Até que ponto vale a pena mesmo? A sociedade merece?
Oi meninas,
Estava pensando nas possibilidades do que escrever e resolvi fazer um daqueles meus textos que fogem um pouco aos assuntos mais específicos (às vezes até meio técnicos), porém relacionado a reflexões como um todo.
A minha coluna é sobre assuntos Zens direcionada ao nosso público de meninas que gostam de meninas, e para uma mulher ser “Zen” ela não só pode buscar aprender através de Filosofias e temáticas relacionadas, como apenas refletir nas questões da vida, em como as coisas acontecem, porque, o que fizemos e contribuímos para esses acontecimentos, onde estamos errando, quais condutas estão prejudicando as nossas relações e nas nossas ações para com a vida, ou seja, o autoconhecimento.
A partir disso comecei a refletir no fato de nos assumirmos homossexuais. Aí vem a questão, assumir para quem e em quais situações (ambientes)? Nisso que está o fator relevante.
Primeiramente, estou me referindo a uma menina que seja bem resolvida, assumida para si própria, que sabe o que quer realmente, independente que seja Bi ou Lésbica, ou sem rótulos. Caso não, ainda não está na hora de se assumir para os outros, pois nem para ela mesma se assumiu.
Então, o que penso sobre essa questão de assumir-se é que devemos pensar cuidadosamente a quem fazer isso, claro que as pessoas tem direito de serem assumidas e sair falando por ai, levantando bandeira (no caso dos movimentos específicos), mas será que qualquer pessoa merece, ou tem equilíbrio emocional para ouvir uma informação dessa?
Outra questão é o fato de que se expormos a nossa intimidade por aí perdemos a nossa privacidade. Até porque o que “fazemos entre quatro paredes” só diz respeito a nós mesmas, e a partir do momento que você expõe a sua intimidade favorece as pessoas acharem que tem o direito de saber e se meter na intimidade de qualquer um.
Da mesma forma que eu não chego pra uma amiga hetero que tem namorado e pergunto quantas vezes eles fazem sexo por semana, não acho que qualquer amigo meu possa saber sobre minha sexualidade. Isso é pessoal e intransferível. No entanto vão existir aqueles nos quais construímos uma confiança e amizade que nos deixam a vontade para contar esse tipo de informação, mas não é qualquer um.
Aqui no Nordeste, por exemplo, o preconceito sobre a homossexualidade é muito forte, e ainda as pessoas adoram fofocar da vida dos outros, isso é cultural aqui. Por isso muita gente sai perguntando se fulano ou cicrana são gays para saírem falando mal, por isso que eu digo que não devemos sair nos assumindo assim. Devemos privar nossa intimidade, escolham pessoas que valham à pena e tenham equilíbrio emocional pra isso.
Até alguns pais acho que não devem saber que seus filhos são gays, pois não tem equilíbrio, não conseguem compreender e aceitar, portanto é melhor deixar quieto, até ter total independência e fazer com que esse processo de assumir-se seja menos dolorido, afinal já se é “dono do próprio nariz”, e mesmo que ocorram brigas e estresses familiares, você é independente, então eles tem que começar a aceitar, ou não, mas você terá sua vida.
Bom, o que importa é que cada uma seja bem resolvida e saber o que faz bem, sem rótulos, Depois disso que o processo de se assumir seja natural, sem neuras, ambientes como de trabalho o bom é que sejamos discretas, até para impor respeito, mas tem lugares de trabalho que dá para falar na boa também, a maioria não.
Já nos ambientes pessoais devemos selecionar as pessoas que merecem de verdade, sair falando pra todo mundo favorece as pessoas acharem que devem sair se metendo na vida sexual de todos, e isso é invasivo. Devemos perceber que nossa vida pessoal é só nossa, não cabe a ninguém, mas existem aquelas pessoas especiais que sentimos segurança de desabafarmos sobre ela. Não é nem só a questão de ser “amigo verdadeiro”, e sim de quem é verdadeiro e tem condições de compreender e conviver com isso.
Deixemos com que esse processo seja natural, equilibrado, sem estresses, sem neuras, tirar as travas e traumas também é preciso, mas que tudo seja bem feito.
Assim, podemos nos construir como meninas que gostam de meninas mais Zens, conscientes, buscando a autoconstrução e equilíbrio.
Pensamento:
É somente quando a mente está completamente sob controle que o homem pode compreender a sua verdadeira identidade. Então, todas as preocupações e angústias, dúvidas e dilemas terminarão. O homem, assim, supera a tristeza, a desilusão e a inquietude. Ele se estabelece na calma sagrada da Paz Interior (Shanti). A vida espiritual não é assunto de conversação sem importância. Ela é uma experiência de pura bem-aventurança (Ananda).
SATHYA SAI BABA
Aguardo as observações e sugestões de vocês nos comentários.
Boa semana a todas,
Abraços,
Namastê,
Aline S.



















A questão na minha opinião é “Eu MEREÇO viver escondida como se eu fosse uma criminosa?!”
Não, eu não mereço!!!
Sou lésbica, sou assumida, e me recuso a me esconder!!!
Não vou sair por aí com a bandeira do arco íris, mas tb não dizer q a Pâmela é minha amiga,caso alguem pergunte, eu respondo, ela é minha esposa.
Como queremos ser aceitas se nós nos escondermos????
E pra assumir q sou lésbica, não preciso descrever o q eu faço na cama com minha mulher!!
Vou colocar aki uma parte do que eu escrevi outro dia num outro post.
” Acredito eu q todas ja ouviram a seguinte frase: AMOR DE MÃE É INCONDICIONAL!!!
Mas na pratica não é assim…Ate mesmo a amor de mãe q deveria ser incondicional é condicionado…se vc for hétero, se vc casar, não aceito vc ser lésbica, não aceito vc em outra religião, não aceito filho gay, prefiro q vc seja prostituta q “sapatão”, prefiro ver meu filho morto q ser gay… ao longo da minha vida eu já vi e ouvi de tudo…
Mas será q nenhuma dessas mães q carregaram seus filhos durante 9 meses aprendeu (com a vida, pq existe curso para preparar bons profissionais, mas não existe curso pra preparar uma boa mãe) q devem amar seus filhos incondicionalmente e q a única condição seria q eles fossem felizes?!”
E esse equilibrio Aline q vc diz q alguns pais não tem pra saber e aceitar seus filhos gays, eles encontram no AMOR.
Luz e paz a todas.
Beijos com Mell.
Cada um tem seu tempo.E essa questao de se assumir, as vezes, e meio estranha p/ mim.Assumir o que?Voce assumi um cargo,voce assumi um crime …
E melhor tentar tratar o assunto de forma natural. Eu nao me intrometo na vida dos outros, pois nao quero que facam isso comigo. Ha pessoas que te conhecem hoje e querem que voce passe a ve-las como amigas. Eu tenho poucos amigos, sem contar que tenho uma mae e uma irma que sao maravilhosas. Eu nao tenho tanta necessidade de sair por ai falando certas coisas p/ pessoas que p/ mim nao passam de colegas.
Se eu tiver de me explicar, eu me explicarei aos meus pais e, de certa forma, aos meus irmaos, talvez, aos poucos amigos tbem, mas isso seria uma conversa sem muitos detalhes, uma explicacao superficial de algo que so diz respeito a mim. O resto e resto, pois nao tenho de me defender de nada.
A invisibilidade (passar despercebidos, não sermos apontados, não virarmos tema de fofoca) só vai acontecer quando os homossexuais pararem de se esconder!
Se a vizinha fofoqueira ver que tem 20 homossexuais a sua volta e não somente 1 ou 2, ela não vai ter como passar o dia falando somente desse assunto. Quando as famílias souberem que a Joaninha é lésbica, o primo Pedro, o sobrinho Henrique e que até a tia Carmélia tb… não vão mais ficar aterrorizados quando souberem que alguém se assumiu, ou que uma criança da familia já começa a demonstrar suas preferencias precocemente.
Quando os casais homossexuais não se esconderem mais, vai ser tão comum demonstrações de afeto em público (não digo falta de noção, sou contra agarramento público até de heteros) ninguém vai poder se incomodar com o casal do lado, pq no canto de lá e no andar de cima tb vão estar presentes outros homossexuais, sem medo de serem LIVRES!!!!!
Não há necessidade de dizer como vc transa, se é ativa ou passiva para ninguém, mas por favor, tenham a liberdade de amar quem vcs amam, sem usarem freios por causa do medo da sociedade hipócrita!
Vivemos numa época única na historia da humanidade e estamos aqui para fazer a diferença! NÃO há necessidade de entrar p alguma organização ou dar um grito: SOU LÉSBICA! Mas há necessidade de se viver com liberdade e leveza, sem ficar se castrando ou policiando, pq não pode falar de forma bela, sobre sua namorada ou esposa.
A sociedade irá nos encarar, como nós nos encaramos. Se para nós somos pessoas como qualquer outra, se nosso amor é tão válido quanto o amor de qualquer outra pessoa e se nossas namoradas são tão lindas e preciosas como qualquer uma namorada ou namorado hetero, então pq apresentá-las como amigas ou primas? Pq esconder que amamos e nos dedicamos a uma pessoa, quando a pergunta é: “Qual o nome do seu namoradO?”
Eu não me exponho, não falo da minha vida, odeio fofoca, mas faço minha parte, quando alguém pergunta o nome do meu namorado, corrijo com muito carinho e digo que não é namorado, mas namorada e falo o nome. Vivo tendo a consciência de que mentir sobre mim mesma é me castrar e não faria isso.
Seja leve, seja simples, seja vc mesmo. Viva seu amor e não permita que o medo da sociedade te prive dessa passagem pela Terra, pq ela é unica e vc só tem essa chance!
Por falta de oportunidades (percebi que eu tenho uma certa tendencia a homossexualidade ha pouco tempo), eu nao passei por nenhuma situacao estranha. Mas, as vezes, eu penso sobre certas questoes:
- E qdo perguntarem do namorado, do nome delE?
- O que dizer p/ a familia qdo eu tiver ou quiser viajar com elA?
- Qdo eu estiver conversando com elA ao telefone, terei eu coragem de inventar um nome masculino so para agradar a family?
Na sei ainda as repostas, mas eu sei que eu nao minto muito bem e que, na verdade, nao ha necessidade disso. A minha familia nao vai morrer de alegria por saber que a filha e homo, mas eu sei que nao sera uma catastrofe. Eles irao me aceitar no final. Entao, pergunto eu, se as pessoas mais importantes estao comigo, vale a pena mentir, trocar os nomes so para nao causar espanto em alguns hipocritas?
Eu continuarei sendo discreta, pois eu nunca fui de contar nada para ninguem. Eu nao sou a “mulher desabafo”, aquela que acha que a vida dela e tao especial que precisa ser divida com todos.
Hoje em dia isso e muito comum, com o tal do Orkut, Facebook, e nao sei mais qtos sites do tipo.
Nao devemos chamar de enrustidos os homo que nao contam a vida na web e para os outros. Isso e discricao. Ja o que a Michele mencionou trata-se de medo, vergonha e contar umas mentirinhas de vez em qdo para assim continar no “closet”.
Abracos.
Primeiro quero parabeniza-la por ser tão assídua em nossas colunas, acho muito legal isso seu, além de leitora é participativa nos coments. Obrigada!
Vamos ao meu texto. Então, jamais vc deve se esconder, espero q n tenha achado que eu tenha falado isso, ok? Eu mesma sou assumidíssima, a minha família toda q está espalhada no SE e CO sabe de mim, TODOS.
E espero que entenda que o q quis dizer é q devemos assumir simmm, porém selecionar para quem, pois sair falando pra qualquer um pode nos causar constrangimentos, sofrimentos que se percebermos são dispensáveis, na vida ja temos tanto sofrimento, enquanto pudermos nos preservar de ter mais acho saudável e maduro. Não precisamos sair dizendo pra qualquer pessoa na rua q perguntar, claro, se vc se sentir a vontade fala sim. Mas se vc perceber, so de fazermos demonstrações de afeto com a pessoa q estamos ja eh uma forma de nos assumirmos, n precisar nem dizer nada,
Eu moro numa cidade do interior do Piauí. Nordeste até não poder mais! Eu sou lésbica, assumida, e só tive paz e tranquilidade na minha vida quando parei de negar minha orientação sexual. Nunca neguei que sou lésbica pra mim mesma, mas pra algumas pessoas que eu acreditava que não entenderiam sim. Alguém mais velho da família, alguém sem instrução, alguma amiga mais velhinha da mamãe,… enfim.
Eu não tinha paz nem tranquilidade. Embora eu mantivesse a pose de “tô nem aí”, me incomodava muito ser o assunto das vizinhas, ser apontada na rua, passar e ouvir as risadinhas, passar e ver as beatas fazendo careta pra mim,…
Eu comecei a contar naturalmente e todo mundo aceitou. No trabalho, quando um dos meus colegas dizia algo como: “Cara, mulher é a melhor coisa do mundo!”, eu com um ar bem natural, olhava pra ele e dizia: “Também acho”. Quando alguém comentava: “Olha ali que gatinho!!!”, eu dizia: “É, é bonitinho, mas a menina do lado dele teria mais chance comigo”.
Cara, o foda desse lance de se assumir é que as meninas ficam com essa nóia de que estão fazendo algo de errado. Quando você faz algo de errado, aí sim você tem que chegar nos outros pra contar toda cheia de dedos, já pensando no castigo.
Ser gay é a mesma coisa de ser hetero. Ninguém tem que passar pela aprovação de ninguém. Ser gay não é como ser emo e ter que sofrer na mão dos metaleiros, não é como ser um tatuado cercado de evangélicos,… Pelo menos não tem que ser assim. Ser gay é ser gente. Pronto. É tão natural.
Hoje em dia eu coordeno um grupo LGBT na minha cidade, sou respeitada por todas as pessoas (não só eu, mas todos os membros do grupo, mesmo os que não se assumiram ainda*), participo e sou convidada para todos os eventos sociais e políticos da minha cidade, e tenho contribuído para que o preconceito e a discriminação não ultrapasse os limites do meu município. E sou muito feliz assim. Livre!
*porque, apesar da minha experiência, eu concordo com a moça que disse que cada um tem sem tempo. Principalmente se quiser fazer isso do jeito certo.
Vou responder a maioria de uma vez.
O que eu quis passar no meu texto não é ser favorável ou contra se assumir, se lerem direito eu coloquei os pontos positivos e negativos disso, e o que devemos fazer sim é analisar a situação em qual devemos nos colocar, somente. Fazer equilibradamente!
SER assumida primeiramente pra si mesma já é o início de tudo, e ninguém deve se esconder não, cada uma faz o q se sentir melhor, levantando bandeiras ou ficando na sua, cada uma deve ter a conduta que te faz melhor, até porque cada uma tem um estilo de vida, uma familia, um meio social, uma Cidade, uma cultura local diferente e assim a partir de cada detalhe desse q vai influenciar nas suas vivencias.
Por favor gente não entendam errado o que eu quis passar, somos livres sim e devemos lutar por essa liberdade de expressão de amor, porém também temos que entender q cada um tem o seu direito, e devemos respeitar o próximo se queremos ser respeitadas, eu mesma não gosto de ver um casal HT no maior bjo no meio da fila do banco, e acho q essa conduta é desrespeitosa em qualquer opção sexual, cada lugar tem sua situação.
Mas cada um faz o que quer sim e qndo fazemos o que queremos, passamos pelo que os outros também querem fazer, e infelizmente, as vezes, nos deparamos com pessoas ignorantes e sem respeito ao próximo.
Respeito ao próximo e a nós mesmas está acima de muita coisa, principalmente nos respeitando com nossos sentimentos e se sentir a vontade de fazer um carinho em sua mulher em público, faça, sejamos felizes sem travas!!
Bjosss a todas e Namastê.
Eu, ate mesmo por falta de experiencia, nao tenho exemplos proprios p/ citar. Mas, como eu ja havia dito, eu sou mto discreta. Entao, eu vejo que no futuro eu conversarei sobre isso com a minha mae ou com a minha irma (ou com as duas ao mesmo tempo).PRONTO. O resto vira de forma natural. Eu nao preciso contar do nada para os meus primos que eu so vejo duas vezes por ano, pois moro muito longe de todos. Mas, se em uma determinada situacao eu tiver de falar eu falarei. Ou, talvez, nada sera dito, pois ha certas coisas que as pessoas percebem.
A minha vovo e uma crente que apenas aprendeu a escrever (o basico). Ja o meu vovo e um nordestino de mais de 85 anos que estudou ate a 3ºserie e ja disse a uma tia minha que se tiver um “bicha” ou um “sapatao” na familia ele pegaria um cinto de couro para bater na criatura.
Para que criar uma situacao com os dois velhinhos? A minha avo vive me perguntando sobre o namoradinho. Nao vejo razao em responder: Vovo, eu acho que, provavelmente,um dia eu terei uma namoradinhA.
Nao vejo necessidade disso. Mesmo porque nao tenho ninguem.
Cada caso e um caso.Nenhuma situacao e igual a outra.As familias sao diferentes.As pessoas sao diferentes.
O bom disso tudo e que quem me conhece sabe que desde o inicio da minha adolescencia eu sempre fui discreta. Nem pensava em homossexualidade como algo que faria parte da minha vida. Logo, continuarei sendo a mesma.
Obrigada pelo carinho, e eu realmente gosto muito do PL e tb gosto de comentar qdo gosto do tema.
Vamos ao tema: No inicio vc fez 2 perguntas “Até que ponto vale a pena mesmo? A sociedade merece?
Eu respondi o q eu acho,( a sociedade HIPÓCRITA não merece q eu me esconda) em nenhum momento sequer me passou pela cabeça q vc estivesse sugerindo q o contrario.
A Pam (minha esposa) muias vezes rir ou se irrita por eu não me omitir…se perguntar eu FALA MESMO.
Ng paga as minhas contas, ng me pergunta se eu tenho o q comer em casa, sou maior, então eu estou num ponto da minha vida q eu não vou e nem quero esconder nada de ng.
Ou me aceita e respeita como eu sou, ou se afastam e sejam felizes.
As pessoas vão rir ??? SIM…claro q vão…assim como eu, por algum motivo tb vou.
Vcs acham q eu me importo se estão rindo de mim??? NÃO!!!
E sabem pq??? Pq eu sou uma pessoa feliz, sou casada com a mulher q eu amo, tenho 2 poodles lindos de viver, tenho amigos e tenho SAUDE!!!
Sou uma pessoa do bem, sou digna, tenho carater e RESPEITO pelo proximo e são essas as qualidades q devem ser levadas em consideração e não a minha condiçao sexual.
Parabens pela coluna e pelo tema Aline
Luz e paz a todas.
Beijos com Mell.
Agora quando o assunto é família, a questão é outra. Acho que o mais importante de se assumir é não esperar nem cobrar que ninguém aceite, mas sim, cobrar que respeitem.
É somente na convivência que mudamos as opiniões das pessoas, sair do armário é ÓTIMO, posso dizer que foi o melhor feito na minha vida nos últimos tempos, porém nem todas podem ter a sorte que eu tive, minha família “aceitou” bem, não critica, não me proíbem de nada e tenho fé que um dia será algo normal… Hoje eu me sinto mais mulher, tenho uma PAZ sem fim dentro de mim, ando na rua com um ar de orgulho, acho que pra se assumir ter ORGULHO de ser lésbica é extremamente fundamental.
Mas requer cuidado sempre, cobro sim respeito das pessoas, mas não cobro que entendam ou aceitem, gosto apenas de sentir a liberdade, de sentir o respeito, e sentir meu orgulho de ser tão especial.
Parabéns pela coluna, Aline.
Sempre bom ler as coisas positivas que posta aqui.
Paz sempre.
=)
Um exemplo foi no seu texto, a parte q vc falou do ambiente de trabalho. Vc postou a sua opinião como regra e isso costuma ser bem perigoso. A regra seria: “mas tem lugares de trabalho que dá para falar na boa também, a maioria não”, entre outros exemplos, sobre conhecidos saberem a verdade sobre vc, sobre a sociedade não merecer saber a verdade etc…
Ser homossexual é característica, como ser negro ou branco, alto ou baixo, louro ou moreno. Negros sofrem preconceito e já sofreram muito mais, já pensou se tivessem que usar maquiagem para ter a pele branca no ambiente de trabalho para não ser discriminado? Só retirariam a maquiagem com muita calma e para pessoas que confiassem? Negros só poderiam parecer negros em ambientes de trabalho legais, nos mais complicados, deveriam usar pele branca?
Assim como um negro usando maquiagem para esconder sua verdadeira cor, é um homossexual que se refere a namorada ou esposa (ou q se aplique ao homossexual masculino tb) mudando o gênero, mentindo o nome. Concordo que vc não precisa nunca se apresentar como homossexual, assim como um negro não se apresenta como negro, nossas atitudes é que falarão por si, mas muitas vezes a pergunta é direta!
Uma pessoa tem o total direito de não viver segundo suas características, “usando maquiagem” em ambientes que julgar melhor assim, ninguém pode tirar uma pessoa do armário a força, isso cabe a ela mesmo, mas tem consequências, assim como se assumir tb tem, só que a primeira atitude, na minha opiniõa é prejudicial para toda uma geração e principalmente adia um futuro onde ser homossexual não fará a menor diferença.
Outro exemplo bem interessante, nos Estados Unidos rolou uma campanha para que o casamento gay fosse liberado e como estão tendo resistência, foi proposto um dia sem Gays no Estados Unidos, para mostrar que são grandes em números e que fazem diferença para a sociedade. Nesse dia combinado, TOODOS AS PESSOAS HOMOSSEXUAIS FALTARIAM O TRABALHO, para mostrar com isso, quantos são realmente. No meu entendimento, uma pessoa que viva no armário e por consequencia não poderia aderir ao movimento, estaria prejudicando todos os outros homossexuais e a si próprio, pq no dia que quisesse se casar e formar uma família, teria seu direito negado.
Aqui no Brasil está rolando um abaixo-assinado eletrônico, contra a homofobia. Crime horroroso, que não é combatido por falta de leis específicas, qualquer um pode passar por isso, assim como muitas mulheres são agredidas (por serem mulheres) e conseguiram para si a lei Maria da Penha como defesa. O abaixo-assinado pretende conseguir 1 milhão de assinaturas para fazer força frente ao legislativo. A lista está estagnada, poderia conseguir muito mais que isso, só que as pessoas, por medo não querem colocar seus nomes na lista! No pensamento: “Vai q alguém digita meu nome em buscas e vê que assinei algo relacionado a homossexuais!” (Os nomes não aparecem em busca da net). Está prejudicando todos os outros homossexuais, bem como a si próprio, pq um dia, poderia vir precisar da lei em questão, mas como não ajuda a lei não sai.
E vários e vários outros exemplos, por isso acho muito complicado serem postados textos que colocam dúvidas e medos nas pessoas viverem suas vidas como são, aqui no parada lésbica, já existiram outros textos assim, sou totalmente a favor da liberdade de expressão, mas como o leitor tem que ter contato com todas as realidades, vim aqui mostrar o outro lado do armário.
Quem lê pode achar que sou militante, que participo de alguma organização… não nem sou, nem participo, só faço a minha parte, vivendo de forma natural. E logicamente, contribuindo com o que posso para que toda e qualquer diversidade seja respeitada, vivendo de acordo com o que acredito como lógico e tranquilo. Ah… e já dei minha assinatura on line, para criar leis que combatam a homofobia rsrs
Amo sua coluna, toda vez que deixo um comentário elogiando é verdadeiro, tudo é válido, só vim deixar minha opinião, que dessa vez foi contrária a sua, coisa rara.
Abraços!
Não entendi pq sua opinião foi contrária a minha (n tem o q ser contrário ou a favor), acho q se vc ler os comentário q deixei de replica pras meninas (como pode até ter lido), verá q deixei claro, msmo no texto, que n passei como negativo o fato de se assumir, jamais. Até pq coloquei e procuro colocar sempre os dois lados de tudo, e por isso precisamos buscar o equilíbrio q normalmente está no meio termo.
Vou colar aqui um trecho do q escrevi acima:
O que quis passar não é ser favorável ou contra se assumir, se lerem direito eu coloquei os pontos positivos e negativos disso, e o que devemos fazer sim é analisar a situação em qual devemos nos colocar, somente. Fazer equilibradamente!
SER assumida primeiramente pra si mesma já é o início de tudo, e ninguém deve se esconder não, cada uma faz o q se sentir melhor, levantando bandeiras ou ficando na sua, cada uma deve ter a conduta que a faz melhor, até porque cada uma tem um estilo de vida, uma familia, um meio social, uma Cidade, uma cultura local diferente e assim a partir de cada detalhe desse q vai influenciar nas suas vivencias.
Isso fará com q as pessoas vivam suas vidas como são e como se sentem melhor, ninguém tem o direito de querer obrigar condutas de ng, até pq cada uma vai se portar de acordo com suas vivencias, cultura, criação, visão de mundo, estilo de vida, etc. E tudo q é extremista e fora de limites é ruim, como se esconder demais ou se expor demais.
Acho q vc exagerou qndo disse q eu quis colocar em dúvida e fazer medo nas pessoas. E quem sentir isso c o q escrevi é pq n entendeu o texto, ou pq ja sente isso tudo e fica buscando escapes externos p dizer q faz.
Ah, a questão do trabalho é mto individual tb, n é o fato de usarmos mascaras, até pq é como eu disse é nossa sexualidade (é algo interno), e ela é individual, n precisa ser dita, alguem precisa ta dizendo q é hetero? Se quiser falar q é homo, sente seguro e sabe q n vai prejudicar (no ambiente de trabalho) eu acho q deve falar sim, como o contrario tb é válido.
O meu foco no texto também é a questão de não precisarmos TER q dar satisfação a ninguém, faça o que fizer bem, assumindo abertamente ou não, só devemos refletir bem em tudo na vida, não sejamos inconseqüentes.
Sim, saiba q tb assinei o abaixo-assinado eletrônico contra a homofobia. E sou assumidíssima, sou relax, ando de mãos dadas qndo me sinto a vontade, e até bjo, mas tudo tem seu local. Até pq seria meio contraditório não ser assumida se sou colunista do maior site lésbico do Brasil, rs.
Bjos e obrigada pelo seu comentário Michelle, colocou informações importantes. E desculpa se passei alguma coisa q não tava querendo.
Namastê.
Desde que me descobri lésbica, descobri também que isso tem um significado maior na minha vida. Não é só o fato de gostar de mulheres e querer me relacionar com elas. Ser lésbica não é só uma condição, é uma missão que o universo nos oferece.
Na minha opinião a nossa missão é a mudança. É revisão dos valores morais e religiosos. É a quebra de paradigma. É a construção de uma sociedade baseda no amor verdadeiro, que surge independente da nossa vontade. Efim, a nossa missão junta a este plano astral é LINDA.
E como podemos cumprir esta missão às escondidas? Simplimente não podemos. Por isso temos que desenvolver a coragem suficiente e nos mostrarmos. Não nos mostrarmos como quem quer simplismente se exibir. Mas nos mostrarmos como quem tem orgulho de conseguir ser exatamente o que é.
Namastê!
Entendi que com seu texto você quis levantar a questão, mostrar os prós e contras, e não passar uma fórmula padronizada, mesmo porque, para sentimentos, isso não existe, não é mesmo?
Pois bem, na MINHA concepção, a questão se resume em dois aspectos: respeito e bom senso.
Respeito pelos seus sentimentos, pelo seu eu, por aquilo que lhe faz bem, completa. Bom senso de saber assumir-se quando chega a hora certa, na ocasião certa e, sim, também, com as pessoas certas. É preciso saber respeitar nossas limitações, sejam psicológicas, ambientais. Cada pessoa sente de um modo, foi educada e vive num meio com características próprias. Àquelas que tiveram um meio mais favorável ou uma preparação emocional mais sólida e conseguiram e conseguem se afirmar como lésbicas, ótimo! Acho, sim, que precisamos estar evidentes para que aos poucos deixemos de ser algo tão “estrangeiro”, que desmistifiquemos a lesbianidade como algo que “somos” para algo que é apenas “uma parte de nós”. Contudo, isso precisa ser feito de maneira adequada, algo que não colabore para somar todas as conjecturas que nós lésbicas já carregamos, e que, justamente, contribuem para o preconceito.
Temos que ter o bom senso também para respeitar às nossas amigas do armário. Muitas vivem em um ambiente complicadíssimo, ou, ainda, carregam vários conflitos com relação a sua própria sexualidade. Em vez de ditarmos regras, deveríamos dar conselhos, tentar nos colocar no lugar da outra.
Tomemos o meu exemplo:
Minha família é de ouro. Minha lesbianidade em nada mudou nossa convivência e respeito. Meus pais aceitam e sempre quiseram conhecer minhas namoradas e saber sobre o andamento de minhas relações, como qualquer outro pai com uma filha heterossexual. Eu sei que sou uma raridade. A família que tenho, a base emocional que eles me passaram, com certeza, me deram liberdade e coragem de me assumir para eles e, sim, isso facilita para com os outros, uma vez que as pessoas mais importantes de minha vida me aceitam como sou.
Agora, imagine se eu viesse de uma família desestruturada, daquelas que o pai só de ouvir a palavra lésbica solta maldições e faz mil ameaças à mera hipótese de uma filha com tal “doença”? Imagine se, para piorar, eu ainda morasse num lugar completamente machista e preconceituoso? Eu teria tido toda essa tranqüilidade em me assumir? Com certeza não! Teria sido um processo mais lento e sofrido. Aconteceria, pois eu não conseguiria viver uma vida onde podasse uma parte de mim, mas, não seria fácil e, com certeza, eu carregaria seqüelas deste processo.
Por isso repito: respeito e bom senso, sempre. Com os outros e, sim, também com nós mesmas.
Que bom que deixou seu comentário, ainda mais pq resumiu perfeitamente a idéia do meu texto, é isso mesmo, respeito e bom senso de acordo com cada uma, somente! Obrigada!! Bjoos
Quero aproveitar p deixar um recado à todas:
O que acontece muitos nos coments q algumas deixam é que deixam claro que o texto não foi lido direito ou n refletiram nele. E o que peço meninas, é que leiam com calma, até porque meus textos são totalmente reflexivos, alguns específicos, e se forem lidos por cima vão perder a essência da msg ou até entender errado. Aproveitem essas reflexões espontâneas e feitas diretamente p vcs!
Bjoss e obrigada os coments de todas!!
E tenho um lema absoluto na minha vida (e falo para TUDO): bom senso é palavra de ordem!
Ótimo texto Li…bises
Mas, casa nos supre mais. Esta é a única coisa em que me faz repensar o “assumir-se”, no mais, sou tranquila. Não que todos devem seguir, mas é o que eu sigo. Sou lésbica, feliz, bem resolvida e assumida. No trabalho, em casa, no quarto, no shopping. Se uma cara encosta eu digo: “ô gatinho, na moral, arruma mulher pra 2?” Não penso se a sociedade merece,ela existe, mas eu tô nem aí p ela (a sociedade). Procuro apenas ser políticamente correta e menos poluente e poluidora de tudo.
Enfim, eu vivo né? Mas incomodo não, aqui em SSA o povo fala, fala mesmo cmo em todo canto, mas aí, nem ouço…. Nem chega até a mim. Na verdade, a maioria fica curiosa em saber como funciona, e aí qdo perguntam quem o “homem” da relação, Com esta minha cara de mulheríssima e de pau, digo: “SOU EU!” Ah… se quiséssemos um macho tava c um oras! Deixa eles na ignorância, se quiserem me paguem honorários p explicar o que é a homossexualidade com detalhes! rsss
Beijos meu anjo.
Ameeeeeeeeeeei a coluna!
Namastê
No inicio, minha vontade não era de poder me abrir com alguem, entao procurei uma amiga, afinal sei tantas coisas da vida dela, que contei pra ela.A amiga que tinha a cabeça aberta.
Depois de um certo tempo, percebi que a tal ” amizade ” nao existia mais, ela diz que nada mudou, mas é tao facil ver.
Os meus amigos que hoje sabem de mim, sei que foram os 4 certos que eu me abri, e uma delas, dizendo melhor a mais ” careta ” é a que me da conselhos, me diz o que eu preciso fazer ou nao, uma amiga hetero.
Nos damos muito bem, apenas me sinto ferida por achar que essa “tal amiga” a que me abri primeiro era a pessoa certa.
Cncordo com voce, quando diz que ninguem precisa saber do que voce gosta ou faz, sei que a “sociedade ou familia” pode ou nao gostar de voce mais ou menos por isso.Mas, conhecendo muitos amigos gays, que se assumiram pra todos, deram a cara pra bater, seguindo o conselho deles, e sabendo o que eles passaram, sigo a minha vida, assim, apensa as pessoas que confio, sabem da mnah vida.
A minha familia, sempre desconfiam, e entre desconfiança e certeza levo a minha vida, meus relacionamentos, e sou feliz por isso.
Mas o primeiro passo pra tudo isso, foi eu ter assumido pra mim mesma.
Ultimamente é nisso que eu tenho mais pensado, pois eu sou assumida (para mim), confesso, tive épocas de conflito e não-aceitação. Venho de uma família toda evangélica (ecaaa!) que tem toda aquela baboseira de princípios e bláblá… E as coisas que a minha mãe fala, chegaram até a me “afastar” de religião. Não posso culpá-la por nada, apenas lamentar…
A questão é que eu sou impulsiva demais e sem querer já abri a boca e assumi para uma pessoa que não devia, e quase acabei me ferrando.
Mas sem mais detalhes rsrs, acho que meu próprio “estilo” me entrega. E eu não deixo de viver minha sexualidade abertamente, (em alguns locais), mas sempre nas “entocas”, fazendo tudo por debaixo do pano. Aaahh e eu odeio muito isso! Acho que minha mãe morre de desconfiança, pq mesmo sem eu vacilar, algumas histórias já chegaram no ouvido dela e isso rendeu(…)
Só pra complementar, conheci o PL numas buscas curiosas aí da net, e desde então tem me ajudado muito nas minhas decisões.
ótimo texto, serviu para eu refletir bem com quem eu vou me assumir daqui pra frente.
beijaço, ALine!
Bem, eu penso assim…
não é questão de “a sociedade merece ou não”, mas sim a questão de “viver a mentira”
dia desses ia postando sobre isso no meu fotolog, mas preferi nao faze-lo por poder parecer uma apelação à minha sexualidade.
Acho que deve seguir a vida da maneira que se sente a vontade. Se você se sente bem vivendo sua vida de hétero(homo enrustida) sem namorados, pensando que ninguém sabe que você curte o que é mais gostoso (mulher, claro! ;]), que viva. Mas, no meu caso, eu sou uma pessoa muito verdadeira, não gosto de mentirar, não quero mentir para mim sobre a minha opção, nem para minha mãe, nem para meus amigos.
Se um dia alguem me perguntar: gata, você é gay? Eu respondo sem arrodeios que sim, ué…
Embora não possa assumir meu relacionamento por agora, por questões técnicas, quem me conhece sabe… She’s Gaaaaaaaaaay! ohhh.
Nunca gostei daquelas mentiras, sabe… ah, eu tava namorando dia desses, mas terminei… ah, tava alí com um carinha que tava paquerando…
para gente isso cola… comigo não cola não.
beijos
ótimo texto
Gostaria de fazer uma observação. É, apenas, uma opinião minha. Mas, como aqui é um espaço de trocas… então… Essa questão de “assumir ou não assumir”, quando, onde e para quem, sempre me inquietou, não por ter problemas com minha própria sexualidade, pois, dela sempre tive certeza e auto-aceitação desde que me conheço como homossexual. No entanto, de início, penso que nossa sexualidade não deva ser divulgada como pretexto para levantar “bandeira”. É como a menstruação… afinal, você não anuncia para todo mundo quando está menstruada. É algo íntimo. Tudo dependerá da necessidade em dizer, isto é, das circunstâncias. O mesmo ocorre com a sexualidade, sendo um pouco mais complexo. Veja bem. Vai depender muito de QUEM está me perguntando se sou ou não gay, além de ser importante também as circunstâncias. Há pessoas muito hipócritas em todas as sociedades no mundo. Algumas, até disfarçam bem, mas, se observarmos as ATITUDES delas, perceberemos se há COERÊNCIA com aquilo que DIZEM. Isso mesmo.Para mim, as atitudes ratificam as palavras. É nesse ponto que percebemos com QUEM estamos falando. Se eu perceber que essa pessoa é contraditória em sua concepção de sexualidade, com certeza retribuirei sua hipocrisia com uma negação. É como estivesse devolvendo a ela o que está me dando, pois, não é digna de compartilhar minhas verdades mais íntimas. Outra situação bem complicada é o local de trabalho, principalmente dependendo da natureza de sua profissão. Há casos em que, para mim, é mais adequado fazer uso do benefício da dúvida e deixar os curiosos se corroerem em sua própria curiosidade. Afinal, local de trabalho não é, para mim, um espaço ideal para militâncias dessa natureza. Tudo tem seu momento e tempo certos. Sexualidade é assunto íntimo e intimidade é sinônimo de particularidade. Não é uma questão de negar se assumir, mas, ter a sensatez e a sensibilidade para perceber o momento, o tempo, o local e o “QUEM” viáveis para tal atitude, além de considerar, em primeiro lugar, a real necessidade de expor tal questão. O importante mesmo é,
primeiramente, assumir sua sexualidade para você mesma. Os outros (e como já dizia Sartre: “O inferno é o outro.”), que deverão estar em segundo plano, você deve utilizar-se de toda sensatez possível para perceber se há necessidade de dizer ou se deverá mantê-los na dúvida.
Saudações xamânicas a todos!!!
Yeha Noha (felicidade e prosperidade)!!!
Ahow (que assim se faça)!!!