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lá são tod@s pret@s

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28 janeiro 2010 as 5:32 pm 1.959 visualizações 11 ComentariosImprimir este texto Imprimir este texto

biscoito-de-farinha-de-poeirapor Tate em cotidiana

mais de 200 mil mortes. outras tantas centenas de milhares de pessoas machucadas, desabrigadas. na primeira república negra do mundo. república do povo negro que brigava contra o parasitismo do capital internacional devastador de mentes, corações, corpos, florestas… há alguns meses, o exército brasileiro tava lá estuprando e matando em nome do capital internacional, consagrando a invasão militar que fez 5 anos em 2009 e lá protegia os interesses da pequena e poderosíssima elite local, que por sua vez funcionava a serviço e com o aval ($) de empresas brasileiras (pasmem!) e gringas que sugavam trabalhadorxs que recebiam o menor salário da américa que…

agora as tropas brasileiras vão prestar “ajuda humanitária” e choram seus mortos… e o povo haitiano troca a luta por direitos trabalhistas pela luta por sobreviver a um terremoto…
humanidade cabulosa.

mas passo a palavra, agradeço Luciane Rocha.

Haiti – Sim, Lá São Tod@s Pret@s

Haiti
Primeira república negra do mundo
Revolução
Inspiração

Haiti
Bloqueio, Controle
Imposição
Opressão

Haiti
Sim, São todas pretas
Mas não, não foi porque são todas pretas
Nem coisa de preta
Irmãs pretas…

Haiti
Tropas, Treinamento
Favelas, Baixada Fluminense
Repletas de pretas
e pretos

Haiti
Sim, São todos pretos
Mas não, não foi porque são todos pretos
Nem coisa de preto
Irmãos pretos…

Haiti
Tragédia
Tristeza
milhares de mortos

Eu sufoco

Haiti

Penso

Vejo

Agonio

Enraiveço

Choro

Haiti
São pretas, são pretos
Irmãs pretas
Irmãos pretos

Sim, lá são tod@s pret@s
Irm@s Pret@s.

(Luciane O. Rocha – 16/01/10)


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11 Comentarios »

  • Lia disse:

    Eu sempre fico a me perguntar:” Quem será mais racista? O preto ou o branco? Porque os irmãos pretos de lá se matam entre si? Porque será que os irmãos brancos de cá também se matam? Mas será possível que a morte de um “irmão preto”, em qualquer lugar do mundo seja sempre por culpa de um “irmão branco”?????
    Nunca é tarde para rever conceitos e pré-conceitos,independentemente de todas as tragédias que as várias etnias do planeta já sofreram, seja pela ação do homem – o que sempre é lastimável, seja pela ação da natureza,que nesse caso se manifestou no Haiti, mas que poderia ser em qualquer outro lugar do planeta.

  • tat disse:

    LIA, quem falou de “culpa branca”? na boa, lê com mais atenção antes de achar que o povo preto só sabe culpar o povo branco por tudo que acontece no planeta – tragédias naturais inclusive…
    e não existe nada como “racismo negro” porque o racismo é um sistema de poder e hegemonia que depende da supremacia de um povo em detrimento de outro. no momento (histórico, cultural, social) quem tem ocupado o lado da hegemonia/dominação é o branco.
    eu não tenho problemas com comentários dissoantes, mas tenho um problemão com falta de cuidado e atenção que algumas pessoas usam um segundo antes de tacar pedra no que escrevo.

  • Eliane disse:

    Não há mais o mais preconceituoso… O branco, o preto…Existem interesses… e esses interesses normalmente não beneficiam que não tem dinheiro.. Negrsos não tem dinheiro, em geral, não têm dignidade, educação.. negros não são “interessantes”.

  • Naja_BH disse:

    Adorei a matéria…nos faz refletir além das aparências midiáticas…gostei da sua resposta ao comentário…

  • Marcos disse:

    Exercito estuprando e matando, sinceramente nao sei de onde voce tirou isso, devia se interar mais antes de escrever besteiras como estas

  • anaa disse:

    tate pra começar, vc eh mt mal-educada garota!
    n sabe receber críticas n?

    devia se interar mais antes de escrever besteiras como estas[2]

    primeiro vc lê e pesquisa pra depois escrever!

  • Jen disse:

    Quando alguem escreve algo na internet com espaço para comentarios deve saber lidar com criticas. Se não souber, é só dar um jeito de impedir os comentarios.

    “há alguns meses, o exército brasileiro tava lá ESTUPRANDO e MATANDO”
    Senhora, isso é uma grave acusaçao. Falando assim, da a entender que a senhora diz que todos ou a maioria dos militares estupravam e matavam. Para fazer uma afirmação dessas se referindo ao “exército brasileiro” que é formado por um grupo de militares, a senhora teria que ter provas de que a maioria dos militares que foram para la estupraram e mataram. Ja imaginou se algum militar que foi cumprir missão no Haiti lê essa matéria, se sente ofendido e resolve mover uma ação judicial contra a senhora? Se essa materia estivesse num simples blog tudo bem. Mas essa matéria está no Parada Lésbica, e se algo assim acontecer, além da coisa ficar feia para a senhora, poderia tambem para a administradora do site.

    E antes que a senhora diga que sou alguma racista e por isso não concordo completamente com a matéria (observação que em momento algum levantei a questão racial) saiba que também sou negra.

    Boa sorte!

  • lice disse:

    galeris,
    soldados brasileiros não estupram, né? as tropas da onu são lindas e maravilhosas, humanitárias, né?

    dêem uma olhada aqui então
    http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en|pt&u=http://www.haitisolidarity.net/article.php%3Fid%3D122

    e aqui também:
    http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en|pt&u=http://electromagnet.us/dogspot/modules.php%3Ffile%3Darticle%26name%3DNews%26sid%3D475

    olha o trecho:
    Sarah (nome fictício) é uma frágil menina olhando de 16 anos. Ela diz que há dois anos, ela foi estuprada por um soldado brasileiro ao serviço da missão da ONU lá.
    Ela olhou para o chão, enquanto nós falamos e, quase num sussurro, ela explicou o que aconteceu: “Ele me segurou pelo braço e segurou meus dois pulsos, torcendo-los de volta e nós lutamos juntos. E então ele me estuprou”.
    Sua mãe chorou quando lembrou que dia: “Quando eu achava que eu não reconhecer o meu próprio filho”, diz ela. “Ela tinha o rosto de uma pessoa morta – eu comecei a gritar, ela não poderia me dizer o que tinha acontecido.”
    Soldados ao serviço da ONU têm imunidade às leis locais e cabe a seus países de origem para discipliná-los. Na maioria das vezes, eles simplesmente repatriadas e as Nações Unidas tem pouca informação sobre o que, se alguma coisa, acontece com eles depois.

  • tate disse:

    bom, gente, como acredito no diálogo e publico essa coluna aqui justamente por fazer chegar as palavras a pessoas mais ou menos diferentes de mim e dos meus círculos, é que faço questão de ler os comentários e responder.
    realmente não tenho problema com críticas, acho muito necessárias ao aprimoramento pessoal e à construção de um mundo mais coletivo, solidário, justo, em que caibam mais mundos e outras visões, menos beligerantes.
    eu não inventei o que afirmei sobre o exército, que é uma das instituições disciplinares mais antigas e consolidades inclusive no que diz respeito a censurar críticas. eles sim. é chato ser comparada com o exército, mas entendo que cada pessoa tem seu processo e seu momento.
    como sou uma anarco-feminista totalmente contra a formação policialesca e militarizada dos estados nacionais, é que escrevo as coisas que escrevo, e como escrevo. se o exército for processar alguém, muito dificilmente será o site, já que a coluna não é anônima. ainda bem que temos assegurada constitucionalmente a liberdade de expressão. diferentemente do governo brasileiro, que retrocedeu quanto às pressões impostas por setores militares ao texto da conferência nacional de direitos humanos publicado no recém-lançado programa nacional de direitos humanos, eu reafirmo o que disse e cito uma fonte.
    não custa lembrar, também, que as maiorias destituídas do poder que a minoria usufrui – e aqui tô falando especificamente sobre “mulheres” e “forças armadas” sob a luz dos “estupros como crime de guerra” – geralmente são silenciadas ou acusadas de blasfemar, mentir, dizer coisas absurdas… eu sou mais uma dessas mulheres que gritam contra a repressão, especialmente a fardada e institucional.

    SEM PÁTRIA, SEM MARIDO, NEM PATRÃO!

    http://bandeiranegrarep.blogspot.com/2009/08/5-anos-de-ocupacao-do-haiti.html

    domingo, 2 de agosto de 2009
    5 anos de ocupação do Haiti

    Por Mara Onijá, dirigente da LER-QI e integrante do Pão e Rosas

    “Tentei achar a origem do vazamento, mas quando percorria com os olhos o fio de água, detive-me no meio da calçada: uma senhora estava literalmente se lavando na água suja do nosso esgoto. Apenas com a roupa de baixo, esfregava alguma coisa no corpo e depois se enxaguava com aquela água. Parecia bastante idosa: com os cabelos muito brancos e os braços bem finos, se mexia lentamente e às vezes precisava se apoiar na parede para não perder o equilíbrio”. [1]

    O trecho citado acima, escrito por um soldado que participou da primeira fase da MINUSTAH (“Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti”) é uma das cruas expressões da brutalidade a que está submetida a população negra haitiana. Quando se completam cinco anos da ocupação da ONU, liderada pelas tropas brasileiras, nós do grupo de mulheres Pão e Rosas nos manifestamos uma vez mais pela retirada das tropas do Haiti e em defesa de nossas irmãs e irmãos haitianos. Cinco anos que se completam com mais mortes.

    Nos últimos dias, o Haiti ganhou uma vez mais as páginas da mídia internacional. Na semana passada, dia 18/06, um homem foi morto num protesto de milhares de pessoas contra a ocupação militar durante o funeral de um padre que era ligado ao ex-presidente Jean Bertrand Aristide. O manifestante foi atingido pelas tropas brasileiras, segundo os relatos dos próprios manifestantes.

    Desde o início do mês, mobilizações pelo aumento do salário mínimo e contra a ocupação tomaram as ruas e, como já é de hábito, as tropas cumpriram seu papel de repressão junto à polícia haitiana. Dezenas de jovens foram presos ou ficaram feridos. Estudantes se destacaram nos protestos confrontando a polícia e as tropas com pedras e barricadas, chegando a incendiar um carro da ONU.

    São fatos que expressam novamente o caráter da ocupação no Haiti e a resposta dada pelo povo negro haitiano, que recorrentemente se rebela contra a miséria e a opressão que marcam a história desse país.

    Corpos violados, estupros e muita hipocrisia
    Uma pesquisa divulgada em 2006, coordenada por Royce Hutson, revelou dados alarmantes: 35 mil casos de violações de mulheres e crianças em dois anos, número que inclui 32 mil estupros. A pesquisa informava ainda a idade da vítima mais nova: seis anos. A mesma pesquisa informa que no mesmo período, somente em Porto Príncipe, a capital do país, ocorreram 8 mil homicídios.
    No ano de 2007, a imprensa noticiou que durante os três dias de carnaval houve muitos casos de violência contra a mulher, fato que gerou repercussão por alguns dias, mas depois entrou para a lista da impunidade como tantos outros. Começou-se falando em 50 casos de estupro, mas a própria Ministra da Condição Feminina e dos Direitos das Mulheres, Marie Laurence Jocelyn Lassegue, declarou que “a polícia nacional recebeu denúncias a respeito de 800 casos, entre as quais muitas vítimas de violência carnal” [2]. E essa violência não escolhe idade. Entre os casos ocorridos durante aquele carnaval, a idade das vítimas ia de 3 a 65 anos de idade!

    Enquanto as mulheres haitianas seguem vivendo uma realidade alarmante de violência, os discursos da ONU nos meios de comunicação revelam uma vez mais a hipocrisia dessa instituição que serve apenas aos interesses dos países imperialistas, como é o caso dos Estados Unidos e da França, os dois maiores algozes do povo haitiano ao longo de sua história.

    Em outubro do ano passado, quando renovou o prazo para manutenção das tropas no Haiti, a ONU declarou que “condena vigorosamente as graves violações contra as crianças afetadas pela violência armada, bem como o estupro e outras formas de abuso sexual às garotas”. A ONU condena as ações praticadas pelas suas próprias forças? Alguém pode acreditar que essa instituição não tem ciência de que grande parte das violações cometidas contra as mulheres haitianas tem como autores os membros das suas tropas de ocupação? Não poderia haver hipocrisia maior.

    E a hipocrisia se prolonga também nos governos do Haiti e Brasil. René Préval, presidente do Haiti, um negro que dirige o país de acordo com os interesses do imperialismo [3], e Lula fazem propaganda de ações de combate à violência contra a mulher, quando são as suas mãos que controlam, junto com a ONU, uma ocupação que provoca as formas mais brutais de violência.
    Mostra de tal hipocrisia é o projeto “Combate à violência contra a mulher no Haiti”, assinado pelos dois governos. Em maio de 2008, foi assinado um “termo de cooperação”, instaurando a segunda fase do programa que diz ter por objetivo combater “sobretudo violências sexuais contra jovens mulheres e estupros coletivos” [4].

    Nós do Pão e Rosas dizemos taxativamente: não pode existir um verdadeiro projeto em defesa das mulheres pelas mãos dos governos e instituições internacionais que são as mesmas que subjugam o povo haitiano. Enquanto Nilcea Freire, Secretária Especial de Políticas para as Mulheres do governo Lula, assina acordos que no papel podem parecer progressivos, as mulheres haitianas seguem tendo suas famílias destruídas com a morte de seus familiares. Enquanto o governo brasileiro ganha o prêmio por ter, segundo a ONU, a melhor lei contra a violência às mulheres, esse mesmo governo ao lado também da ONU sustenta a violência legalizada das mulheres haitianas. As denúncias de estupros, aliciamento de crianças e adolescentes para prostituição, troca de sexo por comida, entre outras atrocidades seguem sendo prática constante da polícia e das tropas de ocupação. Mesmo quando denunciados, os casos seguem impunes.

    “Somos as negras do Haiti, contra as tropas de Lula estamos aqui”

    Estamos ao lado do povo e das mulheres haitianas. É impossível falar em combate à violência contra as mulheres haitianas sem associar isso à retirada imediata das tropas da ONU. Não pode existir emancipação das mulheres haitianas, enquanto o povo haitiano permanecer subjugado ao imperialismo.

    Os setores feministas atrelados ao governo de Lula, assim como os setores do movimento negro nessa mesma condição, são incapazes de travar uma luta conseqüente em defesa do povo e das mulheres do Haiti. Por mais trágico que seja tal fato, esses setores se proclamam defensores dos direitos das mulheres e do povo negro, mas abrem mão dessas bandeiras ao primeiro risco de colocar em evidência a responsabilidade que tem seu governo num processo tão abominável como é a ocupação.

    Por último, vale lembrar que para além de um povo que hoje está submetido a tamanha opressão, ao longo de sua história se levantou contra seus senhores. Resgatemos a tradição da Revolução de São Domingos, uma revolução de negros escravizados que se colocaram em combate, expulsando os brancos colonizadores e propondo-se a tomar em suas mãos o seu próprio destino.

    Em defesa da mulher negra haitiana!
    Punição para todos os casos de violência, estupro e prostituição infantil! Fora as tropas do Haiti! Pelo direito à auto-determinação do povo negro haitiano!

    **
    No Haiti, a insalubridade tem rosto de mulher
    Viemos denunciando que o direito à maternidade nos é negado sistematicamente. No trabalho, são pesadas as pressões para que a mulher não engravide. Na saúde pública, o atendimento médico é tão precário a ponto de que muitas mulheres morrem por complicações que poderiam ser facilmente evitadas.

    No Haiti, essas condições são ainda piores. O país tem o maior índice de mortalidade materna do Hemisfério Oeste, o que significa que para cada 100 mil nascimentos, morrem 523 mulheres (dados de 2004). Para se ter uma idéia do abismo existente entre esse índice e o de outros lugares do mundo, na Europa para cada 100 mil nascimentos, morrem 8 mulheres. Isso explicita ainda mais o fato de que a mortalidade materna, na maioria das vezes, poderia ser evitada, se houvesse um acompanhamento médico adequado antes, durante e após o parto.

    Ao contrário disso, muitas mulheres haitianas acabam tendo seus bebês em casa, porque não conseguem atendimento nos hospitais, que por sua vez apresentam um quadro desesperador: partos acontecendo nos corredores, estacionamentos, escadas. No caso dos partos realizados em casa, a mulher sequer tem a garantia de receber a visita de um médico caso haja alguma complicação no parto: os médicos não vão aos bairros pobres por terem medo de seqüestro.

    [1] Trecho do livro Um soldado brasileiro no Haiti, de Tailon Ruppenthal, depoimento a Ricardo Lísias. Editora Globo, 2007.
    [2] Haiti registra ao menos 50 estupros de mulheres durante Carnaval. Folha on line, 01/03/2007.
    [3] Além de apoiar abertamente a manutenção das tropas, René Préval representa um governo fantoche do imperialismo em todos os sentidos. Enquanto paga rios de dinheiro da dívida externa, a população haitiana vive sob condições de vida miseráveis, chegando ao ponto de fazer “pão” de lama para matar a fome.
    [4] Governo brasileiro firma termo de cooperação com Haiti para combate à violência contra a mulher, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 27/05/2008. http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/noticias/ultimas_noticias/MySQLNoticia.2008-05-27.5501
    Postado por Bandeira Negra às 15:19

  • ironia disse:

    marcos tá sendo irônico, certo?
    hahahahhahha

  • moura disse:

    sou obrigada a fazer um comentário e nao gostaria nem de estar lendo isso…absurdo dizer q o exercito ta matando e strupando..sou esposa de um dels,que ta la sofrendo pela populaçao,passa ate semana sem comer porque o psicologico fica balado com tanta miseria….gente eu so acho que pessoas ara fazerem comentarios assim e pq sao totalmente desinformadas e nao tem nada para fazer.deviam pegar um aviao e ir pra lá ajudar ,melhor que ficar criticando e falando um absurdos desses…..os militares que lá estao nao mau tem tem tempo para dar noticias aqui para nos familiares..é muito sofrido,estao numa luta,choram de noite,meu marido diz chorar demais ele e os companheiros…e falar que exercito esta matando e estrupando…vou direcionar essa mulher ordinaria sem fazer para um julgamento,pq ela devia se envergonhar e estar la no meio do haiti,vendo cachorros comendo braços e pernas de noite,estrupo nao,parto sim,foi isso que meu marido ajudou a fazer la semana passada,fez um parto na rua de uma haitiana,sinceramente,dói em nos familiares que estamos aqui aflitos ler uns absurdos desses.(finalizo com um pesar por esses comentarios rídiculos e que vem do diabo)

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