O primeiro artigo dessa coluna vai mostrar a música que deu início à série The L Word: The Pleasure Song. A voz grave de Marianne Faithfull chama a atenção. Esse vocal deve-se ao extremo uso de drogas, álcool e bebidas durante muitos anos.
Escute e veja a letra em inglês no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=Y03_G0Qa0cA
Tradução da letra:
Marianne Faithfull – The Pleasure Song
“A Canção Do Prazer
Eu recebi tanto amor
Tanto amor
Tanto amor para dar
Eu recebi tanto mais
Tanto amor
Tanto amor para dar
Tanto prazer que eu nunca senti antes
Eu nunca tinha visto seu olhar assim antes
Eu recebi tantas vidas
Tanto mais
Tantas vidas para viver
Eu recebi tanto amor
Tanto amor
Tanto amor para dar
Tanto prazer que eu nunca senti antes
Eu nunca tinha visto seu olhar assim antes
Você está comigo ou contra mim?
Você está comigo aqui ou eu estou sozinho?
Eu recebi algumas coisas
Algumas coisas para fazer
Algumas coisas para fazer com você
Existe algumas coisas
Algumas coisas para fazer
Algumas coisas para você e eu
Tanto prazer que eu nunca senti antes
Eu nunca tinha visto seu olhar assim antes
Você está comigo ou contra mim?
Você está comigo aqui ou eu estou sozinho?
Você pode me ver eu posso ver você
Por favor fique aqui comigo, então eu não estarei sozinha
Tanto para saber
Você não quer ir
Tanto para saber
Você não quer ir
Tantos lugares para ir
Você não quer ir
Tanto para saber
Você não quer ir
Tanto para saber
Tantos lugares para ir
Tanto para saber”
Marianne Faithfull nasceu em 1946 em Londres. É atriz, cantora e compositora. Seus primeiros trabalhos na música pop e rock na década de 1960 foram ofuscados por sua luta contra o abuso de drogas na década de 1970.
A década de 60 foi bastante produtiva, namorou Mick Jagger dos Rolling Stones e lançou “As tears go by” de Jagger/Richards, entre outros sucessos. A canção “You Can’t Always Get What You Want” no álbum Let It Bleed (1969) foi escrito sobre Faithfull, a música “Wild Horses” e “I Got the Blues” em 1971 do álbum Sticky Fingers também foram influenciados pela Faithfull, e ela mesma escreveu: “Sister Morphine”.
Na década de 70 tentou suicidar-se, foi presa por porte de drogas, viveu nas ruas de Londres durantes dois anos viciada em heroína e anorexia nervosa. Desenvolveu uma grave laringite associada com o abuso de cocaína, que alterou pra sempre a voz de Faithfull.
O álbum que lançou em 1979 foi influenciado pela explosão do punk. Os vocais melódicos do início de sua carreira foram substituídos por uma voz rouca e grave afetada por anos de cigarros, bebidas e drogas.
Nos anos 80 ainda lutava pra se livrar dos vícios, sofreu uma fratura quebrando o queixo e também teve um infarto. Teve um caso, ainda casada, com um homem com problemas mentais e drogado que mais tarde viria a se suicidar. Em 1987 Faithfull lançou um álbum voltado para o jazz e blues e foi muito elogiado.
Nos anos 90 atuou como atriz e lançou um álbum ao vivo revisitando antigas canções.
Faithfull lançou vários álbuns na década de 2000 e recebeu críticas positivas.
Além de sua carreira musical, Faithfull teve uma carreira como atriz em teatro, televisão e cinema.
Nos últimos cinco anos, o turismo de Faithfull e cronograma de trabalho foi interrompido quatro vezes devido a problemas de saúde diferentes. Depois de desmaiar no palco, em Milão, foi hospitalizada por exaustão. Ela também foi diagnosticada com câncer de mama e hepatite C.




















obrigada rs
Adorei o artigo, e concordo com voce sobre a trilha sonora de filmes e seriados.
Quando a musica se encaixa em cada cena do filme , ela funciona como uma legenda em sincronia com o filme, dando ritmo e vida em cada historia que se desenrola.
A trilha sonora mais perfeita para mim até hoje foi a do filme “Elena Undone”, todas a cenas se desenvolveram em sintonia com as músicas, e parece que foram escritas especialmente para o flilme.
Até mais.