Nosso “NÃO” não é tabu

Ser uma fêmea humana que ama outra fêmea humana, assumir o desejo por esse corpo que a sociedade insiste em desmerecer, em dizer ser frágil, em dizer ser falho, em dizer ser menos, em dizer ser pouco, é quebrar correntes, é político, é social, é romper com todas as regras, é um ato de amor e resistência.