Escola online LGBT inicia seu período letivo em janeiro

23/08/2009 4

566176801por G. da redação

Em janeiro de 2010, a escola online LGBT inicia suas atividades nos EUA

Os americanos ganham sua primeira escola online para estudantes LGBT em janeiro de 2010. A escola fará parte de uma associação internacional que cuidará do ensino virtual voltado para os alunos do ensinos fundamental e médio.

O principal objetivo é “oferecer uma comunidade educacional segura e receptiva que dê ensino online de qualidade para estudantes LGBT”.

A iniciativa veio de David Glick, fundador da escola, professor há 25 anos e é consultor de ensino online há quase 6 anos. Em pesquisa realizada nos EUA em 2007, nove entre dez alunos LGBT relataram serem vítimas de abusos e perseguições em colégios.

4 Comentários »

  1. Laine 23/08/2009 at 17:41 - Reply
    Esse tipo de iniciativa é importante, enquanto não se tomam medidas para que os abusos e perseguições que os jovens lgbts sofrem nas escolas deixem de acontecer. Resta saber se os pais darão acesso a esse tipo de educação. Antes de sofrer preconceito no ambiente escolar, muitos já sofrem dentro de casa, afinal. Ainda assim, acredito e espero que vá ajudar muitos jovens. Quem sabe o Brasil não segue um exemplo desses?
  2. Rachel 24/08/2009 at 15:13 - Reply
    Esse tipo de iniciativa é mesmo importante, mas n acho que o Brasil esteja maduro o suficiente para essa ideia, de modo que a escola LGBT se tornaria mais uma forma de exclusao, de margeamento desse grupo. Acho que o que pode ( e deve ) ser feito é, cada vez mais, inserir, atravez de conscientizaçao.
  3. Claudia Dias 05/10/2009 at 16:58 - Reply
    Eu achei uma ótima idéia… mas isso é uma coisa que vai restringir muito mais os alunos GLBT, deixando-os sempre a margem da sociedade, no caso, as escolas tem a obrigação de combater esse preconceito, pois a escola é um lugar de ensinar e nao de recriminar!
  4. Juliana 21/08/2011 at 19:19 - Reply
    Achei uma péssima ideia! Mais uma ideia separatista rotulada como liberal e contra o preconceito. É preciso misturar e conscientizar justo os que NÃO fazem parte do grupo “LGBT”!!

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