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	<title>Parada Lésbica - O Portal das Lésbicas. &#187; Contos Eróticos</title>
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	<description>Notícias, músicas, televisão, cinema, reflexão, discussão, o ponto de encontro para mulheres que amam mulheres.</description>
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		<title>Seduza-me!</title>
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		<comments>http://paradalesbica.com.br/2012/04/seduza-me/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 23:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rose Madeo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Contos Eróticos]]></category>
		<category><![CDATA[Erotismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo & Erotismo]]></category>
		<category><![CDATA[Vem comigo... Vem!]]></category>
		<category><![CDATA[conto erótico]]></category>
		<category><![CDATA[rose madeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estréia da colunista de contos eróticos, Rose Madeo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><em><img class="alignright size-full wp-image-27175" title="01. Seduza-me - Início" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/01.-Seduza-me-Início.jpg" alt="" width="289" height="206" />Estréia da colunista de contos eróticos, Rose Madeo.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Acabo de perder minha mãe. Minha única família! Minha única amiga. Estou sozinha agora.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu marido se separou de mim para ficar com uma jovem, que poderia ser minha filha, nossa filha. Mas nem filhos nós tivemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Só existe uma coisa que preenche esse espaço vazio em meu coração: meu trabalho.<br />
Dinah, uma colega, sempre tenta me seduzir com viagens exóticas. Constantemente, ela entra em sites de agência de viagens e tem o sonho de fazer um cruzeiro. Sempre me diz:</p>
<p style="text-align: justify;">- Vamos amiga! Será uma viagem inesquecível!</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei por que ela me chama de amiga. Não somos amigas, apenas colegas de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez, Dinah não estava em sua mesa, e vi um site aberto em seu computador. A propaganda era sedutora:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Você, que se sente só, que não tem ninguém, venha viajar conosco em um cruzeiro inesquecível!&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Vi os preços, destino, fotos do navio e isso me chamou a atenção. Peguei o número de telefone que constava no site e telefonei para a agência. Em duas semanas eu estaria de férias. Marquei a viagem e claro, não falei para Dinah. Nada tenho contra ela, ao contrário, até gosto dela, mas estou sozinha e quero continuar sozinha comigo mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">E lá estava eu, a bordo de um luxuoso navio. Do Rio para Santos, de Santos para o Rio. Quatro dias e quatro noites.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Primeiro dia:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Almoço com o comandante. Ele em uma mesa com alguns convidados e os passageiros espalhados pelas mesas do grande salão do restaurante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Primeira noite:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Jantar com o comandante. Idem.</p>
<p style="text-align: justify;">Música ao vivo, de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas rodopiando pelo salão. Alguns homens distintos me convidaram para dançar. Recusei.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu, sentada à mesa, depois de dispensar os elegantes cavalheiros, observei que uma mulher morena, com cabelos longos, pretos, lisos, presos com um rabo de cavalo, estava me olhando e&#8230; Sorrindo! Quem será? Talvez uma colega da faculdade? Não estou reconhecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em certo momento, a mulher levantou a taça em um brinde. E continuou sorrindo para mim. Desviei o olhar. Aquele sorriso começava a me incomodar. Mas olhei novamente e lá estava ela&#8230; Sorrindo! Pude ver que seus olhos eram verdes.</p>
<p style="text-align: justify;">Levantei-me e fui em direção à minha cabine. Na passagem entre o salão e o corredor que leva às cabines, a mulher sorridente impediu o meu caminho.</p>
<p style="text-align: justify;">- Com licença, por favor.</p>
<p style="text-align: justify;">Falei um tanto irritada. Ela sorriu&#8230; De novo!</p>
<p style="text-align: justify;">- Você não me ouviu?</p>
<p style="text-align: justify;">- Ouvi. Por quê?</p>
<p style="text-align: justify;">- Por que o que? Por que peço licença?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não. Por que vai embora?</p>
<p style="text-align: justify;">- Porque estou cansada e vou dormir.</p>
<p style="text-align: justify;">- Sozinha?</p>
<p style="text-align: justify;">- Sim. Sozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">- Um desperdício!</p>
<p style="text-align: justify;">- O que?</p>
<p style="text-align: justify;">- Bem, pensei em sentarmos, tomarmos uma bebida, conversarmos&#8230; Ainda é cedo para dormir. Está uma linda noite!</p>
<p style="text-align: justify;">A mulher tinha um sorriso irônico, mas encantador!</p>
<p style="text-align: justify;">- Olha&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Por favor! Só uma conversa! Você está sozinha, eu também. Por que não?</p>
<p style="text-align: justify;">Pensei durante algum tempo e ela falou:</p>
<p style="text-align: justify;">- E então? Vamos?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não sei. Eu estou cansada e, para falar a verdade, estou sozinha por opção.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, não era bem essa a verdade, mas tudo bem! Ela não me conhecia mesmo!</p>
<p style="text-align: justify;">- Faremos o seguinte, nos sentamos, bebemos, conversamos e se você não gostar,  prometo que deixo você ir. O que me diz?</p>
<p style="text-align: justify;">- Está bem. Mas não vamos demorar.</p>
<p style="text-align: justify;">Fomos para o bar.</p>
<p style="text-align: justify;">- O que quer beber? &#8211; Perguntou-me.</p>
<p style="text-align: justify;">- Um dry martini.</p>
<p style="text-align: justify;">O barman anotou nossos pedidos e fomos para fora, onde havia mesas e cadeiras.</p>
<p style="text-align: justify;">O céu estava lindo! Estrelas brilhantes e uma lua cheia, branca!</p>
<p style="text-align: justify;">- Concordo. &#8211; Disse ela.</p>
<p style="text-align: justify;">- Concorda com o que? Não falei nada!</p>
<p style="text-align: justify;">- Seu olhar e seu sorriso dizem tudo! Você está pensando em como as estrelas e a lua deixam o céu ainda mais bonito. Não é isso?</p>
<p style="text-align: justify;">- Sim! Mas como&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Ela sorriu e falou:</p>
<p style="text-align: justify;">- Ainda não nos apresentamos. Muito prazer, meu nome é Helena.</p>
<p style="text-align: justify;">- É um prazer conhecê-la, Helena. Meu nome é Raquel.</p>
<p style="text-align: justify;">- Raquel! Lindo nome!</p>
<p style="text-align: justify;">O barman nos trouxe as bebidas e sentamo-nos à mesa.</p>
<p style="text-align: justify;">- Diga-me, Raquel! Em que trabalha?</p>
<p style="text-align: justify;">Contei-lhe sobre meu trabalho, sobre a morte de minha mãe, sobre meu ex-marido, e a conversa fluiu leve, descontraída, agradável. Ela me ouvia atenta, e às vezes, soltava aquele sorriso&#8230; Lindo!</p>
<p style="text-align: justify;">Depois ela começou a falar sobre sua vida. Helena me pareceu ser uma mulher inteligente, culta.</p>
<p style="text-align: justify;">Tomei um&#8230; dois&#8230; três martinis. Estava gostando de conversar com Helena. Ela me contou algumas histórias que me fizeram rir. Nossa! Há quanto tempo eu não ria, não sorria! Estava me sentindo bem e&#8230; Tonta.</p>
<p style="text-align: justify;">- Helena&#8230; Desculpe-me&#8230; É&#8230; Bem&#8230; Estou adorando nossa conversa, mas&#8230; Eu&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Tudo bem, já entendi. Vou te acompanhar até a cabine.</p>
<p style="text-align: justify;">- Não precisa! Eu posso&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Falei, me levantando, e se ela não me segurasse, com certeza, eu iria me estatelar no chão.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ela me segurou, nossos rostos ficaram tão perto, e o olhar dela era tão&#8230; tão&#8230; Opa! Eu devo estar ficando maluca ou estou mais bêbada do que eu pensava.</p>
<p style="text-align: justify;">Helena me levou até a cabine, abriu a porta, me deitou na cama e ficou me olhando de um jeito que eu não entendia. Ela sorriu, e seu sorriso me fez sentir arrepios. Eu sorri também. Então, ela foi se aproximando devagar, e nossos lábios estavam próximos! Fechei meus olhos, entreabri a boca e&#8230; Ela me beijou. Um beijo que me fez tremer, e uma sensação avassaladora tomou conta de meu corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Era claro que eu não estava em meu juízo perfeito&#8230; Eu estava me deixando ser beijada por uma mulher! E um beijo tão gostoso!</p>
<p style="text-align: justify;">Entreguei-me por completo. Um desejo enorme tomou conta de mim, e ela sentiu isso.</p>
<p style="text-align: justify;">De repente, me vi nua, e ela sobre meu corpo, tomando, possuindo, invadindo&#8230; Ah! Deixei-me levar por esse caminho desconhecido, mas tão delicioso.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas mãos me tocavam suavemente, sua boca percorria cada canto de meu corpo e parecia conhecer bem o caminho. Eu gemia a cada toque, a cada beijo, e eu queria mais e mais!</p>
<p style="text-align: justify;">Nossos ruídos de prazer se misturaram ao som do barulho do mar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mãos atrevidas, corpos suados, sussurros&#8230; Ah! Eu estava entorpecida! Movimentos mágicos, sem censura, sem medo, sem pudor&#8230; Simplesmente&#8230; Amor!</p>
<p style="text-align: justify;">Adormeci, com o olhar penetrante de Helena.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, acordei me sentindo leve, feliz! Tomei um banho, me vesti e fui para o restaurante, na esperança de encontrar Helena e tomarmos o nosso café da manhã, juntas.</p>
<p style="text-align: justify;">Helena não estava no restaurante. Pensei que ela ainda pudesse estar dormindo. Tomei o café. Nossa! Há tempos eu não sentia tanta fome!</p>
<p style="text-align: justify;">Andei pelo convés, passando pela piscina, fui até a academia, voltei ao restaurante&#8230; Nada de Helena. É&#8230; Talvez ela ainda esteja dormindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Hora do almoço e Helena não apareceu. Anoiteceu e Helena parecia ter sumido.</p>
<p style="text-align: justify;">Jantar, música, dança e&#8230; Uma flor feita de papel colocada em minha mesa. Olhei para ver de quem era aquela mão me ofertando a flor. Era ela! Helena!</p>
<p style="text-align: justify;">Meu coração começou a disparar, fiquei nervosa, não sabia o que dizer. Eu me sentia como uma adolescente tola. A única coisa que consegui dizer foi:</p>
<p style="text-align: justify;">- Onde você se meteu o dia todo?</p>
<p style="text-align: justify;">Ela me deu aquele sorriso torto, sedutor, lindo! E com certeza, eu corei. Eu não tinha outra coisa melhor para falar? Desculpei-me:</p>
<p style="text-align: justify;">- Desculpe-me! Eu&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">- Nada a desculpar. – Disse-me, dando um beijo no canto da minha boca. &#8211; Já jantou?</p>
<p style="text-align: justify;">- Ainda não. &#8211; Falei, tentando disfarçar meus arrepios.</p>
<p style="text-align: justify;">Jantamos, bebemos vinho, dançamos&#8230; Com tantos homens no salão, eu preferi dançar com ela. Senti-me envergonhada por dançar com uma mulher, mas com Helena, o tempo parecia parar, as pessoas pareciam não existir, era somente ela e eu.</p>
<p style="text-align: justify;">As horas passaram agradáveis, e eu tentava controlar minha excitação. Sentir Helena tão próxima de mim, me abraçando, me tocando, sentindo sua respiração em meu ouvido, me deixava tonta.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltamos à minha cabine e o ritual de prazer se repetiu. Desta vez, não quis me embriagar de vinho, queria me embriagar de Helena.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, a mesma coisa. Helena sumiu e nos encontramos à noite, no jantar. Eu precisava perguntar. E&#8230; Perguntei:</p>
<p style="text-align: justify;">- Você dorme o dia todo?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não.</p>
<p style="text-align: justify;">- Desculpe perguntar, mas por que você some? Eu ando por todo o navio e não te acho.</p>
<p style="text-align: justify;">- Você procura por mim? Gostei de saber disso. &#8211; Disse, sorrindo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Não! Eu apenas fico passeando e&#8230; Bem, eu&#8230; Não vejo você. Fiquei curiosa em saber como você consegue sumir dentro de um navio.</p>
<p style="text-align: justify;">- Eu não sumo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ah, some sim! Não vai me dizer?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não. Ainda não. &#8211; Ela dá um sorriso debochado. &#8211; Gostaria de ir mais cedo para a sua cabine hoje. &#8211; Desta vez, o sorriso foi sedutor, convidativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não pensei duas vezes, fomos naquele mesmo instante para a cabine. A minha cabine.<br />
Paixão, tremores, suores, sussurros e gemidos&#8230; Não quero que acabe! Não quero! Eu quero mais! Eu quero para sempre!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Último dia:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Onde estará Helena? Preciso vê-la, preciso tê-la.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Última noite:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De volta ao Rio de Janeiro. De volta para casa. Sem Helena&#8230; Sem Helena!</p>
<p style="text-align: justify;">Dias se passaram, eu estava de volta ao meu trabalho. Não sentia vontade de fazer nada, não queria falar com ninguém, não queria nada, apenas&#8230; Encontrar Helena.</p>
<p style="text-align: justify;">Três semanas depois, no final da tarde, fim de expediente, eu saí do trabalho e fui para o estacionamento pegar meu carro. Era sexta-feira e teria um feriado prolongado pela frente. Eu estaria sozinha por 4 dias. Quatro longos dias!</p>
<p style="text-align: justify;">Abri a porta do carro e ouvi alguém chamando meu nome.</p>
<p style="text-align: justify;">- Raquel? Senhorita Raquel?</p>
<p style="text-align: justify;">Olhei para ver quem era. Era um homem alto, magro, cabelos grisalhos, com um sorriso simpático nos lábios.</p>
<p style="text-align: justify;">- Com licença. A senhora é Senhorita Raquel?</p>
<p style="text-align: justify;">- Sim, sou eu. E o senhor, quem é?</p>
<p style="text-align: justify;">- Vim buscá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">- Veio me buscar? Para ir aonde?</p>
<p style="text-align: justify;">O homem me entregou uma flor feita de papel.</p>
<p style="text-align: justify;">- A pessoa que me mandou buscá-la disse para lhe entregar isso, que a senhora entenderia.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu coração disparou, minhas mãos ficaram trêmulas e suadas. De repente, fiquei sem ar.</p>
<p style="text-align: justify;">- A senhora está bem?</p>
<p style="text-align: justify;">- Não! Bem não! Eu estou ótima! Vamos! Leve-me aonde tem que me levar.</p>
<p style="text-align: justify;">Entrei em um carro preto, e o simpático homem me levou até a marina. Desci do carro, e ele me acompanhou até um veleiro. Quando vi a pessoa que me esperava, eu quis gritar, correr, voar!</p>
<p style="text-align: justify;">- Oi!</p>
<p style="text-align: justify;">- Oi!</p>
<p style="text-align: justify;">Entrei no veleiro e nos beijamos. Ah! Esse beijo que me leva às alturas, que me leva ao céu, que me leva ao paraíso!</p>
<p style="text-align: justify;">Encontrei! Encontrei Helena! Na verdade, ela me encontrou.</p>
<p style="text-align: justify;">- Podemos ir senhorita Helena? &#8211; Perguntou outro homem, era o capitão.</p>
<p style="text-align: justify;">- Sim, por favor!</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-large wp-image-27176" title="02. Seduza-me - Fim" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/02.-Seduza-me-Fim-427x280.jpg" alt="" width="321" height="210" />Conversamos, e Helena me explicou tudo. Seu sumiço durante o dia era porque ela é chef de cozinha do navio. Demorou a me encontrar, porque saiu em nova viagem. Encontrou-me através das informações que eu mesma lhe fornecera em nossa primeira noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Na cama, à meia luz, nossos corpos nus.</p>
<p>Beijos indecentes&#8230;</p>
<p>Carícias&#8230; Ousadas&#8230; Atrevidas&#8230;</p>
<p>Estremeço&#8230; Entonteço&#8230;</p>
<p>Envolvente&#8230; Atraente&#8230; Irresistivelmente&#8230;</p>
<p>- Helena!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong>FIM</strong></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>.A.M.O.R.</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 21:35:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miss J.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre contos de fada e crônicas do dia-a-dia, encontrei as 4 letras em você]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">
<p style="text-align: justify"><a href="http://paradalesbica.com.br/2012/01/a-m-o-r/a-m-o-r/" rel="attachment wp-att-26210"><img class="alignright size-large wp-image-26210" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2012/01/a.m.o.r.-373x280.jpg" alt="" width="373" height="280" /></a>Ainda era menina e já me ensinavam de amor. Uma das primeiras coisas que nos ensaiam para falar. E repetimos, quando palavras ainda não fazem sentido.</p>
<p style="text-align: justify">
Era sonhadora quando se sentavam à beira da minha cama para contar sobre a princesa na torre do castelo, o príncipe no cavalo branco e o poder do beijo de amor verdadeiro.  Tudo parecia ter cheiro de rosas e toque de cetim. O mundo parecia ser de sorrisos, porque era certo que tudo estaria bem. E o final feliz estava logo atrás do arco-íris.</p>
<p style="text-align: justify">
Mas mentiram. Mentiram em quase todas as vezes que me falaram de amor. Queriam pele nua, defesas baixas, alegria momentânea. Vai passar – eu penso – deve ser apenas o feitiço da bruxa. Mas a magia parece eterna. E nada mais parece ser bonito. O mundo é todo branco e preto. E cinza, o meu coração partido.</p>
<p style="text-align: center">
<p>~oOo~</p>
<p style="text-align: justify">
Eu não notei os seus pés na areia e não ouvi sinos quando os teus lábios tocaram os meus. Eu não pensei que seríamos felizes para sempre e não desejei que você me amasse, nem para a fada madrinha, nem para a estrela cadente.</p>
<p style="text-align: justify">
Eu não pensei em poesia quando vi o teu corpo nu, ou quando minha língua veio descrevê-lo aos meus poros. Não me hipnotizei nos teus gemidos; não morri em tuas mãos. Não houve um primeiro segundo de certezas. Nada foi mágico.</p>
<p style="text-align: justify">Mas não venha me dizer que não há amor. Aqui, cabe tudo. Cabe a promessa de apenas sorrir meus olhos quando encontrar os teus. Desenhar teu rosto, contigo ao meu lado, só para matar uma saudade prematura. Assobiar os delírios do teu corpo. Respirar silêncios do teu lado. Nadar suas necessidades. Ser sua fonte e saciar seu desejo. Sorrir tuas palavras.</p>
<p style="text-align: justify">Ouvir teu coração acelerado.</p>
<p style="text-align: justify">Nunca me falaram sobre isso, nas histórias de amor e nos contos de fada; eles não sabem que o que é bonito se constrói?</p>
<p style="text-align: justify">O mundo é lindo, sem castelo, princesa ou bruxa; Sem choro, maldição ou final feliz.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">(Esse meu mundo de nós duas e nada além)</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Kamala – Parte Final</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 12:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jils</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sexo & Erotismo]]></category>
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		<category><![CDATA[jilsdea]]></category>
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		<category><![CDATA[sonho]]></category>

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		<description><![CDATA[“O que você quer?” Eu não conseguia responder, gaguejava mentalmente tentando achar uma resposta, mas não conseguia pronunciá-la&#8230; Não foi preciso, ela viu em meus olhos o desejo que me consumia. E eu vi em seus olhos a luxuria, a vaidade e a malícia. Ela começou a andar e dançar, fazendo movimentos para que eu ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">“O que você quer?”</p>
<p>Eu não conseguia responder, gaguejava mentalmente tentando achar uma resposta, mas não conseguia pronunciá-la&#8230; Não foi preciso, ela viu em meus olhos o desejo que me consumia.</p>
<p><a href="http://paradalesbica.com.br/2011/11/23935/kamala-parte-1166/" rel="attachment wp-att-23960"><img class="alignright size-full wp-image-23960" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Kamala-Parte-1166.jpg" alt="" width="240" height="185" /></a></p>
<p>E eu vi em seus olhos a luxuria, a vaidade e a malícia. Ela começou a andar e dançar, fazendo movimentos para que eu a seguisse. Aquelas mãos estavam me hipnotizando, assim como o movimento dos seus quadris&#8230;</p>
<p>Chegamos a uma liteira que estava próxima a clareira, a liteira estava coberta por tecidos nos mesmos tons de roxo da sua roupa e as almofadas eram azuis e vermelhas. Ela me fez sentar e recomeçou a coreografia que estava fazendo na clareira antes de perceber que eu a estava observando.</p>
<p>Quando ela dançava era como se o bosque todo se movesse junto e criasse uma música só para ela continuar se movendo. Foi então que percebi o intuito dos movimentos que ela fazia com os véus de sua roupa, o jogo de esconde e mostra, era como se brincasse entre dois mundos, do conhecido e do desconhecido. Era isso que me excitava, a curiosidade e a vontade de descobrir o seu precioso corpo que eu só via em partes, as quais ela queria mostrar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ela virou de costas e deixou cair o véu com o qual estava dançando, ele deve ter caído em segundos, mas para mim foram horas de apreciação daquele corpo, milímetro a milímetro que se revelava para mim. Senti o convite do ato e puxei-a para mim. Ela se desvencilhou de minhas mãos. Entendi que tudo seria ao seu tempo e da maneira que ela quisesse.</p>
<p>Lentamente ela foi me deitando nas almofadas e subindo sobre me corpo. Eu morrendo de ansiedade tentava me levantar e virar o jogo, mas ela colocava sua mão no meu ombro e me deitava novamente.</p>
<p>Me rendi a ela e suas regras. Sentia cada toque de suas mãos no meu corpo. Ora suaves, ora mais fortes.  A pressão de suas coxas nas minhas, de seu sexo no meu. As carícias, beijos pelo corpo e leves mordidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://paradalesbica.com.br/2011/11/23935/beneficios-danca-do-ventre1-300x200/" rel="attachment wp-att-23962"><img class="alignleft size-full wp-image-23962" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2011/10/beneficios-danca-do-ventre1-300x200.jpg" alt="" width="278" height="183" /></a></p>
<p>A vontade e o desejo eram tantos, que mesmo vestida, sabendo que aquelas eram apenas as preliminares do que poderia ser o melhor sexo da minha vida&#8230; tive um orgasmo. Nunca tinha passado por nada parecido com aquilo. Havia chegado ao clímax do sexo sem ao menos tê-lo feito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Queria perguntar qual era essa mágica que ela tinha feito comigo, ou simplesmente qual era o seu nome. Eu não sabia nem onde estava e quem ela era. Tudo era muito irreal e eu precisava entender o que havia acontecido, mas o sono foi tomando conta de mim e a última coisa que lembro era de adormecer nos seus braços.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acordei assustada e percebi que estava no mesmo lugar do bosque que havia adormecido&#8230; Não me questionei se era sonho ou realidade, apenas sabia que estava pronta para voltar para casa.</p></div>
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		<title>Capítulo 3: Tudo pode ficar melhor</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 19:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mamba Negra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos Eróticos]]></category>
		<category><![CDATA[Erotismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Última parte do conto Triângulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><a href="http://paradalesbica.com.br/2011/08/capitulo-3-tudo-pode-ficar-melhor/cap-3/" rel="attachment wp-att-22663"><img class="alignright size-medium wp-image-22663" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Cap-3-180x183.jpg" alt="" width="180" height="183" /></a>- E tem mãos de fada. Não estou sentindo nada. Quer dizer&#8230; Não estou sentindo dor&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">A loura colocou a bandeja, com três xícaras de café em cima da mesinha do outro lado da cama,sentou-se atrás de Helena chegando tão próxima dela, a ponto de sentir-lhe o hálito. Olhou o joelho da ruiva e continuou ali. Helena começou a achar que tinha algo no ar.</p>
<p style="text-align: justify">- Nossa! Que ralado feio esse! Deve ter ardido muito.</p>
<p style="text-align: justify">- Na verdade isso foi o de menos – sorriu a ruiva olhando furtivamente para Helena.</p>
<p style="text-align: justify">A branquela pegou a gaze, colocou sobre o machucado e em seguida colocou o esparadrapo.</p>
<p style="text-align: justify">- Que pena eu não ter nenhum machucado pelo corpo. Também queria uma enfermeira tão dedicada assim cuidando de mim.</p>
<p style="text-align: justify">Nesse momento, Helena teve certeza que tinha algo no ar e gostou muito. Virou-se para a loura, que estava tão próxima que seus lábios se encontraram.</p>
<p style="text-align: justify">A loura, hábil nos movimentos, abraçou-a por trás e abriu seu roupão deixando-o cair pela cintura. Imediatamente colocou as mãos sobre seus seios que a essa altura já estavam intumescidos.</p>
<p style="text-align: justify">Helena continuou como estava e Luiza se encaixou atrás dela roçando a boca alucinadamente pelo seu pescoço e apertando seus seios com as mãos deixando a branquela trêmula de desejo.</p>
<p style="text-align: justify">Quando lembrou-se da ruiva, já começou a sentir sua boca quente descendo pela barriga e chegando em seu sexo. Helena sentiu seu corpo todo tremer com aquelas pegadas, lambidas, mordidas, ora das mãos ágeis de Luiza ora da boca deliciosa de Claudia.</p>
<p style="text-align: justify">As duas não davam espaço nem para ela se mexer, e logo chegou ao clímax deliciosamente na boca da ruiva.</p>
<p style="text-align: justify">Mal teve tempo de se recompor e a loura ajeitando-se ao seu lado sorriu maliciosamente. Helena não teve duvidas abocanhou os seios da loura com voracidade fazendo-a gemer de prazer. Nesse momento a ruiva encaixou suas pernas no rosto de Luiza, enquanto a branquela descia por seu corpo beijando-o inteiro até chegar em seu sexo latejante de prazer.</p>
<p style="text-align: justify">Luiza sugava Claudia, enquanto Helena deliciava-se com seu sexo, alternando lambidas, mordidas e penetrações com seus dedos ágeis fazendo a loura delirar de prazer. A loura tremeu se contorcendo toda, enquanto a ruiva rebolava em seu rosto.</p>
<p style="text-align: justify">Helena puxou a ruiva para ela e posicionou-se no meio de suas pernas continuando o trabalho da loura que estava desfalecida de prazer. Não demorou e a ruiva também teve seu orgasmo gemendo muito e alto, provocando uma forte excitação na branquela que olhando para o corpo da loura deitou-se sobre ele, e esfregando seu sexo alucinadamente na perna da loura, extasiou-se também e caiu ao lado de ambas.</p>
<p style="text-align: justify">Fechou os olhos e achou que estava sonhando, tudo aquilo não tinha acontecido de verdade.</p>
<p style="text-align: justify">Estava num daqueles sonhos malucos de adolescentes, que fantasiam coisas com todas as gostosas que passam pela frente. Sentiu mãos e línguas passeando pelo seu corpo todo e ficou assim de olhos fechados apenas sentindo. Se fosse um sonho mesmo, era melhor que continuasse.</p>
<p style="text-align: justify">Depois de um tempo assim sentiu suas pernas serem afastadas e foi penetrada de uma só vez fazendo-a gemer alto, regogizando-se de prazer imediatamente. Abriu os olhos e viu que era a loura quem executava a ação, enquanto a ruiva penetrava a loura por trás.</p>
<p style="text-align: justify">Luiza então se deita sobre Helena e começa a esfregar-se, enquanto Claudia continua penetrando-a por trás, deleitando-se de prazer enlouquecidamente até que a loura deixa-se cair para o lado. A ruiva por sua vez deita-se sobre Helena se extasiando em sua perna.</p>
<p style="text-align: justify">Ficaram assim desfalecidas as três sobre a cama.</p>
<p style="text-align: justify">Depois de uns minutos Helena levanta-se, sai do quarto, sem dizer nada e vai até o banheiro. Toma outro banho rápido e quando está se enxugando ouve batidas na porta que se abre. A loura então entra com o roupão que ela havia deixado no quarto.</p>
<p style="text-align: justify">- Coloque isso e vá para o quarto, que vou te emprestar um vestido. Você não pode colocar essas roupas molhadas e sujas assim.</p>
<p style="text-align: justify">- Obrigada. Vocês estão sendo muito gentis comigo – virou-se pra loura e acabou rindo do que disse.</p>
<p style="text-align: justify">A loura sorriu também e saiu, deixando Helena à vontade para se secar.</p>
<p style="text-align: justify">Helena colocou o roupão, foi até o quarto e elas não estavam lá. Havia apenas um vestido sobre a cama. Ouviu barulho de chuveiro vindo do banheiro. Colocou ali mesmo o vestido e se lembrou de que o salto de seu sapato havia quebrado. Sentou-se na cama desolada. Tentou pensar em algo.</p>
<p style="text-align: justify">As duas apareceram nesse momento enroladas em toalhas.</p>
<p style="text-align: justify">- Estou com um probleminha. Meu sapato quebrou o salto&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">- É verdade. Havia me esquecido disso. Pegarei um meu – disse a ruiva voltando em direção ao closet sendo seguida pela loura.</p>
<p style="text-align: justify">Voltaram, já vestidas e com uma sandália na mão. Helena colocou a sandália e levantou-se.</p>
<p style="text-align: justify">- Meninas, preciso ir! Foi um prazer enorme conhecê-las!</p>
<p style="text-align: justify">- O prazer foi todo nosso – disseram juntas as duas.</p>
<p style="text-align: justify">Acompanharam-na até a porta. Helena parou antes de sair e disse:</p>
<p style="text-align: justify">- Eu voltarei em breve para trazer suas roupas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">- Esperaremos ansiosas.</p>
<p style="text-align: justify">Helena virou-se e foi embora extasiada pelas novas amizades. E que amizades!</p>
<p style="text-align: justify">- Que dia maravilhoso, Meu Deus!</p>
</div>
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		<title>Capítulo 2: Mais surpresas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mamba Negra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos Eróticos]]></category>
		<category><![CDATA[Erotismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu do banheiro e caminhou de volta para a sala. Ficou observando os quadros na parede até que sentiu a presença de alguém. - Olá! Virou-se e deu de cara com a loura, que sorria amigavelmente para ela. - Olá! – respondeu envergonhada, não sabia de quem se tratava. A loura se aproximou e ela ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">
<p style="text-align: justify"><a href="http://paradalesbica.com.br/2011/08/capitulo-2-mais-surpresas/cap-2/" rel="attachment wp-att-22577"><img class="alignright size-medium wp-image-22577" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Cap-2-275x183.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a>Saiu do banheiro e caminhou de volta para a sala. Ficou observando os quadros na parede até que sentiu a presença de alguém.</p>
<p style="text-align: justify">- Olá!</p>
<p style="text-align: justify">Virou-se e deu de cara com a loura, que sorria amigavelmente para ela.</p>
<p style="text-align: justify">- Olá! – respondeu envergonhada, não sabia de quem se tratava.</p>
<p style="text-align: justify">A loura se aproximou e ela pode sentir o perfume delicioso que ela irradiava. Os cabelos emoldurando seu rosto, seus olhos azuis, sua boca rosada de lábios grossos e um sorriso simplesmente maravilhoso.</p>
<p style="text-align: justify">- Sou Luiza. Moro com a Claudia&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">- Ah tá. Desculpa invadir sua casa assim. Tive um contratempo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">- Claudia já me contou tudo. Que coisa não! Ainda bem que resolvi nem sair de casa hoje. Poderia ter tido um acidente como o de vocês.</p>
<p style="text-align: justify">- Fez muito bem em ter ficado em casa. Quisera eu ter podido fazer essa escolha. Hoje meu dia não começou nada bem.</p>
<p style="text-align: justify">- Não pense assim. Pense que foram imprevistos que te levaram a conhecer outras pessoas. E quem sabe seu dia não melhore. Vou fazer um café. Com essa chuva que tomaram será bom tomarem um café bem quente – fez sinal para que Helena a acompanhasse até a cozinha.</p>
<p style="text-align: justify">Entraram na cozinha e Helena sentou-se numa cadeira enquanto Luiza preparava o café.</p>
<p style="text-align: justify">- Você mora por aqui? – perguntou à loura.</p>
<p style="text-align: justify">- Trabalho por aqui! Eu estava voltando do almoço quando nos encontramos&#8230; esbarramos&#8230; Na verdade ela tentou me ajudar e a Claudia está tomando banho?</p>
<p style="text-align: justify">- Ela está fazendo curativo no joelho.</p>
<p style="text-align: justify">- Poxa eu disse a ela que ajudaria.</p>
<p style="text-align: justify">- Acho que nem precisa, mas você pode ir ao quarto ajudá-la. Fique a vontade! – disse mostrando a direção do quarto.</p>
<p style="text-align: justify">- Com licença – Helena disse saindo da cozinha e indo na direção que a loura mostrou.</p>
<p style="text-align: justify">Viu a porta entreaberta, e espiou lá dentro. Viu a ruiva sentada na cama de perna dobrada enrolada na toalha com cara de dor. Imediatamente bateu de leve na porta.</p>
<p style="text-align: justify">- Entra!</p>
<p style="text-align: justify">Abriu mais a porta e entrou percebendo a surpresa da ruiva ao vê-la ali. Pelo jeito achou que fosse a outra.</p>
<p style="text-align: justify">Sentou na cama e esticou a perna de Claudia em seu colo e soprou. A toalha enroscada no corpo da ruiva se abriu um pouco com o movimento deixando sua virilha a mostra. Justamente o pedaço que deixava Helena alucinada. Respirou fundo e tentou se concentrar no machucado a sua frente.</p>
<p style="text-align: justify">- Você tem mertiolate, gaze e esparadrapo para que eu possa fazer um curativo?</p>
<p style="text-align: justify">- Tenho sim – a ruiva esticou o braço e tentou pegar na mesinha ao lado da cama, mas não conseguiu. Isso só fez com que a toalha se abrisse mais e mostrasse ainda mais do que Helena já estava querendo ver.</p>
<p style="text-align: justify">- Deixe que eu mesma pego!</p>
<p style="text-align: justify">Helena tirou calmamente a perna da ruiva de seu colo. Levantou-se e pegou o material para o curativo. Sentou-se novamente, colocou-os em cima da cama ao seu lado e voltou à perna dela em seu colo. O roupão deixava seu colo à mostra quando sentada e sentiu o olhar da outra sobre si. Um olhar cumprido que deixou-a curiosa.</p>
<p style="text-align: justify">- Você é bem branquela, não é? – tentou disfarçou a ruiva.</p>
<p style="text-align: justify">Helena apenas sorriu e começou o curativo. Primeiro colocou o mertiolate, mas antes se posicionou para assoprar, pois a ruiva já estava com aquela carinha de criança assustada, que a deixou com vontade de apertá-las nos braços para consolá-la.</p>
<p style="text-align: justify">Soprou feito uma louca para que a outra não sentisse absolutamente nenhum ardor, e estava assim com as mãos na perna da ruiva, a boca quase em suas coxas, quando a loura entrou no quarto.</p>
<p style="text-align: justify">- Que cena interessante!</p>
</div>
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		<title>Capítulo 1: Seria difícil</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2011/08/capitulo-1-seria-dificil/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 20:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mamba Negra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos Eróticos]]></category>
		<category><![CDATA[Erotismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira parte do conto Triângulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">
<p style="text-align: justify"><a href="http://paradalesbica.com.br/2011/08/capitulo-1-seria-dificil/54hj6b_thumb/" rel="attachment wp-att-22516"><img class="alignright size-medium wp-image-22516" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2011/08/54hj6b_thumb-219x183.jpg" alt="" width="219" height="183" /></a>- Que dia meu Deus!</p>
<p style="text-align: justify">Helena não estava acreditando no dia que estava tendo. Logo pela manhã já bateu o dedinho no pé da cama. A escova de dente caiu no vaso. Qual ser humano na face da terra já conseguiu essa façanha?</p>
<p style="text-align: justify">Discutiu com o porteiro do prédio, porque o portão quase fechou no seu carro. Pode isso? E claro que chegou atrasada no emprego e ainda teve que sorrir para o colega de trabalho, que ela simplesmente odiava, mas tinha que engolir.</p>
<p style="text-align: justify">Saiu para o almoço, e quando estava voltando, uma chuva torrencial a pegou bem no meio do caminho, e não tendo onde se esconder, o jeito foi correr. O salto de seu sapato quebrou e ela já ia caindo quando sentiu braços amparando-a.</p>
<p style="text-align: justify">- Cuidado!</p>
<p style="text-align: justify">Uma moça que estava passando ao seu lado tentou ajudá-la, porém não conseguiu e ambas acabaram no chão, mais especificamente numa enorme poça d’água suja.</p>
<p style="text-align: justify">Helena tentou se levantar, mas sua bolsa estava enroscada em alguma coisa da outra. As duas se entreolharam e já que a desgraça estava feita, caíram na risada.</p>
<p style="text-align: justify">- Desculpa – falaram em uníssono.</p>
<p style="text-align: justify">- Não foi nada – novamente disseram ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify">Riram e foram aos poucos, se soltando e levantando-se. Avaliados os prejuízos, Helena chegou à conclusão que estava de sapato sem salto, suja e completamente molhada, e com exceção do salto quebrado, a outra moça também estava assim.</p>
<p style="text-align: justify">- Mil desculpas&#8230; Qual o seu nome?</p>
<p style="text-align: justify">- Claudia. E o seu?</p>
<p style="text-align: justify">- Helena. Desculpe-me por isso. Você tentou me ajudar, e eu em troca te dou um banho de lama&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">- Sem problemas. Não foi proposital, creio eu&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">- Pode ter certeza! – disse Helena que nesse momento viu o joelho de Claudia sangrando. – Nossa! Você se machucou!</p>
<p style="text-align: justify">Claudia olhou para o próprio joelho e riu amarelo.</p>
<p style="text-align: justify">- Nem tinha notado. Mas foi só um ralado bobo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">- Ah não. Melhor irmos até uma farmácia e cuidarmos disso!</p>
<p style="text-align: justify">- De jeito nenhum. Moro aqui perto. Chego em casa, tomo um banho e faço um curativo.</p>
<p style="text-align: justify">- Faço questão de me redimir da culpa&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">- Você estava indo onde?</p>
<p style="text-align: justify">Só então Helena se deu conta de que não poderia voltar para a agência daquele jeito: molhada, suja e sem salto.</p>
<p style="text-align: justify">- Bom. Eu estava voltando para o trabalho, mas nesse estado não posso ir a lugar algum. Preciso dar um jeito de ir pra casa.</p>
<p style="text-align: justify">- Moro na próxima quadra, se quiser pode ir comigo se limpar um pouco, pois do jeito que está pode acabar sendo confundida com alguma maluca.</p>
<p style="text-align: justify">Lógico que não estava acostumada a ir se enfiando na casa de qualquer um que encontrava pela rua, mas na situação em que se encontrava, achou que seria uma boa opção, pois realmente estava parecendo uma maluca, toda enlameada daquele jeito e a moça a sua frente não parecia ser uma bandida, com segundas intenções, aliás, ela era muito bonita: ruiva de cabelos lisos, abaixo do ombro, alta, olhos verdes, e uma saia que deixava suas pernas bem torneadas a mostra.</p>
<p style="text-align: justify">Resolveu aceitar o convite.</p>
<p style="text-align: justify">- Vou aceitar sim, mas faço questão de cuidar desse joelho, ok?</p>
<p style="text-align: justify">- Tudo bem. Faço um café quente e conversamos sobre esse joelho – concordou com voz bem calma.</p>
<p style="text-align: justify">Foram caminhando pela rua, conversando ainda sobre o inusitado do encontro.</p>
<p style="text-align: justify">Chegaram ao prédio e subiram as escadas que levavam ao primeiro andar. Helena andava com dificuldade por conta do sapato com o salto quebrado.</p>
<p style="text-align: justify">- Gosto das escadas. Dificilmente uso o elevador&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">- É sempre bom usar as escadas. Mantém o corpo em dia.</p>
<p style="text-align: justify">- Não acho que você precise se preocupar com isso&#8230; – disse Claudia dando uma olhada discreta para o corpo de Helena.</p>
<p style="text-align: justify">- É sempre bom estar atenta. Não acha?</p>
<p style="text-align: justify">- Sim… sempre bom estar atenta.</p>
<p style="text-align: justify">Nesse momento Claudia aproveitou para dar uma boa olhada no corpo de Helena, aliás, sem disfarçar. Reparou nas curvas perfeitas que a calça justa ao corpo mostrava. O colo bonito e os seios fartos enrijecidos pelo frio da chuva. Cabelos castanhos levemente enrolados caiam em cascatas pelo rosto perfeito de pele branquinha. Uma boca vermelha, linda! E olhos escuros. Uma combinação perfeita para o gosto de Claudia.</p>
<p style="text-align: justify">Chegaram de frente à porta do apartamento e Claudia abriu a porta devagar como que para não assustar ninguém. Olhou para Helena convidando-a a entrar e em seguida entrou, fechando a porta atrás de si.</p>
<p style="text-align: justify">Era um apartamento muito bonito. Uma decoração super alegre e de muito bom gosto. Helena percebeu que estava molhando todo o chão e ficou um pouco sem graça, mas logo foi acudida pela ruiva.</p>
<p style="text-align: justify">- Você deveria tomar um banho e colocar uma roupa minha&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">- Não quero te incomodar demais!</p>
<p style="text-align: justify">- De forma alguma. Faço questão!</p>
<p style="text-align: justify">Claudia levou Helena até o banheiro no final do corredor. Entrou com ela. Abriu uma gaveta do armário e retirou um roupão entregando-o a Helena e também uma toalha.</p>
<p style="text-align: justify">- Fique a vontade. Também vou tomar um banho e lhe espero na sala!</p>
<p style="text-align: justify">Helena tirou a roupa e colocou em cima da pia. Sua roupa estava suja, molhada, nojenta. Teve vontade de jogá-la fora. Mas contentou-se em deixá-las na pia, por hora. Sua pele branquinha estava com alguns pingos de lama e riu de si mesma se achando uma dálmata.</p>
<p style="text-align: justify">Ligou o chuveiro e se enfiou embaixo. A água morna caiu sobre seus ombros e sentiu um pouco de alivio. Que banho bom! Como estava precisando disso. Ficou ali sentindo a água escorrer pelo corpo e foi relaxando. Ficou um tempo que nem soube precisar quanto, mas enfim caiu em si, desligando o chuveiro.</p>
<p style="text-align: justify">Enxugou-se e colocou o roupão que a ruiva havia lhe dado. E sua roupa suja? Como iria embora? Colocaria sua roupa suja? De roupão não poderia ir embora.</p>
<p style="text-align: justify">- Que dia, meu Deus! – tornou a repetir com ela mesma.</p>
<p style="text-align: justify"><em>Conto escrito em parceria com Perséfone Proserpina (<a href="mailto:persefone_proserpina@hotmail.com">persefone_proserpina@hotmail.com</a>) </em><br />
</p>
</div>
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		<title>Em seu tesão</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 01:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miss J.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cherry Lips]]></category>
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		<description><![CDATA[Você e ela. Agora. Navegando nos desejos uma da outra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">
<p style="text-align: justify"><a href="http://paradalesbica.com.br/2011/07/em-seu-tesao/tesao/" rel="attachment wp-att-22426"><img class="alignright size-medium wp-image-22426" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2011/07/tes%C3%A3o-293x183.jpg" alt="" width="293" height="183" /></a>E, como se ela pudesse sobreviver sem as suas mãos, ela te pede para parar. O corpo trêmulo e arrepiado de desejo e dúvida. Ela não sabe se entregar a uma mulher. Ofega, com a cabeça baixa, e os olhos que sobem do chão pelo seu corpo. Você morde os lábios. Não há como não tentar algo além do que aconteceu. Você a pega as mãos, enquanto ela tenta recusar o que já era parte de si, e as pousa em seus seios. Ela sente os teus mamilos apontando para o teto, tão duros quanto o desejo pode permitir. Você a olha para perceber sua boca se entreabrindo, como quem começa a sentir a violência do furacão de libido dentro de si. Seus olhos se encontram e ela te puxa para si, devora a tua língua com e dela e coloca as tuas mãos em sua bunda.</p>
<p style="text-align: justify">Você desliza os dedos pela pele dela e a joga na parede. Prende seus braços no alto, com as próprias mãos, que escorregam para saborear o resto das suas curvas. Você tira a própria blusa, de onde brotam seus seios, que ela admira, enquanto você descobre os dela, e os leva à boca. Ela geme de leve por sentir teus dentes se roçando em seu mamilo e a tua mão, puxando os cabelos de sua nuca.</p>
<p style="text-align: justify">Agora, você a beija mais. A boca, o pescoço, a orelha. Mete a mão por debaixo da saia dela, e se arrepia ao sentir a calcinha ensopada de lava vulcânica. A afasta e brinca na entrada escorregadia, com a ponta dos dedos. Ela se derrete. Pede baixinho, pra te ter por dentro da própria pele. Você sussurra em seu ouvido; pergunta se ela tem certeza. E ela repete duas, agora três vezes, uma mais alta que a outra, quase berrando seu próprio delírio de desejo até te sentir deslizar dois dedos para dentro dela.</p>
<p style="text-align: justify">Ela geme e rebola. Você sorri. Sente o próprio desejo gotejando entre as pernas. Tudo pulsa. Você está tomada por uma fúria libidinosa, que aumenta, mais e mais, enquanto o ar parece mais escasso e os gemidos preenchem a sala. Ela te arranha, pede por mais. E você entrega tudo o que pode. A velocidade dos teus dedos aumenta, enquanto ela rebola como quem faz algo para salvar a vida e você sente a explosão de desejo molhar os dedos. Brinca mais um pouco, por lá, enquanto ela desaba no teu corpo. Ela ofega e você os leva à boca. Olha para ela, a beija e sorri.</p>
<p style="text-align: justify">E ela diz que nunca sentiu algo tão forte; e, enquanto beija a tua orelha, tenta descobrir os caminhos para exaurir teu corpo em seu tesão.</p>
</div>
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		<title>Imperativo</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2011/07/imperativo/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 03:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miss J.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Transforme a eternidade em orgasmos pálidos; E, o agora, algo além do inesquecível]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">
<p style="text-align: justify"><a rel="attachment wp-att-22063" href="http://paradalesbica.com.br/2011/07/imperativo/imperativo/"><img class="alignright size-medium wp-image-22063" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2011/07/imperativo-134x183.jpg" alt="" width="134" height="183" /></a>Toque o meu corpo que eu mergulho no teu mundo. Me banhe com a tua língua, sinta o sal da minha pele em tua boca. Morda meus mamilos, gema em meu sorriso: Transforme a eternidade em orgasmos pálidos; E, o agora, algo além do inesquecível.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">~oOo~</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Olhe os meus olhos e sinta o quanto do meu corpo arrepia por você. E venha beijar minha boca. Roce a sua língua na minha, morda meus lábios, toque meus seios.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Aperte minha cintura e bunda. Me transporte pra longe daqui&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Me deixe beijar seu pescoço e percorrer tua orelha com a língua. Eu quero puxar os cabelos que se arrepiam em sua nuca. Tire a blusa e me mostre o teu corpo. E deixe que eu admire a perfeição das tuas curvas.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Repare que já não há controle: Meus dedos e língua se movem por si só. Eu já arranho tuas costelas e costas. E lambo o que há de nu em ti. Sinto sua pele se eriçar em minha boca. E meus sentidos se perderem em libido.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">E arranco as tuas calças. E provoco o que se esconde em tua calcinha. Te sinto derreter na ponta dos meus dedos, molhando a minha pele pelo tecido que não escoa o desejo.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Abra as pernas e me deixe romper tua carne. E se permita delirar nos meus pecados. Abençoe a minha noite com os gemidos que você teme em tentar conter, que eu deslizo os meus dedos dentro e fora de você.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Vire de costas. E deixe eu me esfregar em sua bunda. Sinta o calor que emana de nós. E entenda a sobriedade em delírios de orgasmos.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Perceba que as minhas pernas tremem. E aproveite a sensação dos meus mamilos valsando no teu dorso. Estou encharcada em tua glória. Meu corpo pulsa e o coração já bate entre as pernas; Tua goza escorre nos meus dedos. Os levo à boca. E sinto um pouco do gosto doceamargo: O gosto que já é memória antes do fim do ato consumado.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Você fica linda com o rosto avermelhado pelos espasmos de tesão. A boca inchada de morder os lábios. Os olhos acesos de desejo. Adoro o jeito que você me olha&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Tire minhas roupas. Quero poder esfregar meu corpo no seu: misturar curvas e fluídos. Sinta o meu rio desaguar no seu mar, enquanto rebolo o meu sexo no seu. Ouça este dueto de gemidos. Aperte os meus mamilos. E quanto mais alto ecoa esta sinfonia libidinosa, mais forte quero me corromper em seu clitóris.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Você sente o suor que molha o meu corpo? Sente o tremor em minha pele? E o coração sambando desgovernado no peito? São minhas respostas pelo deleite em tuas curvas. É a glória de sentir a mulher exausta sob o meu ser.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Aproveite o cansaço desta minha pequena morte e faça o que quiser de mim. Sou fêmea no cio, dotada de tesão inesgotável: Os olhos fechados pelo orgasmo voltam a ganhar vida nas estocadas dos teus dedos em minhas entranhas.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Deliro no teu ato, enquanto a tua língua invade a minha boca e tuas unhas se cravam no meu corpo. E eu pareço sentir tudo ao mesmo tempo: Ora teus dentes em meus mamilos; ora tua língua em meu clitóris. Então, derreto, alucinada, nos teus dedos.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Agora, só quero sentir teu gosto: Venha sentar em minha boca e rebole no meu rosto. Sinta a minha língua deflorando o teu íntimo, me afogue na correnteza da tua luxúria.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">~oOo~</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Perceba os nossos corpos exaustos. A noite já era dia antes de cimentarmos nossas peles na magia de Morfeu.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Veja como transformamos pecados em dádivas; E que te ordeno por ser tua escrava. O mundo é mais belo que os sonhos. E o meu universo se resume a te ter.</p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: center">~oOo~</p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Olhe os meus olhos e sinta o quanto do meu corpo arrepia por você. E venha beijar minha boca. Roce a sua língua na minha, morda meus lábios, toque meus seios.</p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Aperte minha cintura e bunda. Me transporte pra longe daqui&#8230;</p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Me deixe beijar seu pescoço e percorrer tua orelha com a língua. Eu quero puxar os cabelos que se arrepiam em sua nuca. Tire a blusa e me mostre o teu corpo. E deixe que eu admire a perfeição das tuas curvas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Repare que já não há controle: Meus dedos e língua se movem por si só. Eu já arranho tuas costelas e costas. E lambo o que há de nu em ti. Sinto sua pele se eriçar em minha boca. E meus sentidos se perderem em libido.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">E arranco as tuas calças. E provoco o que se esconde em tua calcinha. Te sinto derreter na ponta dos meus dedos, molhando a minha pele pelo tecido que não escoa o desejo.</p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Abra as pernas e me deixe romper tua carne. E se permita delirar nos meus pecados. Abençoe a minha noite com os gemidos que você teme em tentar conter, que eu deslizo os meus dedos dentro e fora de você.</p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Vire de costas. E deixe eu me esfregar em sua bunda. Sinta o calor que emana de nós. E entenda a sobriedade em delírios de orgasmos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Perceba que as minhas pernas tremem. E aproveite a sensação dos meus mamilos valsando no teu dorso. Estou encharcada em tua glória. Meu corpo pulsa e o coração já bate entre as pernas; Tua goza escorre nos meus dedos. Os levo à boca. E sinto um pouco do gosto doceamargo: O gosto que já é memória antes do fim do ato consumado.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Você fica linda com o rosto avermelhado pelos espasmos de tesão. A boca inchada de morder os lábios. Os olhos acesos de desejo. Adoro o jeito que você me olha&#8230;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Tire minhas roupas. Quero poder esfregar meu corpo no seu: misturar curvas e fluídos. Sinta o meu rio desaguar no seu mar, enquanto rebolo o meu sexo no seu. Ouça este dueto de gemidos. Aperte os meus mamilos. E quanto mais alto ecoa esta sinfonia libidinosa, mais forte quero me corromper em seu clitóris.</p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Você sente o suor que molha o meu corpo? Sente o tremor em minha pele? E o coração sambando desgovernado no peito? São minhas respostas pelo deleite em tuas curvas. É a glória de sentir a mulher exausta sob o meu ser.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Aproveite o cansaço desta minha pequena morte e faça o que quiser de mim. Sou fêmea no cio, dotada de tesão inesgotável: Os olhos fechados pelo orgasmo voltam a ganhar vida nas estocadas dos teus dedos em minhas entranhas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Deliro no teu ato, enquanto a tua língua invade a minha boca e tuas unhas se cravam no meu corpo. E eu pareço sentir tudo ao mesmo tempo: Ora teus dentes em meus mamilos; ora tua língua em meu clitóris. Então, derreto, alucinada, nos teus dedos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Agora, só quero sentir teu gosto: Venha sentar em minha boca e rebole no meu rosto. Sinta a minha língua deflorando o teu íntimo, me afogue na correnteza da tua luxúria.</p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Perceba os nossos corpos exaustos. A noite já era dia antes de cimentarmos nossas peles na magia de Morfeu.</p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Veja como transformamos pecados em dádivas; E que te ordeno por ser tua escrava. O mundo é mais belo que os sonhos. E o meu universo se resume a te ter.</p>
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		<title>&#8220;I Touch Myself&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 02:47:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miss J.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É pecado você não saber o que eu sinto, à distância, quando o meu pensamento te toca]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">
<blockquote>
<p style="text-align: justify">Para ler ouvindo: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wv-34w8kGPM">Divinyls &#8211; I Touch Myself </a></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify"><a rel="attachment wp-att-21662" href="http://paradalesbica.com.br/2011/05/i-touch-myself/i-touch-myself/"><img class="alignright size-medium wp-image-21662" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/i-touch-myself-183x183.jpg" alt="" width="183" height="183" /></a>É pecado você não saber o que eu sinto, à distância, quando o meu pensamento te toca. Me pego sôfrega e ofegante em todas as partes do dia. Fecho os olhos para encontrar teu sorriso safado indo de encontro ao meu ouvido para sussurrar que eu te enlouqueço, enquanto tento disfarçar o quanto de mim já perdi no desejo de te ter colada ao meu corpo.</p>
<p style="text-align: justify">Abro os olhos para me perceber lambuzada na magia erótica em que você me aprisionou. Sinto o coração pulsando no lugar errado: muito abaixo do peito; na casa dos teus dedos; no meu lago de pecados sentimentais.</p>
<p style="text-align: justify">Volto os olhos para a realidade: A prova, em branco, sobre a mesa. Percebo o suor vertendo do meu corpo, como nas tardes, noites e manhãs em que brigamos pelo domínio do sexo: Quem derrete primeiro? Quem deseja mais? Quem desperta mais tesão na outra? Você parece idéia fixa e eu me controlo para não misturar a urgência do meu corpo pelo teu com filosofia. Termino a prova e acendo um cigarro. Encontro amigos. E tento abafar o ímpeto de me tocar fundo e íntimo para tentar sentir os dedos que são seus.</p>
<p style="text-align: justify">O dia passa, mas não a tua lembrança. Te carrego nas veias, esquentando o meu corpo, passeando em meu sangue. Suspiro gemidos e saudade. E me arranho o corpo, mordo os meus lábios, esfolo a pele. Simplesmente, enlouqueço. Chego em casa para me perder em água quente do chuveiro; nas ilusões táteis dos teus mamilos roçando nos meus; no que, em mim, implora pelo fim dessa saudade.</p>
<p style="text-align: justify">E toco o meu corpo como se ele fosse intocado. Com a voracidade de quem precisa salvar a própria vida. Tremo como se fossem os teus dedos a invadir o meu corpo. E desabo de cansaço.</p>
<p style="text-align: justify">Então, sorrio pros teus olhos, à distância, esperando que você receba uma carta de tesão e afeto por telepatia. Descanso o corpo na cama, abraçando o nada. Desejando o teu corpo materializado no meu; o fim da espera; a fusão de dias e noites na lua-de-mel de mil séculos.</p>
<p style="text-align: justify">Desejando&#8230;, é&#8230;, desejando.</p>
</div>
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		<title>O temporal</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 01:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miss J.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As águas da chuva me empurraram para ela; Lavaram o meu corpo no seu]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">
<p style="text-align: right"><a rel="attachment wp-att-21243" href="http://paradalesbica.com.br/2011/05/o-temporal/o-temporal-imagem-1/"><img class="alignright size-medium wp-image-21243" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/o-temporal-imagem-1-135x183.jpg" alt="" width="135" height="183" /></a><em>As águas da chuva me empurraram para ela; Lavaram o meu corpo no seu&#8230; </em></p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">A chuva carregava tudo o que via pela frente; Me carregava junto com ela. A pele molhada; As roupas se fundindo com o próprio corpo. Levantei a cabeça e baguncei os cabelos curtos. Levantei o rosto e avistei uma marquise. Pararia ali até conseguir um meio de voltar para casa.</p>
<p style="text-align: justify">A noite era penumbra; A rua, deserto. As águas da chuva invadiam a calçada, e ali estava eu. Sozinha. Tremendo com o frio da ventania que acompanhava o temporal; Sentindo os mamilos tentando arrebentar a blusa branca.</p>
<p style="text-align: justify">E, junto com a ventania, uma silhueta se movia. Miragem? O vestido encharcado desenhava o corpo. E ele continuava a se mover em minha direção. Parou ao meu lado, também tentando evitar a chuva, e me olhou duas vezes, antes de mexer os lábios: “Que chuva, hein?” apenas sorri e busquei um cigarro na bolsa. O acendi. A moça insistiu: “Será que ainda está passando o ônibus?”. “Com essa chuva, não está passando nada”, respondi. Ela arrumou os cabelos e torceu a água da chuva deles. Trocamos algumas frases. Confesso de só lembrar dos seus lábios se movendo. Relâmpago e trovão. E as últimas luzes do bairro se apagaram. O tremor do raio no chão nos jogou uma na outra; Quando percebi, já tinha a língua em sua boca.</p>
<p style="text-align: justify"><a rel="attachment wp-att-21244" href="http://paradalesbica.com.br/2011/05/o-temporal/o-temporal-imagem-4/"><img class="alignleft size-medium wp-image-21244" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/o-temporal-imagem-4-222x183.jpg" alt="" width="222" height="183" /></a>E nos atiramos na parede. E eu pude tocar seu corpo. Lindo, perfeito, espetacular. Medo e libido se uniam. A madrugada começava e só os raios, que cortavam o céu, iluminavam o negro infinito da noite. Duas cegas que se beijavam e se sentiam. As duas traduzindo pavor em luxúria. Aquele era o nosso fim do mundo; A nossa loucura justificável.</p>
<p style="text-align: justify">Sentia seu corpo, pelas roupas tatuadas em si, pelas gostas da chuva. Sentia o seu cheiro. O coração disparado. A adrenalina não permitiria mais nada. Afastei a sua calcinha e me instalei ali. O sexo mudo. O único som era o som da chuva. O tato e o paladar eram os únicos sobreviventes, assim como só restávamos nós duas: Se na rua ou no universo, não importava. O mundo parara para nos dar esse momento.</p>
<p style="text-align: justify">Um novo raio me permitiu ver seu rosto deformado de prazer. Cinema mudo. A chuva cessava, assim como aquele momento.</p>
<p style="text-align: justify">Quando as luzes retornaram, ela me beijou, arrumou o vestido e se foi. Carregada pelo vento; Pesando no meu peito, como as minhas roupas, pelas gostas deste temporal.</p>
</div>
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