Acordamos no domingo e liguei imediatamente para Fernanda convidando-as para almoçar. E uma hora em ponto passamos para pegá-las.
Não disse a ninguém aonde iríamos, mas assim que peguei a estrada para o litoral, Marina me sorriu cúmplice.
Conversamos sobre amenidades durante a descida, e a conversa foi fluindo assim que estacionei o carro na frente do Serpente Carioca.
- Já conheço esse lugar! – falou a irmã da Marina com certa simpatia.
- E eu tô achando super diferente. – comentou Manuela.
- Tem um jardim lindo lá atrás, vou te mostrar! – disse Marina pegando-a pela mão.
Assim que as duas saíram de perto, Marisa me deu um beijo cumprimentando.
- Obrigada pelo convite. Estou muito agradecida por estar aqui com vocês. E não pode imaginar como estou feliz por você estar com minha irmã.
- Sua irmã é muito importante para mim. E adorei que tivessem aceitado o convite, mesmo em cima da hora.
- Adoramos também! Estávamos ainda pensando no café da manhã. – disse Fernanda rindo – Sabe como é domingo de casal, né?
- Sexo até quase morrer de fome! – brinquei.
Entramos no restaurante e fomos recepcionadas por uma das sócias, velha conhecida de Marisa, e logicamente fez questão de nos oferecer a melhor mesa e também de anotar ela mesma os pedidos.
Manuela ficou encantada com o jeito do restaurante e também com as variadas guloseimas.
Depois dos pedidos, começamos com um papo leve e logo já estávamos todas rindo a valer das histórias engraçadíssimas que a Fernanda contava sobre o romance dela com Marisa, como rebolavam para tentarem disfarçar o romance de todos.
E a irmã má estava se mostrando uma companhia agradável. Talvez tivesse realmente mudado e pudéssemos conviver como amigas. Mas o que mais me surpreendeu foi a declaração de Manuela.
- Babi, eu queria falar uma coisa. Eu andei pesquisando… E também vindo para cá… – disse brincalhona.
- Vindo pra cá?
- Eu andei pesquisando sobre pousadas. Tive que vir.
- Sozinha? Escondida? Sua maluca! Podia ter me chamado…
- Ela não veio sozinha! – Marina interferiu – Eu a trouxe.
- Estou bem arranjada com vocês duas. – ralhei com elas e principalmente com Marina – Conspirando pelas minhas costas! E quando foi isso?
- As idas demoradas ao shopping, lembra? – Marina explicou – Chegávamos sem sacolas e dizíamos que tínhamos esquecido na minha casa.
- Vocês mentiram pra mim, suas diabinhas! Mas contem logo tudo de vez!
- Então, agora que acabou o drama… – começou Manuela parando para rir, e continuando em seguida – Tô querendo ser dona de pousada! Aqui no litoral.
- Mas por que não me disse antes? – perguntei sem entender.
- Porque queria te fazer surpresa. Te ver com essa cara assim de boba.
- E você compartilhando com isso, Marina? – ralhei novamente com minha ovelhinha – Tô de mal com você!
- Isso me lembrou Dorival Caymmi. – brincou Marisa cantarolando um pedacinho da melodia.
- Então, como eu ia dizendo, antes do drama… – Manuela brincou mais uma vez antes de falar – Tô vendo umas pousadas. Eu sempre quis ter uma!
- Sabe que eu também sempre achei charmoso ter uma pousada? – interferiu Marisa entrando na conversa – Se precisar de uma sócia…
Todas olhamos para ela. Marina e Fernanda assustadas, Manuela interessada e eu sem entender.
- Tá pensando em mudar de profissão, Zazá? – Marina perguntou logo.
- Na verdade, tô pensando em investir, tenho um dinheirinho que reservei pra isso e seria bom se fosse em algo que eu gostasse. – explicou Marisa, que parecia realmente interessada.
- Eu apoio! – concordou Fernanda.
- E eu aceito! – completou Manuela visivelmente interessada na sociedade.
E a conversa se enveredou pelo ramo das pousadas, todo mundo palpitou, se meteu, e no final a coisa ficou séria. Manuela e Marisa trocaram telefones, aliás, até meu telefone foi parar na agenda da irmã da Marina.
Depois do restaurante fomos caminhar pelo calçadão da praia. Marina quis sorvete e a irmã prontamente se ofereceu para comprar num quiosque próximo.
- Também quero! – Manuela disse.
- Vamos lá? Assim vocês escolhem. – Marisa chamou.
- Vão vocês, eu fico aqui com a Bárbara esperando. – Fernanda sugeriu e eu aceitei prontamente.
Algo me dizia que ela queria falar comigo.
- Bárbara, quero te agradecer: sei que tem dedo seu nesse passeio. Não sabe o bem que tá fazendo a essas duas.
- Quero ver a Marina feliz e não quero o mal da Marisa.
- Sei que você tem restrições com a Marisa, afinal ela participou do plano pra te separar da Marina.
- Fernanda, não vou ser hipócrita, eu ainda sinto raiva quando me lembro do sofrimento que passei longe da Marina e poderíamos nunca ter voltado.
- E isso não se resolve da noite para o dia! – Fernanda disse condescendente.
- Exatamente! – concordei – Mas olha, sinceramente, sinto muito por ela ter perdido todos esses anos de convivência com a irmã. A Marina é uma pessoa maravilhosa, apaixonante, e tenho certeza que teria sido uma irmã muito querida, se a Marisa tivesse se dado a oportunidade da convivência fraternal.
- E pra dizer a verdade, a coisa só não foi muito pior porque eu sempre estive de olho, e a Marisa não é tão vilã assim, senão eu já não estaria há muito com ela.
- Sabe que já cheguei a pensar nisso, como você poderia estar há tempo com uma pessoa tão diferente de você?
- Essa é a grande questão! A Marisa não é exatamente uma pessoa má, só é manipulada pela mãe, era… – respirou fundo antes de continuar – Preciso acreditar que isso ficou no passado.
- Estou torcendo para isso!
- Não mais do que eu, pode apostar! Mas nem sempre as coisas foram tão ruins. Quando crianças elas até conviviam melhor, desde que a mãe não estivesse presente.
- Essa mãe, viu!
- Ela quem sempre minou a relação das irmãs. As meninas conviviam mais quando pequenas, havia as briguinhas de sempre, mas eram menos graves.
- A Marisa contou do ciúme dela com a irmã.
- Às vezes estávamos fazendo algo juntas e a mãe aparecia, a Marisa mudava imediatamente, porque a mãe logo ia pra cima da Marina.
- Ela contou que a mãe estava sempre perto da Marina, vigiando-a.
- E a Marisa sempre fazendo tudo exatamente como a mãe queria, para chamar a atenção, e só conseguia que ela reparasse menos ainda nela.
- A mãe sabia que ela estava sempre a mão.
- Mas a Marisa achava que agradando seria mais benquista. Era amada pela mãe, sempre tinha tudo o que precisava, só tinha menos atenção porque a mãe estava sempre grudada na Marina, que estava sempre se rebelando.
- E você entendia isso tudo de que forma? – perguntei curiosa.
- Eu ainda não conseguia enxergar tudo como vejo agora, mas quando percebia que a Marisa ficava irritava eu tentava tirar ela de perto, chamava pra outro lugar, fazer outras coisas, e acabava fazendo-a relaxar…
- Posso imaginar de que forma! – brinquei e acabamos rindo.
- Quando começamos a nos relacionar… Sabe como é coisa de criança, né? Vai descobrindo o corpo e as sensações e como éramos muito amigas, confiávamos em compartilhar, conhecer juntas, aquela coisa de “deixa eu ver como é em você?”
- Sei como é. Vivi isso com a Manu.
- Se conheceram desde pequenas também? – ela pareceu interessada.
- Não, estávamos na faculdade e nos descobrimos gostando de meninas, fomos as primeiras uma da outra…
- E a Marina aceita a Manuela na sua casa numa boa?
- Entendeu e tá se dando super bem com a Manu, o que me deixa muito feliz!
- Que bom! Adoro vocês duas juntas. Desde o começo percebi o olhar entre vocês e torci muito para que desse certo.
- Eu percebi pelo comentário que você fez um dia, quando comíamos bolo.
- Pois é! Eu acabei exagerando no comentário. Vocês ainda nem estavam juntas. Marina nem sequer percebeu, conversamos sobre depois.
- Você e Marina?
- Sim!
- Quando isso? Ela não me contou.
- Foi depois que voltaram. Tivemos uma conversa sobre Marisa e acabamos por falar de vocês.
- Uma coisa leva a outra, não é?
- Eu devia essa conversa a ela, quis contar antes, mas a Marisa achava que ela sairia contando.
- Acho que Marina jamais faria isso.
- Eu também, mas não adiantava falar. – Fernanda passou a mão pelos cabelos num gesto de desagrado – A coisa começou a se complicar quando ainda estávamos na adolescência, Marisa foi pegando raiva da irmã, e ficando maldosa, deixando-se manipular pela mãe.
- Mas a mãe tinha interesse que as duas fossem inimigas?
- Na verdade a mãe contava com a ajuda da Marisa em tudo, para provocar a irmã, chantagear o pai, manipular as outras pessoas…
- Essa mulher deveria ser interditada! Ela não implicava com você?
- Na adolescência ela começou uma implicância velada comigo, mas tinha e ainda tem relações importantes com a minha família e por isso me poupava, sabia que poderia criar um mal-estar entre as famílias.
- Deve ter percebido a relação de vocês.
- Foi isso mesmo que aconteceu. Mas como éramos extremamente discretas ela foi deixando as coisas caminharem, acho que na esperança de que fosse coisa de crianças, ou porque não acreditava que não chegaríamos tão longe.
- Subestimou o sentimento de vocês.
- E Marisa achou que se arrumássemos uns namoradinhos de vez em quando ela se acalmaria de vez, e quando entrou pra faculdade de medicina achou que tinha enfim ganhado a admiração da mãe.
- Será que ela gosta mesmo de medicina?
- Gosta, mesmo tendo feito para agradar a mãe, ela gosta do que faz!
- Menos mal!
- Nessa fase eu achei que deveríamos contar sobre nós a Marina, tinha certeza que ela percebia nossa relação…
- Quantos anos ela tinha?
- Uns onze ou doze anos, mas era muito esperta. Marina sempre foi um doce, meiga, e também muito sagaz pra idade dela. Eu achava que se contássemos ela ficaria do nosso lado e a irmã deixaria de implicar com ela, mas a Marisa achava que não, que ela correria pra contar aos pais.
- Não é a cara da Marina fazer isso.
- Não mesmo! Marina se preocupava com outras coisas, fazia o que queria e não se submetia a mãe, despertando inveja em Marisa que sempre se rendia aos caprichos da Silvia, querendo agradá-la e um pouco de covardia também… E a mãe de alguma forma estimulava esse o ciúme que ela sentia da irmã.
- Que absurdo! E a Marina desde muito nova já não se deixava levar, não é?
- Acho que isso irritava ainda mais a irmã, que mesmo mais velha, não tinha coragem de perder a situação confortável que tinha com o apoio da mãe.
- Era mais velha, mas ainda muito nova, não é, Fernanda! Com dezessete, dezoito anos não é todo mundo que consegue tomar as rédeas da própria vida assim tão fácil. Ainda mais ela que cresceu fazendo o que a mãe queria, é difícil mudar isso.
- Muito difícil! Eu sei bem o que é isso, acompanho tudo desde sempre.
- E pra Marina foi mais fácil, já cresceu assim, não teve que mudar nada. – pensei por um instante – Olha, eu não concordo com a atitude da Marisa, não acho justificável, mas eu entendo que não deve ter sido muito fácil pra ela, esses anos todos vivendo dessa forma.
- Ah, Bárbara, me lembrei de uma coisa. Aquele dia na minha casa, quando a Marisa apareceu… Putz! Eu não queria que a Marina a visse daquele jeito.
- Eu entendi! No começo achei que fosse algum relacionamento seu que não queria que a Marina soubesse, mas depois quando a vi na festa…
- Nossa! Quando te vi lá quase morri, não sabia que iria e eu ainda não tinha falado com você. Me senti mal por ainda não ter te explicado a situação.
- Nem me preocupei com isso. Saquei logo que vocês tinham algo, mas não me dizia respeito.
- Você é uma das pessoas mais discretas que eu conheço, Bárbara.
- Não gosto que sejam indiscretos comigo, então tenho que ser coerente, não é?!
- Verdade! – ela sorriu de leve – Então, mas o problema foi a Marisa ter bebido, e ela só foi lá por isso, estava morta de ciúme e depois que bebeu tomou coragem…
- É sempre assim. – brinquei. – Até falamos sobre isso no dia, lembra?
- Que coisa, não? – ela se lembrou – E eu já tinha avisado que estaria com amigos da escola e que ela não aparecesse. Não disse que Marina iria.
- Acha que se ela soubesse da irmã, não teria ido?
- Teria ido por conta da bebida, quase nunca bebe, mas quando isso acontece toma coragem pra fazer, dizer algumas coisas, acho que por isso eu continuei com ela… Nessas horas ela se abre inteiramente comigo e eu vejo a verdadeira Marisa.
- A bebida entra e a verdade sai!
- No caso dela isso é a mais pura verdade, por isso tive medo dela encontrar a Marina lá nesse estado, ela poderia ofendê-la e também entregar a gente… Chegou me agarrando, querendo me beijar e não seria legal abrir nosso relacionamento desse jeito pra Marina.
- Também acho, leveza é tudo!
- Desculpa ter pedido pra que levasse Marina e fossem embora naquele dia, mas eu fiquei enlouquecida com o que poderia acontecer com as duas… A Marisa estar naquele estado…
- Você já pediu desculpas, e eu concordo com você que foi a melhor coisa a se fazer. Fico feliz em ter ajudado.
- Você é uma amiga e tanto, Bárbara! – abraçou-me carinhosamente – Enfim, agora é um recomeço!
- E eu espero que essas rusgas sejam todas desfeitas, no que depender de mim. – finalizei.
As meninas se aproximaram e Marisa trouxe sorvete para nós.
- Podemos sentar? Eu já estou cansada! – sugeriu Marina.
- Na areia? – Fernanda pareceu não ter gostado muito da idéia.
- É Nanda, na areia, como fazíamos quando crianças, Marina gostava que a enterrássemos, lembra?
- Mas isso era de manhãzinha ou bem à tarde. O sol está muito quente! E naquela época Marina tinha menos corpo pra enterrar – reclamou Fernanda rindo.
- Ah pára, Nanda, nem cresci tanto assim! – Marina reclamou se referindo ao seu tamanho. – Nem fiquei do tamanho de vocês.
- Ficou do tamanho ideal para mim, nenhuma polegada a menos! – interferi a favor da minha ovelhinha. – E nada de quererem enterrá-la na areia, suas malvadas!
- Ah, pára! A gente sempre tinha o cuidado de deixar a cabeça de fora. – brincou Fernanda.
- E o duro que era eu quem pedia mesmo. – Marina explicou rindo de si mesma. – Gostava que a Zazá brincasse comigo.
- Eu também gostava de brincar com você! – Marisa falou num ímpeto, depois parou, olhou para o horizonte – E vínhamos sempre aqui com papai, quando você ainda era muito pequena, acho que você nem se lembra.
- Eu me lembro de quando vínhamos nas férias, com a Nanda.
- Mas com a Nanda foi depois, quando tinha uns cinco anos. Com papai foi bem antes, você ainda vinha na cadeirinha. Ele fugia da clínica, nos pegava em casa à tarde e vínhamos tomar sorvete aqui na praia, papai gostava do mar.
- E mamãe não! Mesmo nas férias não gostava que viéssemos pra cá.
- Só deixava porque vínhamos na casa da Nanda.
- E ela nunca dizia não a minha mãe. – Nanda comentou – Quando eu descobri isso… – começou a rir – Foi a nossa salvação!
- Meninas, acho melhor sentarmos, quero saber mais dessas histórias de enterrar minha Marina na areia. – sugeri apontando para um banco grande, onde com certeza, caberíamos todas.
Fomos até lá e passamos mais um tempo agradável ouvindo histórias das três quando crianças, ainda na fase boa das irmãs. E depois tivemos, Manuela e eu, que contar as nossas também, de quando nos conhecemos na faculdade.
E assim encerramos o passeio, voltando para casa no comecinho da noite. Deixamos as meninas na casa da Fernanda, e Marisa, ao se despedir pediu desculpas novamente pela armação com a mãe e agradeceu muito pelo passeio.
E Marina, Manuela e eu ainda fechamos o dia com uma pizza antes de irmos para a cama.


















Parabéns!
Já está no fim ? Não, por favor, me diga que vc digitou errado.
Quer dizer que teremos que engolir essa sonsa da Manuela mesmo?!?!rsrsrs…Aí nao dá né…..
Marina é absurdamente incrível.
Anciosa pelo próx.
EHIOAHEOHOAHHEIHIAOHEHAIHEOHAIE
Não tô sabendo que já vai acabar O_O
Mamba, por favor explique isso x_x
Eu acho a Manuela um porre, boazinha demais u_u Não entra na minha cabeça isso de alguém aceitar a ex numa boa, dormindo na casa da sua namorada! u_u
Tomara que a Marina pegue a Manuela *o*
Tá muito doce isso tudo rs
#prontofalei
Espero ansiosa para o próximo capítulo!
Bjss
Eu sei minha mente é bem desconfiada, mas sei lá elas estão proximas demais
continuaaa
o melhor mesmo era a Barbara ficar com a Manuela e deixar a Marina pra mim.. hahaha..
http://www.google.com.br/imgres?q=alicia+keys&hl=pt-BR&gbv=2&biw=1280&bih=598&tbm=isch&tbnid=8WtC-GZO0N4EAM:&imgrefurl=http://theeflashionmcqueendiaries.blogspot.com/2011/05/style-spotlight-alicia-keys.html&docid=3GOhMgwzHHRsFM&w=400&h=600&ei=xEiTTrXeOsugtgfbqZSeDA&zoom=1&iact=hc&vpx=979&vpy=219&dur=2138&hovh=275&hovw=183&tx=138&ty=208&page=7&tbnh=120&tbnw=80&start=150&ndsp=25&ved=1t:429,r:7,s:150
concordo com todo mundo que disse q Marina e Manuela estão juntas demais.Mas vai q a Manuela ama tanto a Barbara que prefere ver ela nos braços de Marina e feliz,por isso resolver ser amiga dela.
Marina e Barbara muito lindo o amor das duas
PS: acho q a Manuela precisa se apaixonar por outra pessoa no final
Adorei a forma tranquila, discontraida das meninas na praia, relembrando momentos simples e marcantes de suas vidas.
Sabe Mamba, este conto é muito especial, pq acredito que vc foi escrevendo cada capitulo com tanta sentimentalidade, e isso foi instigando as nossas emoçoes e percepções.
Acho tão divertido vê a Malu Savassi , a Bárbara e outras meninas tentando descobrir aspectos físicos da Marina, Barbara, Marcela e Manuela. isso só faz comprovar a formal excepcional como vc foi construindo este conto.
Vc deu uma qualidade tão sublime a este conto, que a cada capitulo nossas emoções eram instigadas, incitadas, questionadas, e isso foi ótimo: Isso se chama respeito, carinho, dedicação e preocupação de uma escritora em dá o melhor de si.
Pena que só nos restam um último capitulo.
Parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Valeu Mamba!!! Bjus.
Tdo de bom seu conto … e gostaria sim de um final feliz pra barbara e ovelhinha….
Bjão
Barbara:http://www.fitfullyours.com/wp-content/uploads/2011/01/angelina_jolie_glasses-300×300.jpg
Marina:http://m.popstar.com/Celebrities/A/Dianna_Agron.jpg
Manuela:http://www.vanitatis.com/fotos/album/2010021886olivia-wilde_g.jpg
Fernanda:http://images.wikia.com/doblaje/es/images/2/24/AnaPaulaAr%C3%B3sio.jpg
Marisa:http://www.essaseoutras.com.br/wp-content/uploads/2011/09/luana-piovani.jpg
e seila o resto eu deixo pra la,cada cabeca e uma imaginacao diferente por isso eu vou expor a minha opiniao