“eu abortei, tu abortaste, somos todas clandestinas” – mesmo as que não abortaram, porque todas somos mulheres: muitas estamos suscetíveis a uma gravidez indesejada y todas temos estado submetidas aos desmandos patriarcais sobre o que fazer ou não fazer com nossas vidas e desejos.
diária, tá chegando o 28 de setembro. Dia de Luta pela Descriminalização do Aborto na América Latina e Caribe. aqui no DF, a Frente pela Descriminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto vai fazer uma jornada de 12h de luta pelo direito de escolher.
escolher viver sem morte, sem culpa, sem punição. escolher sobre nosso corpo: “é pela vida das mulheres!”, escolher como viver e exercer, de maneira livre, consciente e responsável nosso acesso a direitos sexuais e a direitos reprodutivos. “não pode ser prisão, não pode ser obrigação” (trecho da música srta. silva, das loucas de pedra lilás – pernambuco).
reproduzo, com algumas alterações, o manifesto lançado, em 2008, pelo direito de escolha das mulheres: escolher pela manutenção ou pela interrupção voluntária e consciente de uma gravidez não-desejada. a segunda escolha já é difícil y dolorosa sem os dogmas religiosos e a clandestinidade precária, insegura e insalubre. aborto público, legal e seguro é questão de saúde pública, de respeito à soberania sexual e autonomia reprodutiva das mulheres, e de combate ao racismo institucionalizado que mata as negras pobres, ou nos deixa doentes, por conta da insegurança de algumas práticas clandestinas. aborto já é legal no brasil: pra quem tem dinheiro. então vamos democratizar isso de uma vez, começando por escancarar as portas do debate.
Manifesto contra a criminalização das mulheres que abortaram
Em defesa dos direitos das mulheres!
Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado – 1940 –, que criminaliza a mulher e quem a ajudar. A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, associado a graves perigos para as suas vidas, sua saúde física e psíquica, e que não contribui na redução deste grave problema de saúde pública. As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado, opções seguras para as mulheres ricas (majoritariamente brancas).
A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos e políticos, intensificada desde o final da década de 1990, tem sido o “estouro” de clínicas clandestinas que fazem aborto. Os objetivos destes setores conservadores são punir as mulheres e levá-las à prisão. Em diferentes Estados, os Ministérios Públicos, ao invés de garantirem a proteção das cidadãs, têm investido esforços na perseguição e investigação de mulheres que recorreram à prática do aborto. Fichas e prontuários médicos de clínicas privadas que fazem procedimento de aborto foram recolhidos, numa evidente disposição de aterrorizar e criminalizar as mulheres. No caso do Mato Grosso do Sul, foram quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches, cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica contra elas. A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento, procuram atendimento.
Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada vez mais as mulheres. Deputados elaboram Projetos de Lei como o “bolsa estupro”, que propõe uma bolsa mensal de um salário mínimo à mulher para manter a gestação decorrente de um estupro. A exemplo deste PL, existem muitos outros similares. A criminalização das mulheres e de todas as lutas libertárias é mais uma expressão do contexto reacionário, criado e sustentado pelo patriarcado capitalista racista globalizado em associação com setores religiosos fundamentalistas. Querem retirar direitos conquistados e manter o controle sobre as pessoas, especialmente sobre os corpos e a sexualidade das mulheres. Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura.
A maternidade deve ser uma decisão livre e desejada e não uma obrigação das mulheres. Deve ser compreendida, também, como função social e, portanto, o Estado deve prover todas as condições para que as mulheres decidam soberanamente se querem ou não ser mães, e quando querem. Para aquelas que desejam ser mães, devem ser asseguradas condições econômicas e sociais, através de políticas públicas universais que garantam assistência a gestação, parto e puerpério, assim como os cuidados necessários ao desenvolvimento pleno de uma criança: creche, escola, lazer, saúde. As mulheres que desejam evitar gravidez devem ter garantido o planejamento reprodutivo, e às que necessitam interromper uma gravidez indesejada deve ser assegurado o atendimento ao aborto legal e seguro no sistema público de saúde. Neste contexto, não podemos nos calar! Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas, lutadorxs sociais e pelos diretos humanos, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um mundo justo e solidário, nos rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nos reunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as mulheres.
Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe, e nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe. Por uma política que reconheça a autonomia das mulheres e suas decisões sobre seu corpo e sexualidade. Pela defesa da democracia e do princípio constitucional do Estado laico, que deve atender a todas, todos e todxs, sem se pautar por influências religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da saúde! Por uma política que favoreça a mulheres e homens um exercício da sexualidade com acesso a prevenção, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito. Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter feito aborto! Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres! Pela não criminalização das mulheres e pela legalização do aborto!
Frente nacional pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto
Para assinar este manifesto clique aí: http://www.petitiononline.com/abortole/petition.html


















QUE PAPO RUIM!!!
Nos outros casos, permitir, seria simplesmente consentir assassinato de crianças que não pediram pra ser concebidas e que são fruto da irresponsabilidade de pessoas que não previniram a gravidez.
Os métodos contraceptivos hoje em dia são muitos e completamente acessíveis à população, previnir custa nada.
A materninade é livre, é uma decisão, basta se previnir e não ser irresponsável, agora esperar que o governo ampare nossos erros de vida é um pouco demais…
Um ato dessa sorte de crueldade (matar o próprio filho) deve sim ser tutelado pelo Estado, pq se é capaz de matar – repito insistentemente – o próprio filho, seria capaz de matar a quem lhes conviesse. “Eu quero ter a escolha, se eu posso ou não matar meu filho”, então que seja dada a escolha de eu poder matar quem eu quiser. Pq é assim sim! A única diferença é que o aborto fica muitas vezes impune pq é um crime material que não tem corpo de delito. Essa impunidade que faz com que pessoas pensem nessa possibilidade, que pensem que têm o direito de escolha.
O corpo é seu? O cérebro tbm é! Arque com as responsabilidades das suas irresponsabilidades! É o jeito que a vida tem de ensinar a viver: dando consequência aos atos.
SEJA RESPONSÁVEL, USE CAMISINHA!É aí que tá a escolha. Camisinha furou é desculpa pra boi dormir! Escolheu errado? Arque com as consequências, certeza que vai pensar bem mais antes das próximas escolhas.
OFF TOPIC:
O Brasil é uma desgraça: as pessoas pensam em criminalizar o que não deve (homofobia) e descriminalizar o que tbm não deve! Não entendem que o cerne do direito entre as pessoas é o direito civil. Às vezes me dá vontade de arrancar os cabelos de ver as pessoas olharem os exemplos que dão certo e não segui-los. OLHA PROS EUA, MERDA! PRA INGLATERRA! Sabe como eles conseguiram ser menos homofóbicos? Pergunta se homofobia é crime lá. Eles lutaram e aidna lutam por DIREITOS CIVIS!
Se o homem engravidasse, o aborto já estaria legalizado a muito tempo!
“Essa Hipocrisia da Hemorragia!”
“Legalizar o Aborto Direito ao Nosso Corpo!”
Então pq não prevevir ao invés de pensar em aborto? É tão mais fácil.
Aí quando engravidam querem tirar? Isso é irresponsabilidade, é não assumir seus atos. Sem falar que fazendo isso vc está MATANDO alguém que não tem nem condições de se defender. Covardia pura.
NÃO ao aborto e SIM à RESPONSABILIDADE.
Ninguém é obrigada a ser mãe, assim como ninguém é obrigada a manter a criança uma vez essa nascida: há inúmeros casais (héteros e gays) a espera nas filas de adoção.
Devemos sim proteger todo ser humano: por isso mesmo é que não dá para colocar no pacote da ‘liberdade’ uma ação contra um ser humano que está sendo gerado. Se colocarmos em perspectiva as mulheres, a vida da menininha que está sendo gerada não vale então?
Não, escolha há sempre: mas também há conseqüências dessas escolhas.
Quer falar sobre gravidez indesejada? Pois falemos de educação sexual e conscientização.
Mas interromper uma gravidez porque esta não lhe é cômoda é não perceber o valor de cada vida, é não compreender a unicidade de cada ser que nasce.
Isso sem colocar em discussão as questões espirituais e a alma daquele ser em formação.
Lutar pela vida é justamente lutar por preservá-la.
Tem tantos outros problemas sociais em torno do aborto: miséria, falta de instrução, intolerância, falta de planejamento familiar, abuso sexual (as vezes cometidos pelo próprio marido), medo, ignorância … será mesmo que a solução é simplesmente criminalizar o ato em si?
A questão não é ser contra ou a favor do aborto. A questão é o que estamos fazendo e como estamos fazendo para que ele seja evitado.
Por que as menina de 14 anos vão continuar induzindo o aborto através de métodos horríveis que agridem a ela e seus fetos. Será que não seria melhor essas meninas terem o direito de ir ao hospital e expor seu desejo ao médico? Quem sabe assim ela pode ser orientada a mudar de idéia heim?
Em prol da vida? Sim … mas a qualquer custo? … as crianças nascem e morrem de fome e por falta de cuidados.
Adoção? Sim … mas é fácil? A mesma lei que condena o aborto favorece a adoção?
É a vida gente! É assim que acontece. E precisamos conversar sobre isso abertamente para que possamos evitar.
Eu também sou contra o aborto. Quero que todas as crianças sejam concebidas pelo desejo e amor dos seus pais. Assinei o manisfesto porque acredito que o caminho para isso é sempre o diálogo aberto e não a condenação e discriminação.
Obrigada
Bjos
Sou contra o aborto, sou contra o assasinato legalizado da vida humana!
Mando muito mal mesmo!
Concordo plenamente! Essa matéria é um absurdo!
Contra o aborto, a favor da vida!
Eu não faria, não teria problemas em criar filhos,porém quem sente que não quer, tem o direito de escolher se gera ou não!
SOU A FAVOR.
Meninas, lembrem que a legalização do aborto não visa e nem consta no projeto de lei algo que remeta à anticoncepção. A legalização do aborto ainda é uma tentativa, por hora frusta, de reduzir os índices de internação hospitalar e morbimortalidade pela prática intradomiciliar ou em “cliniquetas” ilegais.
O que se propõe é que sejam sim, legalizadas intervenções em gestações que impliquem em risco de vida materna, inviabilidade fetal ou resultado de violência sexual.
Cabe ressaltar que hoje em dia não se faz necessário nem mesmo boletim de ocorrência para a anticoncepção de emergência em casos de violência sexual. Aos casos de distração, esquecimento ou farra indiscriminada… lamenta-se. NÃO estarão cobertos pela lei!!!!! A esses resta a responsabilidade da mãe e carinho, e só.
O que não podemos é fechar os olhos e fingir que quem pratica aborto é pura e simplismente criminosa. O custo psicológico de se levar uma gestação sabidamente inviável à termo é altíssimo e nada tem a ver com ser incômoda. Repito: esses casos de “abortoconveniência” não serão legais pelo que se propõe.
Por fim, a quem interessar possa, o DIU é um método abortivo e protocolado como opção no planejamento familiar pelo Ministério da Saúde…
Bjs, Assinei.
(Y)
deixa quem quer abortar fazer ue, so faz quem quer.
pq em alguns casos pode abortar e em outros nao? nao eh vida desde sempre? parem de ser contraditorias
Falar uma coisa prô cês… A matéria é válida! Porém não retrata a opinião da maioria. E eu faço parte dessa massa! Discordo plenamente q uma irresponsável além de fazer besteira ainda tenha a audáciade tirar uma vida q brota dentro de si. O nascimento de um bb é a melhor coisa q pode acontecer, dentre as inúmeras, a q está sujeita a bobona q faz as coisas aew sem pensar nas consequências.
Portanto galera, vamo pegar leve aew com nossa colega Tate! Ela só retratou, por meio de seu artigo, sua opinião. E acho q isso, cada um tem a sua. Tou errada? Acho q não neh! rs Pois bem…
MAS TATE… FALA SÉRIO NEH! VIDA É VIDA! JÁ IMAGINOU SE SUA MAMÃE RESOLVESSE TER INTERROMPIDO SUA GESTAÇÃO? NÃO PODERÍAMOS TER TIDO O PRAZER DE VER SUAS ADORÁVEIS MATÉRIAS. NEH?
BJIM GALERA!
Sou a favor da LEGALIZAÇÃO do aborto. Isso não quer dizer que sou a favor do aborto indiscriminado, sem responsabilidade. A legalização caberia em casos específicos como estupro, doenças graves, etc.
Não é porque o aborto sendo legalizado que as pessoas vão usar isso como anticoncepção, sendo a lei bem especificada.
Clamam que tem autonomia pelo corpo e sendo assim podem escolher entre deixar nascer ou não , ser mãe ou não , agora pergunto , onde foi parar toda essa autonomia sobre o próprio corpo qndo nao se preveniu e aconteceu a gravides que as mesmas enchem a boca pra dizer que e uma gravidez indesejada , séra que o ato que antecedeu essa gravidez também foi indesejado , tenho certeza que não,
ABORTO não e e nem nunca séra a melhor solução para gravidez indesejada o melhor método já existe e fácil , barato , todos tem acesso e a CAMISINHA e a vergonha na cara , se essas mesmas que pedem diginidade,autonomia e cidadania , entenderem o significado de cada uma dessas 3 palavrinhas ai com certeza não estariam vestindo a camisa de tal causa .
O QUE FAZ COM SEU CORPO E PROBLEMA SEU.
INTERESANTE SABER QUE NEM SENTIR PRAZER E DIREITO DA MULHER????,
MUITAS SÃO VIOLENTADAS POR SEUS PROPRIOS MARIDOS E AI, ELE TEVE O PRAZAE?
E A MULHER SEMPRE TEM QUE TER A CONSEGUENCIA!!!!!!!!
GENTE EM QUE MUNDO NÓS VIVEMOS PRA NÃO SABER QUE ISSO ACONTECE NOS LARES HORANDOS MACULAS DA NASSO SOCIEDADE POR FAVOR !!
QUE SE DANE PORQUE UMA ERRA DOS VAMOS JUGAR?
VIRAMOS PADRES PASTOR JUIZES?
NÃO TEMOS QUE LEVAR ALGO QUE NÃO QUEREMOS ADIANTE.
E SERA MELHOR VER O QUE VEMOS.
MÃE JOGA FILHO NO LIXO E TANTAS COISAS A, MAS DE HORRO QUE VEMOS NO NOSSO DIA A DIA .
SÃO TANTAS QUE NÃO VALE NEN COMETAR!!!!!!
MAS POR FAVOR, GENTE O MUNDO NÃO E COR DE ROSA PRA QUEM PASSA. NUNCA PASSEI DEIXO BEM CLARO
MAS JÁ VI MUITO ACONTECER E MUITO RUIM.
abortar é assasinar só deveria ser válido em caso de estupro, risco ou pra mãe ou para o feto ou deformidades e problemas sério que possam leva-lo a morte, fora esses casos a aborto é algo absurdo, se vc fez sexo sem proteção e não por falta de informação mas sim por falta de juizo e engravidou que sofra as consequencias dos seus atos.
Eu condordo plenamente com oque a Helena, com a Del e com todas que seguiram essa linha de pensamento pois assasinato é crime e sim aborto é assasinato a maternidade é sim dua decisão livre, mas as medidas de prevenções devem ser tomadas antes dela e antes de qualquer arrependimento ( ou depois( pilula do dia seguinte em ultimo caso).;)
Esse é um assunto realmente delicado, mas não posso deixar de expressar aqui minha opinião PESSOAL (deixo bem claro) a respeito do aborto.
Sou totalmente contra o aborto porque a partir do momento em que o óvulo é fecundado, ali já se tem uma nova vida, mesmo que seja um ‘feijãozinho’.
Deus nos dá a vida e apenas Ele pode tirá-la.
Temos nosso livre-arbítrio, nossa consciência.
Existem métodos contraceptivos e estão bem ao alcance de todos, seja em farmácias e/ou postos de saúde (mesmo que todos não tenham, mas sempre temos como consegui-los, sim). Até porque muitos previnem as DST’s.
Creio eu que se nossas mães tivessem nos abortado não estaríamos aqui expondo nossas opiniões. Mesmo que opiniões não movam o mundo, elas podem conscientizar.
Beijos.
QUEM MANDA NO SEU CORPO: VC OU ESTADO?
Isso tá bem além de uma questão de machismo, é uma questão de vida e de humanidade.
Se fossemos fazer tudo que bem entendemos por ser nosso “direito” não seriamos uma sociedade, seriamos animais vivendo na selva ainda, aliás, nem animais vivendo na selva costumam assassinar própria prole.
Seu direito começa aonde termina o do outro, isso é respeito e responsabilidade também.
Não é porque este outro foi gerado dentro de você, que você tem direito de matá-lo.
Patético. Aprendam a arcar com as responsabilidades de seus atos ao invés de chorar pro estado por ele não permitir monstruosidade.
Como disse alguém ali em cima, o Brasil não vai pra frente porque pessoas ficam protestando com absurdos e não protestam com o que realmente deveria ser contestado.
Sabemos que há vários riscos anteriores a gravidez e durante a gravidez que pode impedir a gravidez, portanto, a sua redução está na dependência de políticas de saúde que permitam o acesso à serviços de saúde e de boa qualidade na atenção intermediária, hospitalar e, sobretudo, na atenção básica.
A principal causas de óbitos maternos são casos associados à hipertensão e, assim, situa a problemática a nível de assistência na atenção básica e pré-natal de qualidade. Casos associados à hipertensão, hemorragia, o trabalho de parto prematuro, por exemplo, são causas diretas e tem um potencial de grande redução.
A legalização do aborto é defendida c/ a educação sexual e prevenção no pós-aborto, exatamente, p/ a mulher não precisar mais recorrer a outro aborto. Portanto, se a mulher aprende se cuidar e prevenir de gravidez não planejada, se ela tem acesso aos serviços de saúde de qualidade na atenção básica, no planejamento familiar, o acesso aos métodos contraceptivos c/ regularidade nos serviços de saúde, ela não vai optar por aborto porque ela não vai se quer engravidar. Por isso mesmo, se há melhoria da assistência à mulher desde sua adolescência na atenção básica, no planejamento familiar, no atendimento tanto no pré-natal qto no puerpério, não precisaremos nos preocupar c/ gravidez de risco e não-planejada e c/ mortes relacionadas ao parto ou gestação.
Mas, hoje, de q adianta falar em legalizar o aborto se o q foi citado estaria focalizado durante a decisão de interrupção da gravidez, e não antes da gravidez?? Esquece-se do antes? O aborto legalizado em sua forma pura e simples não vai resolver os abortos por ignorância da gestante, por exemplo, e tampouco essas milhares de mulheres q foram a óbito, considerando q a causa principal da mortalidade materna são casos associados a hipertensão e eram mães q realmente estavam doentes e queriam os bbs.
A descriminalização do aborto beneficia apenas quem tem um desejo que é interromper a gravidez, ou seja, são pessoas que não estão doentes. Sou contra o aborto, mas sou a favor das pessoas defenderem o que acham justo. Portanto, cabe a sociedade decidir se a legalização do aborto deve ser visto como prioridade ou não, se acham justo desviar verbas do sistema de saúde para beneficiar quem tem apenas um desejo, ou seja, beneficiar quem nao está doente.
Obrigada, pelo espaço, bjo.
Não é questão de religião, se é isso que tanto incomoda, é cientificamente provado que existe vida dentro do útero. Alguém aí já viu um aborto sendo feito? É algo HORRÍVEL e agressivo. Hoje em dia os métodos anti-concepcionais estão extremamente avançadas e acessíveis, então salvo casos como estupro e risco de vida, sou totalmente contra.
Em algum post por aí, até li que o aborto é “assassinato infantil”, de que lado vocês estão, em?!!! Do lado machista e hipócrita da sociedade?
Já disse isso aqui e repito: “O aborto é uma questão de saúde pública e direito individual de cada mulher.”
Nenhuma mulher é obrigada a fazer aborto, assim como nenhuma mulher é obrigada a ser mãe num momento indesejável e o Estado Deve garantir um aborto sem riscos de vida para essa mulher!
Legalizado ou não, o aborto vai continuar existindo, mas essas clínicas clandestinas tiram mais que um feto, tiram a vida das milhares de mulheres que a procuram! E a maioria prefere se cobrir com um manto de hipocrisia e fingir que nada está acontecendo!
Repito:
“Essa Hipocrisia da Hemorragia!”
“Legalizar o Aborto Direito ao Nosso Corpo!”
hehe,
Petição assinada!
d++
Sou totalmente a favor de educação para o nosso povo, de igualdade entre os sexos, mas sou totalmente contra assassinato, homicídio. A favor da vida em primeiro lugar.
Quem protesta a favor do aborto devia ir fazer trabalho voluntário de educação sexual nas favelas, fazer algo EFETIVO pra que as mulheres mais humildes não precisassem passar por isso.
Liberdade não é libertinagem.
Um exemplo do que um sistema com aborto livre podre provocar:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1326650
o aborto pra mim é uma bandeira relevante pra quem tem o cuidado de pensar um pouco mais; de pensar um pouco além da aplicação maquínica de mandados. gatas, a gente sabe que esse papo de ‘defesa da vida’ papagaiado por ai é hipócrita pra bucetas: ninguém se preocupa com a vida da criança abandonada na rua, ou que fugiu de sua casa por causa de abusos dos familiares, ninguém se preocupa com vida de mendigo (pelo contrário, quantos mendigos são assassinados por ano no brasil? alguém se importa em recolher dados? não, e isso se chama indigência: é aquela vida que não importa mais), quem se preocupa com a vida daquela mulher que tentou abortar com agulha de tricô e sangrou até morrer? (ninguém, né, porque quem se preocupa com a vida de ‘assassinas’, né?). CALMA AI, gente. calma ai mesmo.
quem foi que disse e provou cientificamente (esse povo addddooooora uma ciencia) que a vida começa na fecundação? me digam: há consenso na comunidade científica? não há, caceta. além disso, indo pro lado mais filosófico: o que significa vida? todo esse debate a respeito do aborto está fundamentado em areia movediça. tudo aqui é muito frágil. a única coisa que é sólida é a opinião da igreja de que só deus dá a vida e só ele pode tirar. MAS PERA AI. quem foi que te disse que deus existe? você viu e comprovou? alguém tem documentos que provem a existencia e a relevância da opinião dele para o comportamento geral da nação? e mais: PORQUE ALGUEM QUE NÃO ACREDITA NELE (ou que acredita em outras formas de divindade) TEM QUE SE GUIAR SOCIALMENTE POR UM MANDATO DELE? achava que estado laico significava a divisão entre igreja e estado. enfim, porque temos que colocar como norma socia uma lenda que alguém que já morreu inventou há milhares de anos (isto é: a existência de um ser que criou o universo)?
só uns fatinhos rápidos:
1- ninguém é obrigada a acreditar no deus cristão, quer vocês queiram, quer não.
2- a legislação de um país não pode estar amarrada por ideologias religiosas se ele se pretende um estado laico.
3- ninguém deve ter que nascer numa família que não o quer, com uma mãe que não lhe deseja.
4- ninguém deve ter que nascer pra ser explorada pela família. trabalho infantil é crime e nesse país muitas famílias não conseguem se sustentar sem o uso de mão-de-obra infantil.
5- nem todo mundo tem acesso a informação de contracepção ou acesso a própria contracepção como nós, mulhere de classe média temos. tirem a cabeça de seus próprios cus.
6- as leis de adoção do brasil são um cu, vocês sabiam disso?
7- ninguém quer adotar criança preta. vocês sabiam disso parte 2?
8- médicos sacaneiam mulheres que chegam no hospital com indícios de aborto induzido quando o dever deles era cuidar o melhor possível da saúde dessa mulher. criminalização da escolha.
9- se tem mulher morrendo pela escolha, aborto é caso de saúde pública.
hj em dia existem N formas de não se engravidar e outra, o menos ruim de uma trepa é o filho ou esqueceram das DSTs da vida?
acho o seguinte, tem maturidade p/ finfar? Ok, entao tem q ter maturidade de assumir as responsabilidades q vem após a finfa.
o aborto é uma coisa horrível, eu já assisti um video e digo, é um assassinado, desculpa, sou super mente aberta p/ várias coisas, mas quando o assunto é a vida de um inocente, ah, aí a mente aberta vai p/ pqp.
e parem de pintar homem como o diabo, se nao fosse um a gente nao tava nem aqui, eu adoron muié, mas tb temos MUITOS DEFEITOS, igual a eles.
e desculpa novamente, gravidez indesejada coloco 100% da culpa na mulher, nós somos muito mais espertas q eles nesse lance de informaçao sobre saúde/prevençao/etc e cabe a nós cuidarmos dos nossos corpinhos.
Outra coisa que não entendo é essa insistência em fazer a mulher ‘pagar’ pela gravidez indesejada. Mesmo que ela tenha sido irresponsável, ninguém merece nascer como punição. Eu não gostaria, de jeito nenhum.
Também acho complicado defender aborto em casos de “deformação”… Existe um número infinito de má-formações que podem ocorrer… desde uma ‘simples’ fenda labial até má formações de pele em que a sobrevida do recém-nato é de algumas semanas. Como julgar o que seria permitido ou não? Além de tudo existem formas de induzir má-formações, principalmente com a ingestão de certos medicamentos..
Sou a favor sim do aborto. De um aborto consciente, devo acrescentar. Seria preciso toda uma equipe que trabalhasse em conjunto com o procedimento. Não acho que o aborto deva ser banalizado. É uma decisão difícil, sempre será. Mas continuo mantendo minha posição de que a mulher deve ter liberdade de escolha.
[só para constar, realizo/realizei diversas atividades educativas e não deixo de achar que isso é de extrema importância. porém, sinto dizer que o problema é anterior... a família não planejada, a gravidez indesejada, a mãe solteira e sem apoio já é algo encarado com naturalidade nessas realidades... quase como um ciclo vicioso]
Eu costumo brincar mto com a palavra ‘sapatão’ nos meus textos, mas essa matéria foi ridiculamente o exemplo do que mulheres ( sapatas ou não ) são capazes de pensar só pq odeiam homem.
Vcs já pararam pra pensar que a partir do momento que se está GRÁVIDA você carrega dentro de si um SER HUMANO??
Pense em alguém que vc ama MUITO…já pensou se a mãe dessa pessoa tivesse abortado ela/ele?????
Vidas são interrompidas, personalidades mortas, gostos, qualidades, defeitos, senso de humor…tudo é jogado no lixo qdo o aborto acontece.
E se sua mãe quisesse ter abortado VOCE???? Vc ficaria feliz em saber q vc é um FRUTO INDESEJADO????????
Parem de agir como se ter uma perereca e um útero desse o poder de ser DEUS e tomar a decisão de quem morre ou nasce!!
Quem apoia esse tipo de coisa nao é burra para saber que para evitar existe VARIAS maneiras!!!
Quer dar???? Dá com camisinha!!!
Sinceramente gente….
hahahahaha
Respeito quem é contra, mas defenda o que você quiser pra si mesma e não paras as outras, não é porque você não ‘pensa’ em abortar e talvez por isso seja contra a legalização, que todas as outras devam caminhar assim!
Não dá pra entender como uma mulher pode olhar pra outra e pensar: “Dane-se, engravidou porque quis. Agora assume!”
Ou então posso apelar no argumento como muita gente gosta de fazer: “Ok senhoras, vamos continuar tendo filhos, amarrando-os em sacos plásticos e jogando no primeiro rio ou lixão que encontrarmos, ótima saída para acabar com o aborto!”
(“Eu fico extremamente decepcionada vendo que uma luta tão relevante para as mulheres, seja alvo de comentários tão medíocres, especialmente por parte das próprias mulheres”)
Eu sou contra o aborto…(eu não faria), mas concordo que a decisão em gerar um ser humano devesse ser optativa entre nós mulheres. Primeiramente, como já foi colocado, a nossa legislação só permite o aborto (aborto-remédio) em casos específicos…oriundo de estupro ou quando a gravidez coloca em risco a vida da gestante. O bem tutelado é a “vida”…direito de nascer. Mas só nascer basta? O Estado garante todas as condições mínimas de sobrevivência ao infante, o seu perfeito desenvolvimento como pessoa perante a sua família e a sociedade? Infelizmente não! O Estado é o primeiro a fugir da sua responsabilidade…e ele diz mais ou menos assim: “se abortar vc vai pra cadeia, então se vire nos 30, dê o seu jeito e crie essa criança…onde comem 09 comem 10, debaixo da ponte sempre cabe mais um”. Deixem o Estado de lado e vamos atribuir a responsabilidade aqueles que geraram essa criança, que transaram sem a camisinha, sem a pílula, sem o diafragma, que não fizeram uso da “tabelinha” e que não conseguiram ejacular fora etc. Acreditem, mas ainda existem pessoas desinformadas ou que não conseguem ter acesso aos métodos contraceptivos. A maternidade é um dom e que florece na gestação, entretanto não é virtude de todas as mulheres.Notadamente, daquelas que são frutos das mazelas humanas, da miséria, da violência familiar, do abandono social, que desconhecem o nome do pai, da mãe, vítimas das drogas, da prostituição etc. Essas mulheres também não pediram pra nascer e se tivessem a chance nem queriam ter vindo a esse mundo. É primordial citar aqui a grande contribuição de uma família completamente desestruturada para a criminalidade, cerca de 80% da população carcerária não tem o nome do pai no registro de nascimento, sendo que esse indíce é quase de 100% na Febem. Portanto, sou a favor do aborto legalizado, consciente e responsável nos seguintes moldes: (i)com o acompanhamento de psicologo e assistente social com o objetivo de convencer a mulher a levar a gestação até o fim e encaminhar o bebe para adoção; (ii)optando pelo aborto, que seja feita a laqueadura, sendo que a tentativa de reversão só será permitida com autorização judicial, após avaliação das condições sociais e psicológicas da mulher.
Por fim, o Estado deve cumprir com a sua obrigação social.
A realidade é que a minha opiniao ou a opinião de qualquer membro do fórum não mudará em nada as etapas do desenvolvimento pre-natal humano – que tem o início com a formaçao do zigoto humano. As condições para o embrião se tornar um ser vivo e ser exclusivamente da espécie humana depende da fusão dos dois núcleos das células sexuais vivas dos pais biológicos. E não é opinião minha.
Mas, à propósito, vcs conhecem algum biólogo ou embriologista que discorda que o embrião humano é um organismo e que a ciência não sabe dizer se há vitalidade nesse organismo?? rssrzss… meudeosdoceu rssrzs
Aaaahhh, mas eu conheço alguém que jura que a vida começa aos 30!!
Bjo a todas.
Repetindo uma pergunta q já foi feita, seria bom que cada uma delas refletissem: gostariam que suas mães tivessem feito o aborto deliberadamente? Gostariam de ter perdido a vida antes mesmo de poder ver o mundo? Pensem em tudo que vocês passaram na vida… agora pensem ter isso tudo tirado por decisão de uma outra pessoa… Não é legal né?
Não sou totalmente contra o aborto, pois algumas mulheres, aquelas que correm risco de morte por conta de um estupro ou no caso de crianças (como foi aquela de 09 anos grávida de gêmeos), deveriam ter essa concessão. Porém o restante, aquelas adolescentes de 14 anos que sabia o que estava fazendo, que sabiam quais eram os riscos e DEFINITIVAMENTE SABIAM como se previnir mas não o fez; aquelas mulheres que não estam “afim” de se previnir(não venham dizer que elas NÃO tinham como se previnir porque camisinhas são distribuidas gratuitamente nos postos públicos de saúde), dentre outras, NÃO deveriam ter esse “direito” de MATAR para sua própria comodidade.
Bom, acho que já falei muito… Essa é minha opnião.
Simples assim.
Querem que o aborto seja livre? Percam seus respectivos tempos lutando por mais educação, por um governo melhor, por menos corrupção e depois que tudo estiver funcionando corretamente, se isso um dia acontecer, vocês lutam pelo aborto.
Vocês acham que com liberação do aborto vai mudar muita coisa?
A mulher humilde que engravida e não tem dinheiro pra pagar seu aborto ou desconhece que isso existe, vai se ferir com a agulha de tricô do mesmo jeito.
Acordem! Vocês não estão num sistema que funciona não… Se funcionasse, vá lá.
Ví alguma dizendo aí que não é porque é legalizado que ela vai sair fazendo aborto. Estamos falando de uma pessoa, e do resto?
O dia que alguma coisa funcionar no Brasil talvez, TALVEZ faça algum sentido liberar aborto…
Enquanto isso, tem muita, mas MUITA coisa pra ser mudada antes.
“Ah, mas as mulheres pagam o pato?” minha filha, se você sabe como NÃO engravidar, se tem meios e meios de prevenção não só contra gravidez, mas ainda assim engravida, me desculpe, mas eu vou SIM virar pra você e falar “agora assume”.
Causa e conseqüência, caras, você sabe que corre risco de não só engravidar, como pegar DSTs (como já foi dito aqui), faz sem proteção, agora assume.