Turismo LGBT em Buenos Aires.
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Por Uyara Honorato da Redação.
Capital da Argentina aposta no turismo gay e cria sua Câmara do Comércio Gay.
Buenos Aires agora é definida como “destino gay friendly”. Isso se deve ao fato de o comércio local, visando os negócios e a lucratividade, ter se unido e formado a Câmara do Comércio Gay, uma espécie de Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDL) brasileira, só que voltada para o universo Gay. Lojas de Roupas, bares, revistas, hotéis e até um cartão de crédito exclusivo para o público LGBT, vêm avançando de forma significativa pela cidade portenha. Tudo isso Aliado ao tradicionalíssimo bairro de San Telmo, um bairro onde o público gay é muito bem aceito.
De acordo com dados oficiais 500 mil turistas LGBT, de um total de 2,5 milhões, visitaram Buenos Aires em 2008.
As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, que são consideradas cidades preferenciais para o segmento LGBT na América do Sul estariam sendo superadas pela Capital da Argentina, em função da sua vida cultural, maior segurança e atrações que vem acumulando nos últimos anos.
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Argentinas, me aguardem *____*
…
…
Digo… Apesar de tudo ter a ver com comércio (e não há preconceito algum nesse mundo quando tem dinheiro envolvido), é uma boa notícia que os argentinos estão se dando conta desse nicho de mercado.
Olá, meninas!
Como assim, 500 mil turistas LGTB?
Após ler a matéria, não posso deixar de fazer o meu comentário, visto ter passado duas semanas em Buenos Aires, no ano passado.
Fui prá Argentina, optando por passar férias neste país, justamente por ler o quão “friendly” era a capital portenha, mas, grande foi a minha decepção, ao me deparar com 90% de bares fechados e os poucos abertos, com três ou quatro perdidos na noite gelada, todos do sexo masculino. Qdo indagava o q se passava, me respondiam: “isto é por causa da crise, por causa do frio e também por causa da “Disco”, q pegou fogo há alguns anos atrás, onde morreram muitos jovens. A segurança está muito rígida agora.”
Prá quem conhece o Rio, houveram noites em q percorri distâncias tais como Lapa-Recreio, em busca de diversão e nadica de nada!
Prá não dizer q não me diverti nem um pouquinho, encontrei a boite gls “Palácio Alsina”, aberta numa noite de sexta e q estava bem cheia, só q com uma frequência quase q total de H.
Soube dois dias antes de regressar, de um único lugar voltado para o público gls feminino, a UNA, q só funcionava às terças, depois da meia noite.
Resultado: Buenos Aires?? Decepción total! No vuelvo ni recomiendo!!:O((
Pero yo recomiendo, si!
Fui em duas baladinhas em Buenos Aires ano passado. Uma chama-se Rume. Total LGBT. Fui, se não me engano numa terça ou quarta-feira.
Outra era Asia de Cuba. LGBT, pero no mucho. Mas bem bacaninha tb.
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