Vocês vão rir, mas estava realmente aqui me questionando.
Questão genética ou produto do meio?
Alguém, por favor, pode me dizer?
A ruiva diz que apesar de só ter se assumido quando veio morar sozinha no Rio de Janeiro, sempre foi e sempre soube.
E que inclusive, se lembra de, na mais tenra infância (com seis ou sete anos, não é isso, amor?), ficar esperando a amiguinha por quem era apaixonada no portão, vestida com seu macacãozinho de piloto de fórmula 1.
(Suspiro. Ai, ai… Lindinha ela, não?)
Isso me faz voltar à minha própria infância.
Tudo bem, quando eu era criança detestava vestidos, frufrus, rendinhas e tudo que fosse rosa.
Meu desenho preferido era “A Princesa e o Cavaleiro”.
Para quem não conhece, é um mangá e anime de Osamu Tezuka cuja história é basicamente a seguinte:
No Céu, antes de descerem para a Terra as crianças recebem um coração. Para os meninos, azul. Para as meninas, rosa. Um anjinho, em mais uma de suas travessuras, faz uma menina engolir o coração azul e graças a isso ela fica com dois corações.
Por isso, quando nasce a princesa Safiri, ela é anunciada por engano como um menino ao invés de uma menina e a mãe dela (o pai tinha morrido) é obrigada a manter a farsa, já que as leis determinam que só homens podem governar e o próximo na linha de sucessão é um tio malvado que elas não podem deixar ficar com o trono.
Na época era inconsciente. Ou não?
Impossível saber, mas… óbvio que não era por acaso que eu me identificava tanto com essa menina com dois corações.
Incrível como até em coisas aparentemente ínfimas nossa verdadeira essência vem à tona.
Lembro também que no meu aniversário de 6 anos minha avó elogiou o vestido que eu estava usando, daquele jeito doce que só as avós tem:
- Está parecendo uma princesa!
E sabem o que aconteceu?
Eu nunca mais quis usar aquele vestido de novo!
Princesa, eu? Nunca!
Queria mesmo era ter um tênis Kichute (só os meninos usavam), um Falcon “olhos de águia” e fazer Karatê.
Mas isso por si só não tem nada a ver.
Poderia ser apenas uma feminista nata, não é mesmo?
O fato é que acabei tendo várias Melissinhas, Susies e fazendo Balé Clássico.
Ironia do destino? Nada… Minha mãe tentando inutilmente refrear aquilo que ela, provavelmente, já percebia, e eu, infelizmente, não.
Digo infelizmente, mas até que ponto me descobrir e assumir antes dos 24 anos teria me trazido um sofrimento que não tive?
As coisas acontecem na hora certa. Acredito muito nisso.
Hoje sei que quando tinha 13 anos era perdidamente apaixonada pela minha melhor amiga. Mas na época jurava que não foi por ela ter arranjado um namorado que brigamos e nos afastamos. Ou melhor: eu briguei e me afastei.
Por que será que eu não via, não percebia?
Gostar de mulheres não era uma opção. Na minha cabeça sequer existia.
Eita, burrinha!
Quanta desorientação!
- Não fomos educadas para pensar nessa possibilidade. – é o que sempre me diz minha amiga Carla, querendo desculpar minha falta total de percepção.
Só na faculdade de teatro, quando as possibilidades e realidades lésbicas começaram a se esfregar na minha cara, é que uma certa… – como definir? – começou realmente a se manifestar.
Intensa curiosidade? Calor? Coceira?
Interesse. Vontade. E desejo, claro.
Como eu nunca tinha sentido igual.
Mas recusei várias oportunidades. Encarar mesmo, só quando fiquei apaixonada.
Ainda assim, antes de tomar coragem, lembro perfeitamente de uma conversa com duas amigas, bebendo no quarto que dividimos no Festival de Teatro Universitário de Blumenau. Fui direta. No ponto que tanto me incomodava:
- Eu ficaria com uma mulher, mas… Ah, não sei… De peito eu não tenho nojo, mas… enfiar a cara e a boca lá…
Gritos histéricos. Meus e das meninas.
Uma delas confessou, já em pé na cama, se abanando:
- Ah, eu encarava!
(Anos depois, a encontrei numa boate GLS com a namorada)
A outra disse:
- Credo! Aquela coisa peluda e molhada? De jeito nenhum! Gente, que conversa é essa? De onde saiu esse assunto?
Realmente, de onde, né?
Eu não conseguia mais me controlar, a ponto de nem me importar em dar uma bandeira dessas. Chega a ser engraçado!
Agora voltando: sempre fui ou virei?
Não sei.
Mas importa?
Depois que meu primeiro casamento terminou fiquei confusa. Sem saber se gostava de mulheres ou não. Afinal, ela tinha sido a primeira e única.
Fiquei com outras, mas não foi a mesma coisa. Nem poderia. Estava ainda apaixonada por minha ex.
Na dúvida, acabei ficando com um cara.
Apesar da onda de preconceito terrível que tive que enfrentar, por parte de meus amigos gays:
- Vai virar hetero agora?
Como se fosse uma doença contagiosa.
Sim, porque o preconceito é uma via de mão dupla, todas já devem estar cansadas de saber.
Mas disso trataremos num texto só sobre isso, ok?
Fiz sexo com o tal cara, e… não posso reclamar.
Ele era ótimo. Bom de cama, carinhoso, inteligente. Peruano. Descobriu que eu estava ensaiando “Bodas de Sangue” e ficava recitando Garcia Lorca em espanhol no meu ouvido. Um encanto.
Sabia que eu tinha acabado de sair de um casamento lésbico, e por isso depois do fato consumado, ainda na cama, me perguntou:
- E então? O que é melhor?
Não o julguem mal. Ele era realmente fofo. Preocupado, inseguro e curioso, nada de preconceituoso na frase. Tudo muito natural e simples. Nem um pouco constrangedor.
Tanto que respondi com uma sinceridade sem pudores:
- Gosto mais de mulher. Sorry…
E pensei:
- Nossa, com mulher é outra coisa!
Para mim, ficou resolvida ali a questão.
Leiam:
- Gosto não se discute!
- Opinião é que nem bunda, cada uma tem a sua!
E não: sexo lésbico é melhor.
Digo e repito: cada uma sabe muito bem qual a sua preferência e orientação.
Assim espero eu.
Mas a questão aqui é outra: sempre fui ou virei?
Mil desculpas, mas… ainda não sei.
Não tenho a resposta.
E vocês?


















Que eu saiba eu sou hetero, mais tem vezes que naum aguento, de vontande de ficar com uma garota, poderia ter de 17 a 26,anos..
alguém quer conversar comigo a respeito do que eu disse aqui??
beijos e grata a atenção de todas!
1.Meus pais não tiveram essa vontade de ter um menino.
2.Eu sempre adorei brincar de boneca(e me viciei em teleisão e livros)
3.Não detesto vestidos (rs rs eles até que são úteis em algumas situações)
4.Gosto de me maquiar e de arrumar meu cabelo.
5.Detestava futebol (ainda detesto)
6.Detestava brincar de carrinho.
7.Sentia um imenso prazer em bater nas menininhas,fazia de tudo pra brigar.(rsrs)
E sigo as regras em outros:
1.Eu tinha um escravo(amigo) do sexo masculino que fazia todas as travessuras que eu pedia.
2.Adooraaava brincar de maridinho com minha prima/vizinha.
3.Nunca me apaixonei por um coleguinha(e nem por meninas)quando era pequena.
4.Eu assistia Xena a princesa guerreira e achava o máximo (mas só fui perceber que se tratava de um seriado lesbico anos mais tarde)
5.Surtei quando beijei a minha primeira namorada (eu tinha 13 e ela 18,e eu não lembrava da história com a priminha)
6.Já fiquei/namorei com loiros, morenos, ruivos ,altos, baixos ,musculosos, gays[...] e não consigo nem ao menos ser bissexual (rs, bicampeã como diz uma amiga minha)
7.Meus pais já me pegaram com uma ex e minha vida é um inferno até hoje(eles pensaram que se tratava de uma fase)
e é isso sou lésbica e pronto.
Todos que ouviram isso deram risada, não sei pq…
eu NÃO quero virar hétero..rs
Bom, eu lembro que quando era menor sempre gostava de jogar futebol e várias outras coisas que meninos gostavam de fazer. Minha mãe sempre me recriminava por isso, acho que ela sabia o que estaria por vir. Nunca me apaixonei por meninas na minha infância.Mas lembro pouco que algumas vezes troquei selinhos com minha prima.Sempre fiquei com meninos.
Em minha adolescência tive uma professora que parecia “meio homem”, e eu tive a curiosidade de saber se ela era ou não lésbica.Através dessa curiosidade, acabei me apaixonando.Nada aconteceu. Comecei a namorar com um homem, e esse namoro hoje tem 3 anos.Apesar de namorar e amar ele, tenho um amor platônico por uma amiga. Já tentei várias vezes algo ou até mesmo falar que sou bi, mas ela é hetero e preconceituosa com pessoas “assim” que vivem ao seu redor.Ainda tenho a curiosidade de beijar uma mulher. E minha mãe, preconceituosa como sempre não sabe que tem uma filha bissexual em casa, rs. Alguém quer me ajudar???
Resumindo tudo, e respondendo a pergunta. Penso que todos nascem bixessuais e têm tendências.A maior tendência é virar heterossexual devido a sociedade.Alguns de repente “sejam” heterossexuais com a influência da sociedade, mas algo influencia e eles se descobrem.Ou então sem essa influência, eles nunca descubram que eram gays, lésbicas, etc…
Primeiramente queria dizer que AMEI o texto! Ri muito em algumas partes, porque tive vários “de já vú” de situações minhas.
Tenho 24 anos e fico com meninas desde os 16. Sou farmacêutica e já li vários artigos a respeito, inclusive procurando ação de hormônios na gravidez e influências genéticas. Acontece que até hoje ninguém sabe o motivo. Deve ser multi-fatorial, um pouco disso e daquilo, como um molho de macarrão: você coloca um alho, um orégano, uma cebolinha, uma carne moída, uma salsinha, e o sabor final é a somatória de tudo.
Acho que na nossa vida diversos modelos de relacionamento que temos, tanto olhando nossos pais, coisas que vemos na TV, experiências inter-pessoais com amigos e famílias que insoncientemente marcam a gente de alguma forma… E somando isso tudo, a nossa personalidade vai se moldando, até que viramos um molho de macarrão hétero, bi ou gay. Mas o sabor do molho, no final, é aquele sabor que nos faz sentir melhor, mais felizes, mais à vontade. É o jeito que nossa cabeça interpreta o mundo e se sente bem e acolhida. Não é uma opção, nunca. Mas pode ser que a gente não nasca assim, que a gente “vire” mesmo, mas novamente, não é uma opção, algo consciente, são as nossas experiências de vida que marcam a gente de uma determinada forma, e o mesmo tipo de experiência pode marcar duas pessoas diferentes de maneiras diferentes.
Mas acima disso tudo, concordo que o motivo de ser isso ou aquilo nao importa muito. Acredito que o mais importante é irmos atrás do que achamos que pode nos fazer feliz. Só temos uma vida, e num belo dia ela acaba, então acredito que testar, ir atrás do que se tem vontade e, acima de tudo, conseguir ACEITAR-SE da forma que se é, é o ponto central. Só a partir daí é que uma pessoa poderá ser plenamente feliz.
Um abraço!
Gostaria de pedir sua autorização para colocarparte de suas declarações no meu livro,posso? se autorizar escreva um e mail pra mim psicofutura2002@yahoo.com.br
Obrigada
Já me perguntei, eu comigo mesma, várias vezes. Eu sempre admirei EXTREMAMENTE as atrizes, cantoras, artistas em geral. E os homens? “Ah, ele é bonitinho até!”, “aham, tem talento!”, eu dizia, mas nada de fantasias com Brad Pitt ou Leonardo Di Caprio. Eu era mais a Angelina Jolie e Charlise Theron.
Falando de comportamento… Tive a fase em que usei tênis masculino, calça larga e andava de skate, mas também tive a fase Barbie. E foi na fase Barbie em que me apaixonei LOUCAMENTE pela minha melhor amiga. Quando a amizade acabou eu passava dias e noites inteiras chorando pela menina e minha mãe (sem preconceitos e suuuper cabeça aberta) me dizia que eu estava apaixonada. E eu? “Ai mãe, cala a boca, que nojo!”. Afinal, na época eu namorava o menino mais popular do colégio, que ironia.
Enfim… Depois de muito me perguntar… Sim, eu nasci lésbica, só demorei um pouco a assumir (apesar de me chamarem de precoce) e ainda hoje, com 17 anos, eu passo por crises existenciais… Vai entender!
Amei a coluna! Beijos meninas!
sempre fui, jogava bola com os meninos na rua, preferia o carrinho do meu primo do que minhas bonecas, mas eu como era uma pobre criança inocente não pensava nessa opção, enfim, hoje sou o que sou, não assumida ainda, como vc disse ‘tudo tem seu tempo’, arrazou no post, beijos!
Contudo, analisando a minha vida, eu vejo que sempre fui diferente… Quando criança eu detestava os meninos, e embora não tivesse consciência do meu desejo pelas meninas, eu só admirava a beleza feminina.
Na adolescência eu percebi que algumas meninas me atraíam, mas eu não dava importância a isso e namorava meninos.
Tive inúmeros namorados, que nunca me realizaram totalmente; mas eu achava que apenas me faltava encontrar o cara certo.
Quando eu finalmente fiquei com uma mulher, entendi que era isso que me faltava pra ser feliz de verdade.
E pra quem acha que eu virei lésbica porque os homens me decepcionaram, eu digo que foi a minha primeira namorada quem mais intensamente me magoou, e apesar disso eu continuo querendo ficar com mulheres.
E por fim….sou lesbica e pronto.Nunca pensei que um dia eu estaria tão proxima do meu medo!!ex-medo.!
Primeiro tenho que agradecer ao Google, por me apresentar este site.
Acredito que em alguns casos, já nascemos com essa “condição”, em outros, acredito que em algum momento de nossas vidas, tenhamos que passar por esta experiência.
Dificil ser gay?
Creio ser mais dificil nos aceitar gay.
O primeiro encontro com esse nosso “eu” é meio confuso em certos casos, entretanto, quando aprendemos a nos aceitar sem culpas por não sermos “o padrão” da familia e da sociedade… nossa vida flui.
Depois de 40 anos, posso dizer que o que importa realmente é sermos felizes… e felicidade é uma conquista puramente interior.
Sejam felizes e Viva o amor!!!
Belo texto.
Pelo menos acho que sempre fui, mesmo tendo descoberto isso 23 anos depois. Mas sei lá, depois que a gente descobre começa a ligar os pontos e tudo faz mais sentido.
Mas também o que importa “ser” ou “estar”?
O que vale é ser feliz, não importa como ou com quem.
sempre fuui bem mulecona, soltava pipa, jogava bolinha de gude, TUUDO DE MENINOS eu faziia, ODIAVA vestidos. Mais eu não sei oque aconteceu EU SEMPRE FUUI OU VIIREI ? também me pergunto isso toodos os dias. e Fiico aqui o tempo toodo tentando entender …
Eu ja fiiquei com varios meninos, alias tenho um namorado ja faz 1 ano
e eu naum sei se eu goosto mais dele. ( eu não gosto mais dele )
Mas de algum tempo pra ca, eu começei a me atrair por meninas. Não pelas minhas amigas, mais por qualquer menina LIINDA qe eu vejo na ruua .
E eu preciso muuito de ajuda, afiinal
não sei oque realmente eu soou ! ” BI, LESS, ou uma menina confusa ” :S
VOOCEIS ME AJUDAM ?
Então resumindo : acredito que nós nascemos lésbicas e não simplesmente nos tornamos até pq, acho difícil sermos “frutos do meio” em uma sociedade tão preconceituosa.
Bjs e Feliz Natal meninas :]
;**
Eu comecei a sentir atração por garotas quando tinha, sei lá, seis anos. Mas eu não entendia mesmo (eu nem sabia o que era lesbica). Cara, eu gostei de tantas garotas que perdi a conta, mas amar mesmo, só umas poucas vezes… Acho que só quando eu tinha treze anos foique tive uma noção do que eu era. Depois, isso explodiu dentro de mim, como se estivesse la o tempo todo, so esperando o momento certo para sair do controle.
Acho que eu sempre fui assim, e tenho certeza de que sou isso, mesmo não tendo namorado com ninguem ainda.
Beijos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Também me descobri lésbica aos 24a e essa pergunta não calava: sempre fui ou me tornei?
A melhor resposta encontrei em uma revista de psicologia (Mente e Cérebro, ano XIV, nº165 – Existe Escolha? As múltiplas raízes da homossexualidade. site abaixo).
A matéria narra casos de pessoas que se perceberam homossexuais desde crianças, outras na vida adulta, outras que tiveram longos relacionamentos homossexuais e voltaram aos relacionamentos hetero e outras que, após a cirurgia transsexual, passaram a desejar pessoas de seu novo sexo.
A conclusão: a orientação sexual é um “continuum” e pode ser determinada por N fatores. Ou seja, ao longo da vida, as pessoas podem manter a mesma orientação sexual ou não ou mudar mais de uma vez.
Para mim, a resposta ficou sendo: “o futuro, só Deus sabe e olha lá!” ou “não boto minha mão no fogo nem por mim” ou “não posso garantir nada”.
E o melhor: a pergunta deixou de me afligir, quando concluí que a resposta é inconclusiva e irrelevante. O que vale mesmo, mesmo, é seguir nossos desejos e ser feliz.
http://www2.uol.com.br/vivermente/edicoes_anteriores/_2.html).
Td bem?
Agradeço IMENSAMENTE a cada uma que deixou seu comentário. Brigadíssimo por dividirem um pouco de suas vidas. É na troca, no diálogo que existe crescimento.
Sem isso essa coluna não teria graça nenhuma.
Infelizmente, não consegui responder a todas (mas li), 2009 pra mim foi um ano atribulado… (separação, livro, namoro à distância, viagens mil, etc)
Loucura mesmo. Me dividi em mil e ainda assim n foi o bastante… Enfim..
Vamos fazer o seguinte?
Responderei as postagens a partir de 2010, ok?
BJ muito mais do que imenso!
Eu só “descobri mesmo” com 24, mas sabe de uma coisa?
Pensando na infância, é fácil dizer que sempre fui… Paixonites por professoras, atrizes, amiguinhas… Isso sempre existiu.
Mas na época parecia irrelevante. Talvez por isso levei tanto tempo?
N sei…
Importa?
O passado já foi e o futuro ainda não existe. Vívido é o presente, que é o amor profundo, integral e pleno que sinto pela minha mulher.
BJ mega gigante!
Tati,
Vc quer casar com um homem ou com uma mulher?
Se for com homem, em qq cartório pode.
Se for com mulher, infelizmente, no Brasil ainda não é possível.
Existem formas alternativas, que vc pode pesquisar no site, ok?
BJ hiper gigante!
Alessandra,
É isso aí!
O importante é ser feliz, amiga!
BJ ultra gigante!
Kira,
Minha amiga,
Espero que vc ache a garota certa e seja infalivelmente feliz!
BJ super gigante!
Mina de Minas,
Concordo com vc, viu?
E acrescento:
“Ninguém é obrigado a se comprometer com uma opção. Acredito na completa mobilidade sexual do “vamos ver” na cama. Para que se comprometer com rótulos e papéis determinados?
Perdoem-me os que pensam o contrário, mas quem não está aberto a novas possibilidades só se limita e perde belas oportunidades.”
( André Fischer – Como o mundo virou gay? – crônicas sobre a nova ordem sexual – 2008, pág 16)
BJ muito mais do que imenso!
vejo que muitas meninas só se descobriram com 20 e poucos anos, e eu aqui com meus 15 já sei e me aceito desde os 14..
bjoss
Td bem?
É… hj em dia fica cada vez mais fácil, né?
FELIZMENTE!
BJ suuuuuuuuuuuuper GDE!
Falou e disse, linda!
Concordo em gênero número e grau!
BJ ultra gigante!
KisseSsS
Td bem, linda?
Agradeço seu comentário de coração, acrescentou muito, é dialogando q a gente troca e cresce, n tem outro jeito.
Só q eu discordo totalmente de vc…
Portanto, preciso contestar (quem cala consente) e tentar expor melhor o q eu penso:
Acho que vc está sendo um pouco radical ao generalizar as coisas, pq pessoas são diferentes, não existem duas iguais.
Sei que não sou bissexual pq nunca me apaixonei por um homem, e para mim, orientaçào sexual está muito mais ligada a afeto do que a sexo.
Como diz um amigo meu: sexo é sexo, vc faz até com vc mesmo…
Lembre-se que preconceito é uma via de mão dupla!
Sabe qdo a gente afirma: esse cara odeia tanto viado, deve ser enrustido?
Pois é…
Bom, não respondo por ninguém além de mim, e te digo: sou lésbica pq só me apaixono e amo mulheres. Simples assim.
Se me permitir uma última frase pra refletirmos as duas:
“O maior inimigo da verdade, não é a mentira e sim, a convicção.”
(Friedrich Nietzsche)
BJ muito mais do que imenso!
Diedra amo seus textos e te acho uma escritora incrivel (A verdade é que eu tenho uma invejinha boba das pessoas que escrevem super bem!)Vc é incrivel *-* Bjinhus.
A minha infância foi com brincadeiras masculinas, como jogar futebol no meio da rua, e também femininas como brincar de Barbie com as meninas.
Sou uma mulher feminina, mas não exageradamente feminina. Uso salto, maquiagem, gosto de cuidar da aparência, mas tudo sem exageros. Também tenho gostos bem masculinos. Sou daquelas de ficar discutindo futebol numa roda de homens por horas. Meus amigos (homens) todos dizem que sou a mulher mais fanática por futebol que já conheceram e acham graça nisso, eles nem sonham que eu também gosto de mulher
.
Respondendo a pergunta: acho que já nasci assim, mas demorei pra descobrir. Ou melhor, demorei (muito) a aceitar… Hoje estou tranquila comigo mesma, mas não conto pra ninguém. Acho que ninguém tem a necessidade de saber com quem você vai pra cama.
No meu caso específico… Acredito que nascemos com sensações e vontade adequadas ao nosso conforto e prazer. Sempre gostei de ficar ao lado de mulheres, as achava mais dóceis, carinhosas, meigas, fofas, gentis, etc.
Tinha a mania de vender minhas bonecas, ao ponto de não receber mais bonecas de presente de seu ninguém, mas jogar bolas, não foi a minha praia não.
Quando estudei no meu ensino médio, fiquei apaixonada pela professora de inglês, apesar de não compreender na época o que se passava comigo…
Diante de tantas mensagens subliminares, não há o que se questionar… Nasci lésbica e não entendia o que se passava comigo. Quando percebi que estar com uma mulher é muito mais prazeroso, resolvi mudar radicalmente a minha vida e fui morar com a pessoa especial que me mostrou um mundo que eu fazia parte e não havia descoberto até o momento.
Amar uma mulher é amar a si mesma, você se identifica muito mais…
Não quero levantar nenhuma bandeira, simplesmente defender o meu ponto de vista. Sou lésbica e sou feliz assim…
Já que nos perguntou… Responder não ofende… Acho que também nasceu Lésbica com as sensações que mais te dava prazer… Falo todas as sensações: prazer, alegria, felicidade, sentimentalismo… Você deve se conhecer mais do que qualquer uma de nós… Sei lá…
Eu tive a minha primeira “experiência” com uma menina a pouco tempo atrás… foi somente um beijo , o qual achei bem mais prazeroso do que com um homem … eu sou uma menina certinha , não costumo sair … mais oq se passa na minha cabeça ;x tipo, vcs vão rir da minha cara … mais tive um amor pela internet , o qual era uma menina que me apaixonei perdidamente , ela tbm gostava de mim , mais por distancia naum tivemos um relacionamente real … hoje tenho , um outro amor pela internet , o qual ainda acontece e sou muito apaixonada por ela … e se tudo der certos , vamos nos encontrar em breve.
Pouco tempo atrás contei pra minha mãe que sentia atração por meninas e ela me disse umas coisas , estranhas , mais não me contrario … e disse que é pra mim me decidir sozinha , independete do que for ela vai me amar.Depois disso que eu comecei a me questinar ainda mais do que eu realmente sou,e todos os caminhos levam :eu ser lésbica … não vejo nada de mal nisso , pq eu gosto , não acho nojento … queria muito a opinião de alguem sobre a questão de me assumir agora , sem ter tido relacionamento com meninos , eu beijei , mais nada de mais … eu , sinceramente não tenho vontade nenhuma de namorar um garoto… na minha cabeça é só meninas , meninas e meninas rs …falei e falei de mim e não falei da coluna rs …
Frequento varios blogs les e gosto muito desse …
voltando ao assunto …eu sou assumida para minhas amigas mais intimas … “assumida” no modo de enxer a boca a dizer ” eu gosto de meninas” quero muito namorar e meu amor tá longe , e ainda naum tenho experiência o bastante pra chegar em uma menina, então fica mais dificil ainda … vai ser minha hora , mais eu qero demais que chegue logo k enfim , falei de mais , e ficaria muito feliz se alguem me respondesse (:
bjs
Por que comessei a gostar da minha melhor amiga é hoje estou namorando com ela! estou mto felixx!
beijo valeu
Na verdade, lembro-me bem de quando eu na mais terna idade (tinha 4anos) entrei na escola. Eu nunca gostei desde pequena que bagunçassem meu cabelo, mais tinha uma menininha que vinha rindo e bagunçava ele todo… Qualquer outra pessoa eu sempre gritava, olhava feio, mas ela era tão gostoso quando fazia, rss! Estudamos juntas até meus 6 anos e foi quando perdi o contato, os pais dela mudaram de cidade. Como já sabíamos as duas escrever prometemos escrever cartinhas, Cheguei a mandar duas e ela respondeu.. Mas nem sei porque paramos, rss!!
Depois com sete anos tinha uma outra menininha… Ela gostava muito de ler para mim, e eu.. simplesmente adorava! Eu queria fazer teatro na época.. então sempre “encenava” as coisas que ela lia… Um dia ela leu Romeu e Julieta (eu tinha 9 anos), resolvemos “encenar” juntas… Na hora do beijo rss.. irmão dela a chamou e nunca mais fizemos “encenações” juntas…
Mas a amizade continuou… E quando ela arrumou um namorado, eu brigava com ela o tempo todo (ciúmes?! Não sei)
Depois disso aconteceu meu primeiro beijo (com uma mulher), o segundo (com um menino), meu primeiro namoro com uma menina (e depois com um menino).. o fim do namoro, ela casou, teve filhos… Perdemos contato aos 15 anos e reencontramos 6 anos depois… E ela disse:
Sempre gostei de vc! E sempre soube desde os nove anos!!!
Então eu acho que os outros sabiam mais do que eu mesma… porque eu… Levei anos para aceitar, até o fim do primeiro namoro foi porque “ela é menina, gosto dela.. mas é menina!”
Tenho 28 anos,sempre fui mulherzinha, não me lembro de nunca ter sentido atração fisica ou curiosidade de estar com uma mulher.
Só me relacionei com homens a vida toda, mas sempre disse que não entendi porque resolveram juntar universos tão diferentes e tentar faze-los encaixar-se.
Sempre acreditei no “principe encantado”, que haveria um cara certo, que me amaria, cuidaria de mim, que seriamos grandes companheiros, teriamos uma linda familia, etc etc, ai veio a vida real: primeiro namorado eu tinha 15 anos, nem gostava muito dele, mas todo mundo namorava, eu queria namorar tbm, odiava quando ele tocava em meus seios, não sentia nada, 4 meses depois, dei uma desculpa qualquer e sai fora, mas sentia falta de companhia, sentia falta de troca, conversas (adoro conversar, o dia que me apresentarem experiência mais fabulosa que longas conversar enriquecedoras, talvez eu mude de opinião), me sentia sozinha, aí buscava conhecer garotos, pq era o que me atraia, mas não o que me completava (vejo isso agora). Outra namorado, perder a virgindade, uma porcaria, 4 meses depois, tchau….e todas as sensações de novo. Próximo, ótimo sexo, ótima companhia, namoro a distância, primeiro amor de verdade, mas não deu certo, sofri que nem uma condenada durante 1 ano e meio, tentava seguir em frente e sempre buscava relacionamentos para isso, com o próximo foram 7 anos, dos quais 3 moramos juntos, fui muito infeliz naquele relacionamento, não eramos compativeis, cheguei a achar que era frigida, pois nem sempre eu queria transar, queria mais a companhia, o carinho, o beijo. O sexo era bom, mas raras vezes a iniciativa era minha, cheguei a ir no médico falar sobre isso, mas continuou tudo igual. Costumava dizer para uma amiga: mulheres são como controles remotos, inumeros botões para apertar, homem só tem o botão do liga e desliga, meu ex não tinha paciência para “apertar os botões”, achava que ia me beijar e que eu estaria pronta, passei anos me sentindo mal comigo mesma, me cobrando mais do que eu realmente fazia, enfim, engordei 30 kilos, porque meu corpo sempre reflete minha alma, e como ela estava frustrada e triste, isso tinha que aparecer em algum lugar. Quando acabou, porque ele terminou comigo, mesmo eu tentando terminar mais de 4 vezes durante os 7 anos, parecia que tinham tirado uma cruz das minhas costas, fui cuidar de mim, emagreci 2o kilos, fui tentar achar a pessoa que havia se perdido no meio do caminho, nem sabia mais quem eu era, foi tudo muito bom, até bater a solidão, a vontade de ter alguém por perto, e fui eu de novo tentar achar esse algo ou alguém, todos os homens que se aproximaram de mim queriam simplesmente sexo e isso me fez um mal danado, porque de fato não é a parte mais importante de um relacionamento pra mim. Quando me vi saindo com vários caras e deitando na minha cama e chorando de solidão, decidi dar um tempo.
Aí conheci um carinha na internet, passamos longas horas conversando, até raiar o dia, foi muito legal, muito gostoso, fui dormir suspirando por alguem que nem conhecia. Dia após dia, fomos estreitando os laços, nos conhecendo melhor e fui me envolvendo, pela primeira vez na vida achei que tivesse conhecido minha alma gêmea (se é que isso existe), mas senti que havia encontrado a metade que me completava. O tempo foi passando, nunca conseguiamos nos ver, ele não tinha webcam, eu sim, entao ele me via direto, nos falavamos pelo fone, “dormiamos juntos”, minha familia começou a se preocupar, pq ele nunca se mostrava, mas peitei todo mundo, porque queria dar uma chance ao que eu estava sentindo. Planejavamos um vida, ele cuidava de mim, zelava, me ouvia, via filme mulherzinha comigo, era o homem dos meus sonhos, até o dia que eu descobri que ele era na verdade ela, uma menina que sempre sentiu atração por meninas, desde criança, mas que nega isso nela mesma, pois cresceu em uma familia extremamente religiosa, na cabeça dela ela precisaria ser homem para amar livremente uma mulher, meu mundo ruiu, chorei que nem uma condenada, chorava principalmente de saudade, aí comecei a ficar doida, porque a pessoa que eu amava, existia, só não era bem o que eu achava, mas o sentimento já estava ali, a vontade de estar junto idem, comecei a amadurecer a ideia de seguir em frente, de deixar rolar, com muitos medos e receios, pois meu pai tbm é religioso demais e imagino que se ele sonhar com isso, serei a decepção, ou ele vai achar que o demômio tomou conta de mim, sei lá, mas ainda assim, tenho coragem para lutar pelo que acredito e tambem acho que só temos essa vida para ser feliz, mas ela não tem essa coragem, optou por fazer o que é certo na opinião dela, pois a biblia condena o homosexualismo, pediu para sermos somente amigas, meu coração sofreu de verdade, mas dessa vez senti que perdi muito, pois perdi minha grande companheira, a pessoa que cuida de mim (mesmo que de longe), que se preocupa em saber como foi meu dia, em estar por perto, em compartilhar, a pessoa que me completava de verdade. Faz duas noites que nao durmo direito, falta algo e eu sei que é ela, a companhia, a voz, o carinho, tudo. Passei a noite de ontem desejando que ela fosse um homem pra que eu pudesse ficar com a pessoa que eu gosto, mas infelimente ela não é e só me resta juntar os cacos e seguir em frente.
Sou lésbica? Não sei, sei que podemos amar o ser humano independente do seu sexo, isso eu aprendi, mas o que vou fazer com todo esse sentimento agora eu não faço a menor idéia.
Desculpa o longo post, mas precisava desabafar e confesso que não falei desse assunto para quase ninguém, e as pessoas para quem falei talvez não me entendam.
Se pensar na minha infancia, fica meio na cara, sempre tive jeito de menino. tenho 2 irmãs, mas meu pai sempre me tratou meio diferente delas, ele comprava boné para mim, eu ia no bar com ele, coisa que eu adorava fazer, eu só tinha 3 ou 4 anos, nós iamos no bar do amigo dele e eu passava um tempão com meu pai e os amigos dele.
sempre gostei de ficar mais com meninos do que com meninas, amo futebol, nunca gostei de rosa, de vestido, apesar de minha mãe sempre ter me vestido como uma menininha.
me lembro que na pré escola tinha uma menina que eu achava muito bonita, nós não eramos muito amigas, mas eu gostava do cabelo dela.
A questão da sexualidade ficou meio que esquecida em mim até a 5ª serie, eu não ligava muito pra isso, minhas amigas tinham namorados, ficavam com os meninos, mas eu nunca me importei, fiz karatê, futebol.
recentemente percebi que eu não me sinto confortavel como menina, odeio quando dizem: “isso não é coisa de menina, você tem que se arrumar como uma menina”…
eu sempre quis ser independente, não depender de homens, fugir às regras que a sociedade impõe, só tenho 15 anos, mas penso no meu futuro, em ser uma pessoa livre.
Acreditem, vc pode elogiar o meu cabelo, a minha roupa ou qualquer coisa desse tipo, mas o elogio que mais me deixou feliz foi, em uma brincadeira com minhas amigas (que tem o costume de ficar abraçando), minha amiga disse que eu tinha pegada e que se eu fosse homem ela me pegaria…Eu sei q foi brincadeira mas nessa hora eu desejei mais do que nunca ser homem.
Atualmente sofro de amor platonico por uma amiga, ela é do tipo de pessoa forte, tambem tem um jeitinho de menino, ela não é do tipo de menina fresquinha, só que ela tem namorado (ele tem jeito de ser gay, mas…)
Eu tenho uma séria atração por garotas fortes, duronas, que não tenham medo e não se importam do que pensam dela.
não tenho pressa de namorar, mas as vezes tenho um desejo enorme e incontrolavel de beijar ela.
Não tenho coragem de conter a minha familia nem a meus amigos, se bem que meus amigos conhecem meu jeito de ser e talvez ate ja desconfiem disso.
por enquanto vou deixando isso pra lá, mas não sei ate quando vou aguentar guardar isso.
bom da minha infancia que posso dizer , morria de inveja do meu primo que podia andar sem blusa , adorava futebol , tinha uma espada rs mas tipo tbm amava brincar de barbie, porem agia como se fosse o ken rs. ahhhh e qd era bem pequena botava meu nome no masculinho e meu pai ficava pra morrerrrrrr rs. nunca gostei de nada frufruzento rs e paixonites por professoras sempre existiram rs, acho que sempre fui lesbicaaaa hehehehe
Concordo com o que você disse. Realmente sempre enxerguei assim.