbvio: diz respeito às DSTs. E pode ser solucionado com as prevenções que já discutimos na Parte 1 (reler Camisinha).

O Ménage pode ser muito simples – ou não, cada uma com seu cada um – quando não existe envolvimento ou interesse entre as pessoas envolvidas.

Ainda assim… Mulheres são seres que criam laços. Nunca se esqueçam disso.

Mas e quando já existe um envolvimento antes? Quando duas são um casal, ou uma é apaixonada por uma das outras duas? Mais difícil ainda.

Ah, o lado emocional… Nunca é simples!

Reações humanas – principalmente femininas – são imprevisíveis. Por mais que o casal converse, dialogue e chegue a uma decisão positiva sobre a prática de sexo envolvendo outras pessoas… Existe o risco.

Porque uma coisa é falar e não achar nada demais racionalmente. Outra é ver e sentir na pele.

As duas tem que estar muito bem entrosadas e bem resolvidas antes de tentar algo do tipo. A ponto de poderem voltar atrás a qualquer momento se for preciso.

E a meu ver – posso estar completamente equivocada – casais que tentam melhorar relacionamentos ruins ou desgastados enfiando uma ou mais pessoas no meio, correm um sério risco de piorar as coisas.

Não me entendam mal. Não tenho nada contra, nem contra quem gosta e pratica. Digo e repito: cada uma sabe muito bem o que faz da própria vida. Ninguém melhor do que você mesma para saber o que é bom ou não para você, não é mesmo?

Acontece que nesse momento da minha vida, sou absoluta, louca e completamente apaixonada por minha mulher. E sinceramente? Nunca dividiria a mulher que eu amo com ninguém. Com ela a monogamia não vem de fora, está dentro de mim. Nada que eu pudesse fazer com outra pessoa valeria a pena porque parece tão menor comparado ao que é feito com o meu amor…

Entendem o que eu quero dizer?

Não estou absolutamente dizendo que alguém que consiga fazer sexo a três com a esposa ou namorada ame menos. Só estou dizendo o que eu sinto. Cada pessoa é um universo distinto. Comparar é impossível. Que fique bem claro isso.

Para descontrair, existem vários tipos de ménage. Escolha o seu:

  1. Quadrilha: A está interessada em B, que está interessada em C, que não está interessada em nenhuma das duas.
  2. Circuito Fechado: A está interessada em B, que está interessada em C, que está interessada em A.
  3. Circuito aberto: A está interessada em B. B e C só querem sexo mesmo.
  4. Competitivo: A e B interessadas em C.
  5. Bobinho: A e B interessadas uma na outra. C está sobrando ali no meio.
  6. Desapego: Ninguém está interessada em ninguém. É só sexo mesmo.

Esqueci algum? Se sim, por favor, acrescentem.

Vale frisar (mais uma vez): todo cuidado com as outras pessoas é pouco! Nunca faça com as outras o que não gostaria que fizessem com você!

Ninfomania – ou “furor uterino” ou a mulher que nunca se satisfaz

Do grego: ninfa = mulher nova ou donzela e mania = excitação psíquica ou desejo não moderado.

Não é, como erroneamente se pensa, uma mulher que tem um apetite muito grande para o sexo, e que quer fazer sexo o tempo inteiro, como diz a lenda. Mas sim, uma mulher que tem dificuldade, não consegue satisfazer seus desejos, e por isso alimenta constantemente a vontade de ter vários atos sexuais seguidos numa tentativa de alcançar o orgasmo. É um nível elevado e sem controle de desejo, de fantasias e impulsos sexuais, compulsão pelo ato sexual. Repetir, fazer sexo várias e repetidas vezes e nunca ficar satisfeita. Muito sofrimento.

Todos os pensamentos da ninfomaníaca giram em torno do sexo, desviando a atenção das atividades rotineiras e colocando em risco seus relacionamentos afetivos e até a própria saúde (exposição elevada e muitas vezes sem prevenção a DSTs).

A ninfomania é uma descompensação do desejo sexual feminino. Enquadra-se nos transtornos conhecidos como Desejo Sexual Hiperativo (DSH) e se expressa através de uma ausência do controle da sexualidade.

É comum a ninfomaníaca sentir-se desprovida de vontade própria, uma escrava de seus próprios desejos. Geralmente essa sensação vem acompanhada de muita ansiedade antes do ato sexual, de um orgasmo intenso e satisfatório no primeiro momento, seguido de uma culpa profunda.

Mas quais as causas desse problema?

Por vezes, é visto como um problema de adição e dependência ao sexo, similar às drogas (cocaína, álcool ou heroína). Ele não deixa de ter raízes nos mesmos fatores que provocam as demais dependências. Busca de conforto, felicidade, prazer e alívio, compensação para a solidão e para a inadaptação social, paliativo contra medo, expectativas, frustrações e tantas outras emoções sombrias.

Também pode ser encarado como um problema de comportamento mal adaptado, onde o ato repetitivo de busca de prazer sexual foi aprendido ao longo da vida como tranqüilizante, diminuindo sentimentos de ansiedade, medo e solidão.

Mas vários pesquisadores compreendem esse transtorno também como uma doença, provocada por alterações anormais no balanço de substâncias neurais (neurotransmissores).

Existem níveis diferentes de adição ao sexo, desde masturbação compulsiva e prostituição, a alguns comportamentos como exibicionismo, voyeurismo ou mesmo pedofilia (abuso sexual de crianças).

De acordo com a causa estabelecida para este transtorno, deve ser prescrito um determinado tipo de tratamento. O conjunto de sintomas apresentados pelo DSH pode, na verdade, representar transtornos diferentes, cada qual devendo ser tratado de forma distinta, conforme sua possível causa.

Normalmente é o psiquiatra ou o terapeuta sexual que é procurado ou indicado para esse tipo de transtorno.

A psiquiatra Fernanda Piotto Frallonardo, do Hospital Estadual Mário Covas afirma que: “Geralmente, a mulher com compulsão por sexo já apresenta comportamento compulsivo desde criança, seja por doces ou por outros objetos. O mecanismo da compulsão é o mesmo, só muda o objeto”.

Hoje em dia, a Internet criou uma nova modalidade de hipersexualidade: compulsão sexual virtual (sexo virtual), atingindo mais de 2.000.000 de pessoas que gastam horas em frente ao computador navegando em sites de sexo.

Tão ligadas nisso? Espero que não!

Onanismo – Sinônimo de masturbação. (ver Parte 2)

Orgasmo – Conclusão do ciclo de resposta sexual que corresponde ao momento de maior prazer sexual. É sentido durante o ato sexual ou a masturbação causando uma intensa excitação das zonas erógenas genitais.

Caracterizado por intenso prazer físico, controlado pelo sistema nervoso, acompanhado por ciclos de rápidas contrações musculares nos músculos pélvicos inferiores, que rodeiam os órgãos sexuais e o ânus, sendo freqüentemente associados a outras ações involuntárias, como espasmos musculares em outras partes do corpo, um sensação geral de euforia e, com freqüência, vocalizações.

Como descrever com simples palavras? Difícil, hein?

Orgasmo é como sorvete de chocolate: impossível explicar que gosto tem para quem nunca provou. Para saber, entender e conhecer é preciso experimentar – e saborear!

Não tem outro jeito.

Existem vários tipos – e formas – de Orgasmo. Não escolha. Tenha todos:

  1. Orgasmo Clitoriano – (ver na Parte 1 – Clitóris)
  2. Orgasmo Vaginal – (vamos discutir em Ponto G na Parte 4)
  3. Orgasmo Anal – O orgasmo anal é um orgasmo originário da estimulação anal, como a de um dedo inserido, o pênis ou um brinquedo erótico.
    (mais detalhes em Sexo Anal na Parte 4)
  4. Orgasmo Mamário – criado a partir da estimulação das mamas.
    Algumas mulheres afirmam que a estimulação da área da mama durante a ato sexual e as preliminares, ou apenas o simples fato de terem seus seios acariciados, cria de ligeiro até a um intenso orgasmo.
    Nem todas as mulheres conhecem esse. Não é muito freqüente, ou é?
    Bom… Quem sou eu para questionar?
  5. Orgasmos Múltiplos – ou sem “PAUSE”.
    Experimenta-se um segundo orgasmo logo após o primeiro. Algumas mulheres podem até ter uma seqüência de orgasmos consecutivos.
    (mais detalhes na Parte 1 – Ejaculação Feminina)
  6. Orgasmo Espontâneo – ou acredite se quiser, isso é incrível!
    Ocorre sem haver prévia estimulação direta.Se existe combustão simultânea, porque não?
    Como diria Shakespeare: “Existem mais mistérios entre o céu e a Terra do que julga nossa vã filosofia”…Alguns cientistas afirmam que determinadas drogas anti-depressoras podem provocar o clímax espontâneo como um efeito colateral.
    Nada de pedir receita tarja preta, hein? Tem formas mais fáceis – e muito melhores, né? – de se chegar ao clímax..
  7. Orgasmo Simultâneo – alcançado pelas parceiras sexuais ao mesmo tempo, durante o ato sexual.
    É uma sensação de compartilhar única. O prazer de uma aumenta o prazer da outra de um jeito que… Efeito cascata, de espelhos, multiplicação dos pães? Só posso dizer que… Putz…É tudo de bom!

Não há como descrever o que se sente durante um orgasmo, mas existem coisas básicas (caso esteja na dúvida se tem ou não ou quando e se sua namorada ou esposa tem):

  • Bico dos seios ficam endurecidos
  • A vagina e o útero se contraem
  • A lubrificação aumenta, a respiração fica ofegante
  • A vagina e o corpo sofrem contrações involuntárias
  • Normalmente a pessoa geme, ou emite ruídos (mas tem quem seja adepta do sexo “Filhos do Silêncio”)
  • Parece que o mundo para por alguns instantes
  • Depois o corpo fica mole, quase que anestesiado e um sorriso bobo se fixa nos lábios. (Tem quem fique com os dedos dos pés e das mãos dormentes.)

Esqueci algo?

Brincadeiras à parte, não há regras. O orgasmo é diferente para cada mulher e em cada situação. Existem orgasmos mais fortes e outros nem tanto.

Na verdade, não existem dois iguais. Depende de com quem se está, do clima, da energia, da vontade, do momento.

Quando se fala em ver estrelas, fogos de artifício ou sinos tocando, é só no sentido figurado, ok? Metáforas!

Mas… Um orgasmo é o ápice do prazer. Quem já sentiu sabe que já teve um e quem tem dúvidas se já teve ou não pode quase ter a certeza de que nunca teve.

Porque na primeira vez que o experimentamos, sabemos:

- Pelos deuses! Isso foi totalmente diferente e muito melhor do que tudo que eu já senti antes!

- Quero fazer de novo!

Papéis Sexuais – Comportamento sexual da pessoa em uma relação sexual.

Assunto polêmico, no mínimo.

Porque mesmo entre casais heteros, tudo é relativo.

Mas vamos nos ater a nós, lésbicas. Nesse caso,  a rotina nunca precisa ser encontrada, não é mesmo? Pensem na vantagem que é as duas terem condições de fazer os dois papéis. Variar é tão bom…

Ok, ok. Vamos combinar que nem todas jogam igualmente bem no ataque e na defesa. Nem todas nasceram para artilheiras? Ah, eu ainda acho que querer é poder! Desafiem seus limites, abram as cabeças!

Brincadeiras à parte, como lidar com esses rótulos pré-estabelecidos?

Existe mesmo essa coisa de Ativa e Passiva? E as assexuadas? E as voyers? E as ecléticas?

É de enlouquecer, não é?

Primeiro precisamos estabelecer alguns princípios básicos, para só então tentarmos esclarecer o mistério:

Quando nascemos, somos classificadas segundo nosso Gênero: mulheres. Escrevem lá na nossa certidão de nascimento: sexo feminino. Em primeira instância, com base órgãos reprodutivos internos e genitais. Ou seja: tem vagina, é mulher.

Tinha um amigo meu que adorava frisar:

- Aqueles que na carteira de identidade forem do sexo masculino…

Ele tinha razão, porque… muito além do jardim, existem outras cositas más. Nada é tão simples assim.

Dentro de cada uma de nós há uma expressão interior, de foro íntimo, do senso pessoal de pertinência a um dos sexos. É a Identidade de gênero.

E nem sempre a identidade de gênero de uma pessoa é igual ao gênero sob o qual ela é classificada socialmente. Da mesma forma, identidade de gênero e orientação sexual não são a mesma coisa.

Transexuais podem ser gays, lésbicas, bissexuais ou heterossexuais, por exemplo.

Por isso quando minha irmã estava grávida e perguntavam:

- É menino ou menina?

Respondia algo que me fazia gargalhar:

- Quando o bebê crescer ele vai decidir.

Imaginem as reações apavoradas que ela conseguia causar.

Além do Gênero e da Identidade de Gênero temos a Expressão de gênero.

O que diabos é isso? É a expressão externa da identidade de gênero de uma pessoa. Como ela se veste, age, fala, etc. Características corporais “masculinas” ou “femininas”.

Também não é vinculada à orientação sexual. Só para relembrar: orientação sexual = atração física, emocional e espiritual por pessoas do mesmo sexo ou do sexo oposto (homossexualidade, heterossexualidade e bissexualidade).

Ao contrário do que muita gente pensa, a Expressão de gênero também pouco ou nada tem a ver com Papel Sexual.

Como assim?

É isso mesmo. Assim como uma mulher pode ser muito masculina e não ser lésbica, uma lésbica pode ser totalmente masculina e ser passiva na cama. E vice-versa.

Nem tudo que reluz é ouro, ou… as aparências enganam!

Além disso: há mulheres crossdresser (gostam de se vestir com roupas masculinas, podendo ser  hetero, homo ou bissexual), transformistas (que vestem roupas do sexo oposto apenas para fins comerciais) e as andróginas (misturam características físicas e comportamentais dos dois sexos, também podendo ser  hetero, homo ou bissexuais).

A cada dia surgem mais classificações, subclassificações, diferentes e inusitados comportamentos, porque… Não existe padrão para o ser humano, a verdade é essa.

Os Papéis Sexuais, de “masculino” e “feminino”, “ativa” e “passiva” são convenções. Grilhões de uma sociedade e uma cultura ocidental profundamente maniqueísta e repressora, não devem nem podem ser utilizados para caracterizar ninguém.

O equilíbrio só é atingido quando compreendemos e aceitamos que uma coisa não existe sem a outra. Todas as forças aparentemente contrárias (bem/mal, claro/escuro, certo/errado, masculino/feminino) na verdade são complementares. Existem dentro de nós e juntas formam o todo.

Por isso não adianta querer rotular: Ativa ou Passiva?

Na vida, nunca somos. Estamos. E estados são tudo menos imutáveis. É preciso se saber dançar conforme a música. Não se rotular, muito menos se castrar, deixar de fazer algo porque:

- Não sou butch.

- Não sou mulherzinha.

- Lésbicas não fazem isso.

Quem é que dita isso?

Gostamos de criar limites, parâmetros, defesas à nossa volta. Tudo bem, quem não entende? Precisamos de paredes, objetos, pertences, propriedades privadas, vidros nas janelas. Nos trazem uma falsa sensação de segurança e conforto, como num útero. Nada de mal nisso. A não ser que impeça que você avance, que acabe se tornando um portão de cela de prisão que se fecha e te separa de quem você realmente é.

Existe algo de fera. Existe algo de Quimera. Existem forças, vontades e desejos que negamos, sequer cogitamos aceitar em nós. É preciso não ter medo. Abrir bem os olhos e nos fitar, porque… por pior que possa parecer, somos nós.

Masculina, feminina, assexuada, andrógina… O que importa? Se você se olha no espelho e se acha maravilhosa assim, tá perfeito!

Importante é aprender a viver com e amar o que nós e as outras pessoas somos sem distinção de raça, cor, idade, orientação ou mesmo papel sexual.

Penetração com os dedos – ou “dedada”.

Tem quem não goste. Tem quem não chegue ao orgasmo desse jeito. Tem quem nem permita que aconteça.

Talvez por no dicionário penetração ser assim definida: “consiste no ato sexual de inocular o pênis dentro do canal vaginal feminino, nos casos de sexo vaginal, e inserido no epicentro anal do parceiro, nos casos de sexo anal.”

Ou porque o conceito de orgasmo de natureza vaginal veio de Freud, que afirmava que o orgasmo clitoriano era um fenômeno que ocorria em adolescentes, e após atingir a puberdade a resposta adequada das mulheres maduras mudava para o orgasmo vaginal com a penetração.

Ou seja: ou faz a pessoa pensar em pênis ou ajuda na teoria de que lésbicas são mulheres com a sexualidade infantilizada que ainda não encontraram o homem certo, por preferirem orgasmos clitorianos a vaginais (diz a lenda que para se ser lésbicas não se pode gostar de penetração).

Já discutimos um pouco esse assunto na parte 1, no item Dildo, lembram?

Porém, vamos prosseguir sem dedos. Ou melhor: com – cada uma escolhe quantos – eles.

Aliás, falando de “um é pouco, dois é bom, três é demais”, leiam o excelente artigo da Line na coluna Colando o Velcro, que explica tudo sobre isso, inclusive Fist Fucking:

http://paradalesbica.com.br/2008/12/3-e-mesmo-demais/

Até a mais insensível das mulheres sente prazer com penetração. Não adianta dizer que não. Quando bem feito então…

É físico! Biológico! As terminações nervosas na parte interna da vagina proporcionam esse prazer. É por isso que muitas mulheres lésbicas gostam sim que suas parceiras a penetrem com os dedos.

Isso não as faz serem menos lésbicas, muito menos suspeitas. Precisamos parar com essa paranóia.

Essa história de “falsa lésbica”, sinceramente, é uma grande besteira.

Será possível que não se pode curtir – muito e sempre! – os dedos mágicos da parceira, namorada ou esposa sem que se questione:

- Ela gosta demais de penetração, será falta de pênis?

Preconceitos idiotas, não devemos dar ouvidos a eles.

Ser penetrada por uma mulher, com os dedos ou com acessórios sexuais, é absolutamente diferente de ter relações sexuais com um homem.

Gostar ou não de sexo oral, vaginal, anal, com dildos, vibradores, dedos não determina a orientação sexual de ninguém.

Muita gente pensa que sexo lésbico se limita à sexo oral e esfregação. Chegam a perguntar:

- Mas o que vocês fazem? Não entendo!

Que falta de imaginação!

Tem quem morra sem conhecer o poder de um dedo indicador e de um dedo médio. Pena…

A natureza foi generosa com as mulheres. Com as lésbicas principalmente. Podemos fazer de tudo e mais um pouco na cama.

Um exemplo? Penetração simultânea. Os dedos das duas, ao mesmo tempo… Uhmmm…

Deixar-se penetrar pela parceira é um ato de entrega. Para muitas mulheres, entregar-se desta forma significa confiança, carinho, cumplicidade e intimidade. Amor mesmo.

Mas e se você não gosta ou se sua parceira não gosta? Tudo bem. Sem problemas.

Em se tratando de sexo, nada é regra. Nem mesmo a penetração.

Gosto não se discute, cada um tem o seu.

Ninguém precisa provar nada, muito menos na cama. As coisas fluem naturalmente.

O importante é as duas estarem de acordo e sentirem prazer. As formas são inúmeras, não é mesmo?

Preliminares – Jogos de intimidades psicológicas e de atos corporais que promovem o aumento da excitação sexual entre as parceiras.

Carícias, beijos, estímulos nas zonas erógenas, massagem para relaxar e descontrair o corpo, jogos sensuais (assuntos de conotação sensuais e danças), Jogos sexuais (striptease e fantasias eróticas), Masturbação, etc antes do ato sexual, para que se alcance uma satisfação sexual mútua ou o orgasmo.

Psicologicamente, as preliminares diminuem a inibição e aumentam o conforto emocional. Fisicamente, ajudam no processo que leva à ereção do clitóris e promovem o relaxamento, a expansão e a lubrificação vaginal, permitindo que tudo seja feito de forma… muito mais prazerosa.

Resumindo: preliminares não têm contra-indicação, pelo contrário: altamente recomendáveis, porque… ah, são tuuuuuuuudo de bom!

As preliminares são consideradas as precursoras dos orgasmos, mas não necessariamente as precursoras da preparação para a penetração, pois pode – e deve – acontecer atividade sexual sem penetração e que culmine num orgasmo.

Tudo bem, aqui a dúvida que não quer calar: onde exata e precisamente começa o sexo e as preliminares terminam?

Será que alguém pode me falar?

Confesso: tenho uma certa dificuldade em determinar isso. No caso de sexo com  penetração (de qualquer tipo) é fácil. Mas e sem penetração?

Óbvio que na hora H, ninguém vai ficar pensando:

- Ok, agora as preliminares terminaram.

Mas… não tem uma precisão científica, né? Ou tem?

Na dúvida, para que delimitar? Se a coisa flui tão bem que não se sabe onde as preliminares terminam e o sexo começa, daquele tipo que te faz perder o chão, a noção, a razão, etc e etc… Afe! Tá bom demais!

Apesar de ser a chave para obter uma relação de sucesso, pois são as preliminares que acendem a excitação que leva ao sexo, muitas vezes são banalizadas na relação.

É, tem quem ache perda de tempo. Por incrível que pareça!

Tem quem desconheça os prazeres e delícias além dos seios e dos órgãos genitais. Uma pena.

Ser criativa nas preliminares, abusar das mãos, olhares, língua, boca e pele. Dar-se tempo para ser acariciada e acariciar a parceira. Explorar, desvendar, decorar cada pedacinho dela. Beijar, roçar, se esfregar, rolar, mão naquilo, aquilo na mão, aquilo na coxa, aquilo no etc…

É fundamental! Faz toda a diferença.

Tão bom quando o orgasmo deixa de ser o objetivo e passa a ser a maravilhosa e incontrolável conseqüência…

Porque sexo envolve mais, muito mais. Possibilidades infinitas. Verdadeira Jornada nas Estrelas. Nossa missão? Ousar chegar onde ninguém jamais esteve.

Ótima tarefa para próxima 5ª feira!

Também quero recomendar as postagens da minha colega Aline S. (Tantra – Outra visão da vida e da sexualidade).

Acrescenta muito ao Pequeno Dicionário do Sexo Lésbico. Confiram!

O link é:

http://paradalesbica.com.br/category/colunas/aline-s-leszen/

É, eu sei… Eu disse que seriam só três partes.

Achei que dava, mas… como vocês viram, foi impossível.

Semana que vem a quarta e última – prometo! – parte.

Espero que todas estejam tendo um começo de ano maravilhoso e incrível, e que 2009 inteiro seja assim! Absolutamente intenso!


Leia Também:

22 Comentarios »

  • Carla disse:

    Concordo com as gurias que este dicionário poderia ser um livrinho de cabeceira. :P

    Amei suas dicas sobre não escolher o tipo de orgasmo. Ter todos é uma boa pedida e que a única forma de aprender é praticando. Sinto que teremos gurias mais felizes se seguirem seus conselhos. o/

    Ótimo ano para vc, Di! Brigadão por compartilhar este mundo de coisas que habitam em você.

    Bjus

  • disse:

    Di,

    Só um adendo ao comentário da Carla, livrinho… NÃO… tá mais pra enciclopédia… rs rs rs

    Só tô esperando a parte 4 pra completar minha instrução no assunto… credo… eu era analfabeta e não sabia…

    Muito bom… mesmo… tá arrasando.

  • Thata disse:

    Pessoalmente, esse Pequeno Dicionario tens sido o melhor das minhas quintas… Nossssssssss… Mal posso esperar pra proxima quinta.
    Bjaoooooooooooooooo

  • deh disse:

    sinceramente? nao precisa ser só 4 partes, se voce quiser fazer um livro eu compro.

  • victor disse:

    muito legal … eu amu mulher com mulher … qero me casar com uma BI disso tudo ai eu ja sabia mais bem interresante q finalmente algem ta juntando tudo em um dito dicionario … legal mesmo presizar d ajuda masculina avisaaaaaaaa…victor_soad_666@hotmail.com

  • Talissa disse:

    I feel so naïve

    Di, tu é tão sábia. Leu muito pra chegar nesse nível de conhecimento? hohoho

    ashduhasudhasuda

    Beijo!

  • Paula disse:

    O melhor das quintas com certeza…
    e se virar eciclopédia eu quero a minha cópia…
    hehhehehe

    beijos grandes diedra…e Feliz Ano novo…que você possa continuar a nos presentear com suas maravilhosas colunas e com seu jeito de tratar assuntos “tabus” tão levemente por 2009 todoo

  • kle disse:

    oi Diedra como sempre arrasando o que dizer de vc estou sem palavras pra descrever vc vc poderia lançar este dicionario que vc vai vender muitos ele nos ensinam muitas coisas so tenho que dizer obrigada por tudo feliz 2009 a vc bjusss

  • Andressa disse:

    Nossa,Adorei msm!
    Comecei pelo final…rs
    Mas acabei lendo tudo.
    Diedra concordo plenamente…
    Q cabeça aberta..”Tudo de bom!”
    kkkkkkkkkkkkkkkk…

  • Nanda Lírio disse:

    Tudo de bom é pouco…..rs….esse dicionário….vai acabar entrando…..para história…..rs…..tô adorando todas as dicas….e concordo….plenamente contigo Di….bjão

  • Téh disse:

    Concordo com as gurias que este dicionário poderia ser um livrinho de cabeceira. :P

    Coluna maravilhosa, ao mesmo tempo que é informativa, chega a ser muuito divertida pra outras.

    adorei mesmo, feliz 2009

  • Diedra disse:

    Meninas Lindas e Maravilhosas,
    Td bem?
    UFA!
    Depois da maratona do final de ano, 2009 já começou de vento em popa, né? Espero que todas tenham reabastecido os motores!
    Brigadíssimo pela participação, mesmo num momento tão corrido.
    BJ GDE no coração de todas!

    Carlinha,
    Sim, praticar é preciso! rs rs
    Principalmente depois de tantos novos conhecimentos. UPGRADE total, amiga! rs rs
    BJIN!

    Rê,
    Enciclopédia? Caramba!
    pior que ainda vai ficar faltando um mundo de coisas. Esse assunto é infindo!
    Nem me fale sobre analfabetismo. Tô aprendendo horrores com essa coluna. Boa sorte imensa, hein?
    BJUS!

    Thata,
    Td bem?
    Brigadíssimo!
    5a que vem é a última parte. Espero que goste também!
    BJUS!

    deh,
    Brigadú, viu?
    Mas 4 partes tá bom, né? Já tá até ficando cansativo…
    BJ GDE!

    victor,
    Que posso te dizer?
    Boa sorte! (algo me diz que vc vai precisar de muita!)
    BJAUN!

    Talissa,
    Um elogio desses… Como agradecer?
    Apesar de saber que é um exagero, viu? Tô aprendendo e engatinhando ainda!
    Li e leio muito sempre, amiga!
    Como diria meu pai: ainda bem que podemos ler, pra não ter que vivenciar e sentir na pele todas as coisas, né?
    BJUX!

    Paula,
    Muito, mas muito obrigado!
    Nossa, pra enciclopédia falta muito!!!
    Mas quem sabe um dia, né? Com muita ajuda…
    BJ GDE!

    kle,
    Amiga, eu que fiquei sem palavras. Só posso te agradecer!
    BJ GDE!

    Andressa,
    Que bom que tá gostando! Espero não deixar a peteca cair no final (tô me esforçando).
    Ah sim, mente aberta sempre!
    BJUS!

    Nanda Lírio,
    Valeu!
    Entrar pra história? UAU! Mega elogio!
    Brigadíssimo!
    BJIN!

  • Diedra disse:

    Oi Téh!
    Valeu, amiga!
    Brigadú, viu?
    Um 2009 maravilhoso pra vc tb!
    BJ GDE!

  • Mery disse:

    Di, Parabéns mais uma vez. Continua altamente instrutivo.
    Só um detalhe: como leiga no assunto, contando apenas com experiências conhecidas e pessoais, não científicas, sei que a maioria dos anti-depressivos não têm o poder de causar clímax espontâneo, muito pelo contrário. Eles são responsáveis por disfunções sexuais, falta de libido e dificuldade em atingir o orgasmo (quando se atinge). O que acontece na maioria das vezes, é que quando se para abruptamente de tomá-los (o que não aconselho), a libido aparece com força total mas não a ponto de orgasmos espontâneos.

    Já disse no e-mail mas vai de novo: Feliz 2009.

    Beijos

  • Carla disse:

    Comentando seu comentário, pq vc sabe que eu não resisto, né!

    Talissa, [...]: ainda bem que podemos ler, pra não ter que vivenciar e sentir na pele todas as coisas, né?

    Hum… neste caso acho que vivenciar e sentir na pele todas as coisas é muito bom! Uh! Dá-lhe pele!

    Ah, outra coisa, vc poderia deixar nas suas postagens o link do seu conto no abc. Está simplesmente tudo de bom! (apesar de eu ser meio suspeita, mas enfim, que é bom é messssmo!)

  • Carla disse:

    Pequena correção pra eu não perder minhas orelhas tão queridas: seu conto no abcLES :P

  • Diedra disse:

    Oi Mery!
    Td bem?
    Brigadú, viu?
    Olha, achei essa informação num site médico, mas tb achei bem estranha. Prefiro acreditar no q vc disse.
    Agora, isso de orgasmo espontâneo, seja como for, soa muito ARQUIVO X, não acha não? Mas… tinha que repassar a informação, fazer o que?
    BJ GDE!

    Carlinha,
    Qdo eu disse pra não ter que sentir na pele, queria dizer em caso de situações dolorosas, não com relação a sexo, né?
    Foi o cap do MANUAL que escrevi ontem, sabe como é…
    Valeu a dica!
    BJUS!

    Meninas, pra quem quiser dar uma conferida, o link do MANUAL PRÁTICO DE COMO SE PERDER A ALMA no abcLES é:

    http://www.abcles.com.br/modules/mastop_publish/?tac=Quintas

    Confiram, please!

  • Pequena disse:

    Olá linda.td bem??

    bom, sempre comento no seu orkut ou e-mail, e hj decidi aparecer por aqui rsss…

    caraca estou adorando esse dicionário, tá exelente… e vou te confessar uma coisa. Sou completamete leiga em muitos assuntos.
    Estou aprendendo mtas coisas boas aqui rsrs.
    Aguardo ansiosamente a parte IV.
    Sua coluna está exelente, todos os tema apurados são interessantíssimos, vc passa suas mensagens de uma maneira mto bem humorada, o que agrada e insentiva as pessoas lerem. Parabéns!!!!
    bjusssssssssssssssssssssssssss

  • Li disse:

    Amiga lindona!… rs… fico alguns dias sem internet, celular e coisa que me ligam ao mundo e qdo volto o dicionário tá enormeeeeeeee… hehehehehe
    Gostei da parte do 69 em pé…rs… será que eu consigo? Vou testar pra ver se não perdi elasticidade, força muscular e auto-controle.. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Ah, sexo é sempre bom… e mto melhor qdo feito com amor… e eu como capricorniana mais viciada em sexo que vc conhece (kkkkk), tinha de terminar de ler o seu dicionário que ficou ótimo!

    PS: Vou te ligar, precisamos tomar o chopp de comemoração do meu aniversário.
    Beijos e saudade de vc e da Ruiva!

  • Line disse:

    Ainda bem que não terminou no 3º não é mesmo? husahsuahsuashasuhusa’
    Muito legal mesmo, quando agente pensa que sabe tudo sobre sexo, sempre tem coisas para complementar e saber mais e acho que isso acontece em todos os pontos do saber, não só no sexo é claro.
    Adorei as citações sobre a minha coluna aqui nesses artigos, fico muito feliz e da outra Aline também (que é lindissíma por um acaso) que faz um trabalho super legal, sempre achei o sexo tantriaco muito interessante.
    Enfim, espero pela 4ª parte. Beijos Diii, se cuida.

  • Diedra disse:

    Meninas Lindas e Maravilhosas,
    Td bem?
    Só pra dizer que meu segundo conto – AMOR ÀS AVESSAS – está sendo postado nas Histórias Abertas (não precisa assinar para ler) do abcLes:

    http://www.abcles.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=103&page=1

    Se puderem conferir, comentar e ajudar a divulgar, eu agradeço muitíssimo, ok?
    BJ GDE!

  • Laí disse:

    Nossa eu era analfabeta! Hahaha. Mas agora falando sério esse mundo é totalmente maravilhoso e deliciosamente interessante. Muuuuuito boa a matéria. Ah tô adorando o site, ta me tirando umas boas e grandes dúvidas sobre o assunto. Parabéns Diedra, tu é muito boa escritora! Beijao

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