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	<title>Parada Lésbica - O Portal das Lésbicas. &#187; Priscila Ferreira &#8211; Diário de uma Pós-Adolescente</title>
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	<description>Notícias, músicas, televisão, cinema, reflexão, discussão, o ponto de encontro para mulheres que amam mulheres.</description>
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		<title>O ponto e o conto.</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2009/07/o-ponto-e-o-conto/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Del.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Ferreira - Diário de uma Pós-Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[por Priscila Ferreira em Diário de Uma Pós-Adolescente
Filosofando sobre a espera pelo relacionamento perfeito, a  gente mistura até fadinhas e ônibus.

Começo a achar  que todo mundo vive as mesmas histórias, com pequenas alterações  no roteiro o no lugar das &#8220;gravações&#8221;.

Me pergunto  se realmente todo mundo tem um primeiro amor, se f&#8230;, arranja outro  que teria tudo pra dar certo a não ser pelo fato de ainda gostar do  primeiro amor, que não por acaso é mais impossível que ir a  pé para a Lua.

Aí você  perde ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/07/borbo.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-10401" title="borbo" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/07/borbo-300x199.png" alt="borbo" width="271" height="180" /></a>por <a href="../2009/07/2009/07/colunas/priscila-ferreira/">Priscila Ferreira</a> em <a href="../2009/07/2009/07/2009/06/category/colunas/priscila-ferreira-diario-de-uma-pos-adolescente/">Diário de Uma Pós-Adolescente</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Filosofando sobre a espera pelo relacionamento perfeito,<span id="more-10400"></span> a  gente mistura até fadinhas e ônibus.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Começo a achar  que todo mundo vive as mesmas histórias, com pequenas alterações  no roteiro o no lugar das &#8220;gravações&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Me pergunto  se realmente todo mundo tem um primeiro amor, se f&#8230;, arranja outro  que teria tudo pra dar certo a não ser pelo fato de ainda gostar do  primeiro amor, que não por acaso é mais impossível que ir a  pé para a Lua.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Aí você  perde o &#8220;amor&#8221; que poderia dar certo simplesmente por não  ter se atentado que o que você queria mesmo era alguém assim, daquele  jeitinho mesmo, um relacionamento real e não aquela coisa de ficar  caçando &#8220;borboletas no estômago&#8221; por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Tá&#8230; Vai&#8230;  Todo mundo espera viver um conto de fadas. E muita gente vive. Mas até  onde &#8220;Contos de Fadas&#8221; existem de verdade, verdadeira? Quantas pessoas  você conhece que teve uma história linda &amp; maravilhosa, casaram  e foram felizes para sempre? Por mais que numa segunda-feira de manhã  a sua vontade seja aquela de dormir por 20 anos seguidos, nem eu nem  você somos Belas Adormecidas. A gente no máximo dorme no ponto e perde  a carona pra um relacionamento legal, bacana e real, por nos prendermos  em idealizações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Isso mesmo  gabiru, idealizações! Essa é a palavra-chave do dia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<p align="justify"><strong>idealizar</strong></p>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<p align="justify"><em>verbo  transitivo</em></p>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<p align="justify">1. Dar caráter ideal a.</p>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<p align="justify">2. Elevar ao ideal.</p>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<p align="justify">3. Divinizar, poetizar.</p>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<p align="justify">4. Idear.</p>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A gente eleva  muito as nossas expectativas. Lembra da história da <a href="../../../../../2009/07/a-mulher-ideal/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">mulher ideal</span></a>? Então, é a tudo a mesma coisa.  Parece que a gente fica esperando por viver coisas iguais, com pessoas  diferentes, como se quiséssemos encontrar alguém que interpretasse  o mesmo papel, do mesmo jeito que aquele amor que nos marcou. E não  é assim que as coisas funcionam.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O ruim é  que a gente geralmente (e há exceções nisso) só dá  valor quando perde.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí minha  filha, já era&#8230; Tem que ficar no ponto esperando outro &#8220;busão&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre a Paixão</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2009/07/sobre-a-paixao/</link>
		<comments>http://paradalesbica.com.br/2009/07/sobre-a-paixao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 20:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Del.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Ferreira - Diário de uma Pós-Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[@paradalesbica]]></category>
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		<description><![CDATA[por Priscila Ferreira em Diário de Uma Pós-Adolescente
Eu sempre pensei que a paixão fosse tal qual um cão a vagar pelas  ruas, sem destino, sem dono. 
Acontece que às vezes esse cão cisma em seguir alguém, cisma em entrar  nalguma casa, nalgum peito aberto. Entra sorrateiramente como quem nada  quer e ali permanece. Há quem expulse o pobre animal dos arredores,  quem não se sinta a vontade com a presença desse sentimento inesperado.  E há também os que se afeiçoam ao animal/sentimento. Deixam-no ali,  ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/07/burning.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-10138" title="burning" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/07/burning-284x300.png" alt="burning" width="284" height="300" /></a>por <a href="../2009/07/colunas/priscila-ferreira/">Priscila Ferreira</a> em <a href="../2009/07/2009/06/category/colunas/priscila-ferreira-diario-de-uma-pos-adolescente/">Diário de Uma Pós-Adolescente</a></p>
<p><em>Eu sempre pensei que a paixão fosse tal qual um cão a vagar pelas  ruas<span id="more-10137"></span>, sem destino, sem dono. </em></p>
<p>Acontece que às vezes esse cão cisma em seguir alguém, cisma em entrar  nalguma casa, nalgum peito aberto. Entra sorrateiramente como quem nada  quer e ali permanece. Há quem expulse o pobre animal dos arredores,  quem não se sinta a vontade com a presença desse sentimento inesperado.  E há também os que se afeiçoam ao animal/sentimento. Deixam-no ali,  a observar atento os movimentos, e aos poucos se acostumam com a presença  daqueles olhos.<br />
Há quem passe a alimentar  o cão. E espere com que isso ele continue por ali E às vezes ele fica,  acaba tornando-se da casa, e todos que ali chegam percebem que ele gosta  de estar ali e o dono também gosta da presença dele. De paixão passa  a ser amor.</p>
<p>É claro que existem casos onde o cão entra, faz uma zona, fica por  alguns dias e em seguida vai, como se nunca houvesse entrado ali. Ele  vai em busca de outro peito para habitar, outro lugar, outras pessoas.  Talvez faça o mesmo, talvez não. O futuro desse animal é sempre incerto  e não cabe a nós decidir por ele. Afinal a paixão é assim: pega  a gente de surpresa, quando menos esperamos. Às vezes fica, às vezes  vai. Às vezes não ligamos para ela. Mas uma hora ou outra sempre aparece  alguém vagando à nossa porta.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Mulher Ideal?</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2009/07/a-mulher-ideal/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 19:34:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Del.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Ferreira - Diário de uma Pós-Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[por Priscila Ferreira em Diário de Uma Pós-Adolescente
A gente até sonha, a gente até busca, até espera, mas será que existe  a mulher dos sonhos? 
Comecei a  me perguntar sobre isso após sair da sala de cinema depois de ter assistido  ao nacional &#8220;A Mulher Invisível&#8221;.  E como sempre o que me  move a escrever são perguntas quase sempre sem respostas plausíveis.
No filme Pedro  Albuquerque, interpretado por Selton Mello, entra numa deprê das  bravas após ser deixado pela mulher depois de vários anos casados.  ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/07/young-woman-relaxing.png"><img class="alignleft size-full wp-image-9501" title="young-woman-relaxing" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/07/young-woman-relaxing.png" alt="young-woman-relaxing" width="253" height="380" /></a>por <a href="../colunas/priscila-ferreira/">Priscila Ferreira</a> em <a href="../2009/06/category/colunas/priscila-ferreira-diario-de-uma-pos-adolescente/">Diário de Uma Pós-Adolescente</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A gente até sonha, a gente até busca, até espera, mas será que existe  a mulher dos sonhos? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-9500"></span>Comecei a  me perguntar sobre isso após sair da sala de cinema depois de ter assistido  ao nacional &#8220;A Mulher Invisível&#8221;.  E como sempre o que me  move a escrever são perguntas quase sempre sem respostas plausíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">No filme Pedro  Albuquerque, interpretado por Selton Mello, entra numa deprê das  bravas após ser deixado pela mulher depois de vários anos casados.  O cara até tenta e cai no velho clichê de tentar sair e &#8220;pegar&#8221;  todo mundo pra tentar esquecer, mas na grande maioria das vezes a gente  sabe que isso não funciona.</p>
<p style="text-align: justify;">Após perceber  que não seria &#8220;catando&#8221; todo mundo que ele iria esquecer a ex-esposa  que o trocou por um alemão, Pedro resolve se isolar do mundo e escrever  cartas de dor endereçadas a ex. Eis que no meio do isolamento surge  Luana Piovanni para doar sua beleza à Amanda &#8211; a Mulher Ideal.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, não  vou contar o filme aqui, mas vale a pena assistir e se perguntar se  o que a gente espera dos outros não seria nossa &#8220;obrigação&#8221; suprir  efetuando assim um ótimo exercício de amor-próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão  que a gente começa a prestar atenção é se não existe nenhuma  Mulher Invisível ao nosso lado. Não no sentido de mulher ideal, mulher  dos sonhos ou coisa parecida, mas no sentido de alguém bacana, que  presta atenção na gente e nós simplesmente não notamos.</p>
<p style="text-align: justify;">De repente  aquela vizinha, aquela colega da faculdade/colégio que a gente nunca  reparou, aquela mesmo que você sempre pensou que seria tão somente  tua amiga, pois é, de repente ela pode ser o amor da tua vida e você  nem &#8220;<em>tchum&#8221;.</em> Até porque o amor tem o costume de surgir  dos lugares onde a gente menos espera. O que não vale é ficar esperando  que alguém perfeito apareça na tua vida assim de pára-quedas e que  esse mesmo alguém não tenha defeitos, né minha amiga? Ou vai dizer  que você aí do outro lado não tem sequer um defeitinho?</p>
<p style="text-align: justify;">Amplexos pra  todas.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Porque às vezes cair é normal</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2009/06/porque-as-vezes-cair-e-normal/</link>
		<comments>http://paradalesbica.com.br/2009/06/porque-as-vezes-cair-e-normal/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 22:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Del.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Ferreira - Diário de uma Pós-Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[por Priscila Ferreira em Diário de Uma Pós-Adolescente
Permitir-se é uma palavra chave. Principalmente quando o assunto é aquela recaída básica, que todo mundo tem.
Recair então? Nem se fala. Todo processo de deixar de amar &#8211; se é  que isso é possível, afinal eu acredito que o amor, quando é amor  de verdade no máximo se transforma sem nunca deixar de existir &#8211; é  complicado, doloroso e às vezes repleto de recaídas.
Quem é que depois de um tempo, depois de bater no peito e dizer que  estava ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/06/recaida.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-8655" title="recaida" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/06/recaida-200x300.png" alt="recaida" width="200" height="300" /></a>por <a href="../colunas/priscila-ferreira/">Priscila Ferreira</a> em <a href="../category/colunas/priscila-ferreira-diario-de-uma-pos-adolescente/">Diário de Uma Pós-Adolescente</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Permitir-se é uma palavra chave. Principalmente quando o assunto é aquela recaída básica, que todo mundo tem.<span id="more-8613"></span></em></p>
<p style="text-align: justify;">Recair então? Nem se fala. Todo processo de deixar de amar &#8211; se é  que isso é possível, afinal eu acredito que o amor, quando é amor  de verdade no máximo se transforma sem nunca deixar de existir &#8211; é  complicado, doloroso e às vezes repleto de recaídas.</p>
<p>Quem é que depois de um tempo, depois de bater no peito e dizer que  estava bem nunca teve um momento de recaída? Motivado ou não por uma  lembrança boba, uma música no rádio, uma frase conhecida? Pois é.  Lembranças de relacionamentos passados são marcas difíceis de serem  apagadas. Mas quem foi que disse que precisamos apagar as coisas boas?  Hum? E mesmo com relação às coisas ruins eu acredito que a gente  não precisa esquecer.</p>
<p>O processo de esquecer-se de alguém, ou partir pra outra não é deixar  de lembrar. O correto é lembrar-se sem sentir dor. Poder ouvir aquela  música sem ficar com os olhos marejados, sem sentir aquela vontade  louca de ligar só pra ouvir um &#8220;alô&#8230;&#8221;</p>
<p>Não se sinta culpada se mesmo depois de algum tempo você tem lá os  seus momentos de fraqueza. Até porque ninguém aqui é ou precisa bancar  a Mulher Maravilha, muito menos ter nervos de aço. Somos todas humanas  e o que nos faz diferente é que aprendemos com o erro.</p>
<p>E esse é o lado bom das recaídas: parar, analisar e ver o porque caímos  de novo em algo que não nos deixa seguir em frente&#8230;<br />
É lógico que uma vez ou outra a gente vai se achar &#8220;a maior idiota  do mundo&#8221; por ainda chorar por alguém que não está presente  na nossa vida da maneira como gostaríamos. Mas não é porque crescemos  que vamos deixar de errar, não é porque deixamos de ser adolescentes  que não vamos nos magoar com sentimentos (ou a ausência deles).</p>
<p>A diferença é que a gente aprende a lidar com certas coisas&#8230; E às  vezes precisamos errar pra aprender.<br />
Um erro não deve ser tomado como algo ruim, mas sim como aprendizado&#8230;  E lembre-se de não tentar bancar a Mulher Maravilha, porque até ela  tem lá o seu ponto fraco.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre carência e outras coisas</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2009/05/sobre-carencia-e-outras-coisas/</link>
		<comments>http://paradalesbica.com.br/2009/05/sobre-carencia-e-outras-coisas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 23:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Del.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Ferreira - Diário de uma Pós-Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[por Priscila Ferreira em Diário de Uma Pós-Adolescente
Estar solteira tem lá suas vantagens  e desvantagens.
Dentre as desvantagens uma delas é que depois de um tempo a carência  começa a bater à nossa porta dizendo que veio para nos fazer tomar  algumas atitudes, sejam essas atitudes boas ou ruins.
Tem gente que consegue lidar muito bem com a carência e gente que fica  meses, e às vezes até anos sem ninguém numa boa.
Pessoas que não namoram, não engatam nem um tipo de relacionamento  um pouco mais duradouro&#8230; ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/05/carente.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8262" title="42-19470428" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/05/carente-300x200.jpg" alt="42-19470428" width="300" height="200" /></a>por <a href="../colunas/priscila-ferreira/">Priscila Ferreira</a> em <a href="../category/colunas/priscila-ferreira-diario-de-uma-pos-adolescente/">Diário de Uma Pós-Adolescente</a></p>
<p style="text-align: justify;">Estar solteira tem lá suas vantagens  e desvantagens.<span id="more-8261"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as desvantagens uma delas é que depois de um tempo a carência  começa a bater à nossa porta dizendo que veio para nos fazer tomar  algumas atitudes, sejam essas atitudes boas ou ruins.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem gente que consegue lidar muito bem com a carência e gente que fica  meses, e às vezes até anos sem ninguém numa boa.<br />
Pessoas que não namoram, não engatam nem um tipo de relacionamento  um pouco mais duradouro&#8230; Pessoas que até dão um beijinho ou outro  de vez em quando e não se sentem mal por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas sei lá porque cargas d&#8217;água a grande maioria de nós, sapas, fanchas,  lésbicas ou qualquer outra denominação cabível aqui, somos mais  carentes do que o resto da população mundial. Tá pode até não ser,  mas o fato é que antes ou durante o período &#8220;vermelho&#8221; do  mês a gente fica chatinha e toda cheia de #mimimi&#8217;s &#8211; twitter, oi?  &#8211; fatores que aumentam consideravelmente a carência. Pelo menos no  meu caso está aumentando.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensamentos do tipo: &#8220;Por que todo mundo namora e eu não?&#8221;  &#8220;Será que vou encontrar minha cara metade?&#8221; &#8220;Por eu  não encontrei ninguém?&#8221; Assolam a mente das solteiras. E no caso  das casadas: &#8220;Será que ela me ama?&#8221;, &#8220;Será que ela  ainda me quer?&#8221;, &#8220;Será que ela é feliz ao meu lado?&#8221;  entre outras muitas questões.</p>
<p style="text-align: justify;">E estando carentes a chance de fazer alguma &#8220;merdinha&#8221; aumenta.  Você pode até estar solteira numa boa, mas bate a carência você  precisa porque precisa de um corpo, um alguém que te ligue, um alguém  que se envolva contigo. Muitas vezes a gente só quer se apaixonar,  mas paixão não é um botãozinho que você liga e desliga quando bem  entende.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser a melhor pessoa do mundo, mas faltou paixão, minha amiga,  você sempre vai sentir falta de algo&#8230; E começar um relacionamento  sem paixão é furada. Pelo menos assim logo no começo é. Principalmente  porque essa tal da paixão, que não é um botão que liga e desliga  te ajudar a relevar os defeitos que todo mundo tem&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Outra merdinha passível de acontecer é alguém se apaixonar por você  e você achar que se apaixonou também e no fim perceber que era só  carência&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez me disseram que carência é algo que dá e passa&#8230; Assim como  passam as vontades, que vem, vão e que às vezes voltam no outro dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Carência às vezes também dá ressaca moral. Você sai afim de &#8220;pegar&#8221;  &#8211; odeio essa um broto, e no outro dia acorda se sentindo a pior pessoa  por ter ficado por ficar, por ter ido pra cama/carro/escadaria/banheiro/qualquer-lugar-que-dê-pra-fazer-sexo.  Ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas enfim, passado o período &#8220;vermelho&#8221;,  tudo tende a melhorar. Quando o assunto é coração a melhor receita  é não preocupar e deixar a &#8220;vida te levar&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perdendo&#8230;</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2009/05/perdendo/</link>
		<comments>http://paradalesbica.com.br/2009/05/perdendo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 14:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Del.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Ferreira - Diário de uma Pós-Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[por Priscila Ferreira em Diário de Uma Pós-Adolescente
Perder não é fácil, nunca foi e nunca vai ser.
Perder alguém muito menos. Recentemente passei por dois momentos que envolvem essa palavrinha chamada &#8220;Perda&#8221;.
Isso me trouxe muitas reflexões. Percebi que embora a gente cresça amadureça perder não deixa de ser fácil por conta da idade.
Aliás acho que fica mais difícil. Porque quando ainda somos crianças é a vida não é tão complicada assim.
Perder um amor, porque um relacionamento terminou, perder um parente porque a batalha da vida dele chegou ao fim é algo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/05/perda.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7681" title="42-17546247" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/05/perda-200x300.jpg" alt="42-17546247" width="200" height="300" /></a>por <a href="../colunas/priscila-ferreira/">Priscila Ferreira</a> em <a href="../category/colunas/priscila-ferreira-diario-de-uma-pos-adolescente/">Diário de Uma Pós-Adolescente</a></p>
<p style="text-align: justify;">Perder não é fácil, nunca foi e nunca vai ser.<span id="more-7680"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Perder alguém muito menos. Recentemente passei por dois momentos que envolvem essa palavrinha chamada &#8220;Perda&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso me trouxe muitas reflexões. Percebi que embora a gente cresça amadureça perder não deixa de ser fácil por conta da idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás acho que fica mais difícil. Porque quando ainda somos crianças é a vida não é tão complicada assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Perder um amor, porque um relacionamento terminou, perder um parente porque a batalha da vida dele chegou ao fim é algo que fica ecoando na vida da gente durante um tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Me pergunto agora: e o que fazer com resto? O resto dos dias que terei daqui pra frente&#8230; Quanto tempo ainda tenho? O que ainda dá pra fazer? Voltar atrás e resolver velhas pendências? Seguir em frente e começar do zero?</p>
<p style="text-align: justify;">Não dá pra simplesmente apagar da memória de uma hora pra outra as coisas que vivemos. Nessa hora o que temos para aprender é viver e conviver com a ausência. E guardar os bons momentos vividos no coração.</p>
<p style="text-align: justify;">Dói seguir em frente? Dói. É fácil? Não!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas só para quem já morreu&#8230; Esses sim não podem mais mudar mais nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Então se você acabou de terminar, perdeu alguém especial aproveite o momento pra mudar. Pra dar aquela reviravolta básica que você tanto planeja.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Amado Hitler</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2009/04/o-amado-hitler/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 21:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Del.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Ferreira - Diário de uma Pós-Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[por Priscila Ferreira em Diário de Uma Pós-Adolescente
Diga o que quiser, me chame de chata, nojenta, o que for, mas se existe algo numa mulher que eu definitivamente tenho asco são pelos.
Seja por motivos estéticos, seja por motivos de higiene, seja por frescura: eu tenho nojo, sejam pelos nas pernas, nas axilas, e no caso de estar envolvida com a fulana: pelos pubianos.
Axilas é questão de higiene né minha gente? Porque sinceramente não depilar o famoso &#8220;sovaco&#8221; deve deixar um futum bem desagradável.
E isso, pra  mim que sempre estou ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/04/42-17962196.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6770" title="42-17962196" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/04/42-17962196-199x300.jpg" alt="42-17962196" width="199" height="300" /></a>por <a href="../2009/04/2009/03/colunas/priscila-ferreira/">Priscila Ferreira</a> em <a href="../2009/04/2009/03/category/colunas/priscila-ferreira-diario-de-uma-pos-adolescente/">Diário de Uma Pós-Adolescente</a></p>
<p style="text-align: justify;">Diga o que quiser, me chame de chata, nojenta<span id="more-6769"></span>, o que for, mas se existe algo numa mulher que eu definitivamente tenho asco são pelos.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja por motivos estéticos, seja por motivos de higiene, seja por frescura: eu tenho nojo, sejam pelos nas pernas, nas axilas, e no caso de estar envolvida com a fulana: pelos pubianos.</p>
<p style="text-align: justify;">Axilas é questão de higiene né minha gente? Porque sinceramente não depilar o famoso &#8220;sovaco&#8221; deve deixar um futum bem desagradável.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso, pra  mim que sempre estou cheirosinha, de banho tomado e perfume passado é um tanto quanto desagradável. Eu posso estar descabelada, mas perfumada garanto que estarei.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas voltemos ao pelos, ou a almejada ausência deles. Me chamem de machista, sexista, feminista, futurista ou qualquer ista qualquer, mas mulher com pelo na perna também não é lá muito agradável. Tem quem goste? Tem. Mas me incluam fora desse time. É questão de gosto não é? Então, eu não gosto. Não gosto mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora o que me dá tremeliques mesmo são os pelos da perseguida, da xoxota, da vulva, da menininha, ou qualquer outro nome que você utilize para denominar a região que abriga os pelos pubianos. É extremamente desagradável, você cogitar, imaginar, pensar em fazer sexo oral com aquela selva à la Claudia Ohana em Mil Novecentos e Bolinha. Não dá! Literalmente não dá! É praticamente dar uma lambida e parar uns minutos pra tirar pentelhos da boca ou ainda correr o risco de engasgar com o benedito.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo bem que não devemos ter tendências ao exagero. O contrário de uma perseguida, xoxota, menininha, periquita, pixirica, cabeluda também não é bem vindo. Traduzindo: também não gosto das famosas (?) carequinhas. A não ser é claro que você goste de imaginar que está fazendo sexo com uma pessoa que nem chegou na puberdade ainda. Esteticamente fica bonita? É&#8230;. Como eu disse ali em cima é uma questão de gosto. Mas essa Pós Adolescente que vos tecla acredita que não devemos pecar pelo exagero: nem muito pelos, nem a total ausência deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessas horas que crio uma admiração pelo Führer Hitler: Abençoado seja o cara que ao menos deixou o bigode como modelo ideal de corte pubiano, né?  Desse tão famoso modelo vem a certeza de que a fulana cuida da sua intimidade, a certeza que não vamos engasgar com um pentelho e a certeza de que não estamos cometendo pedofília.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao menos para isso o cara prestou.</p>
<p style="text-align: justify;">Amplexos pra todas!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rebuceteio. Ou: Será que somos donas?</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2009/04/rebuceteio-ou-sera-que-somos-donas/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 14:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Del.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Ferreira - Diário de uma Pós-Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[por Priscila Ferreira em Diário de Uma Pós-Adolescente
Falei recentemente sobre o famoso rebu , no meu blog, a pedido da Caicai, que também é colunista aqui do Parada Lésbica.
Mas acho que ainda faltou algo a ser dito, até porque esse é assunto  que nunca se acaba. Faltava olhar por uma ótica diferente, faltou pensar  nas amizades que podem, ou não, ser destruídas por causa do famoso  rebuceteio.
Imagina que você tomou um fora. Um senhor fora. Um fora do amor da  sua vida. Passa uns dias, um ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/04/rb42-21433243.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6431" title="42-21433243" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/04/rb42-21433243-300x200.jpg" alt="42-21433243" width="300" height="200" /></a>por <a href="../2009/03/colunas/priscila-ferreira/">Priscila Ferreira</a> em <a href="../2009/03/category/colunas/priscila-ferreira-diario-de-uma-pos-adolescente/">Diário de Uma Pós-Adolescente</a></p>
<p style="text-align: justify;">Falei recentemente sobre o famoso <a name="0.1_g8-i"></a><a href="http://diariodeumaposadolescente.blogspot.com/2009/03/podcast-dupa-006.html#comments" target="_blank">rebu</a> , no meu <a name="0.1_hsts"></a><a href="http://diariodeumaposadolescente.blogspot.com/" target="_blank">blog<span id="more-6430"></span></a>, a pedido da Caicai, que também é <a name="0.1_cbry"></a><a href="../category/colunas/caicai-muito-longe-de-mim/" target="_blank">colunista</a> aqui do Parada Lésbica.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas acho que ainda faltou algo a ser dito, até porque esse é assunto  que nunca se acaba. Faltava olhar por uma ótica diferente, faltou pensar  nas amizades que podem, ou não, ser destruídas por causa do famoso  rebuceteio.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagina que você tomou um fora. Um senhor fora. Um fora do amor da  sua vida. Passa uns dias, um mês, sua amiga aparece com a SUA ex.</p>
<p style="text-align: justify;">E aí? Como é que fica o coração? Todo mundo sabe que você e a ex  não dão certo por N motivos. A sua amiga é solteira e tem afinidades  com ela e parecem felizes juntas. Como é que fica a situação numa  hora dessas?</p>
<p style="text-align: justify;">Ou imagine o contrário: Você nunca foi de conversar muito com a então  namorada da sua amiga, só trocavam uns &#8220;Oi&#8217;s&#8221; e nada mais.  Depois de um tempo sua amiga não está mais com ela, não gosta mais,  a ex começa a passar então no seu Orkut, procurando por notícias  da sua amiga. Pra não ficar uma situação chata, determinado dia você  puxa conversa, começam a conversar e você descobre nela a melhor pessoa  do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua amiga descobre. E apesar de tempos atrás ter dito que não gostava  muito da fulana, na hora fecha a cara.</p>
<p style="text-align: justify;">Amizade ou Amor? O que você escolhe?</p>
<p style="text-align: justify;">Se duas pessoas são solteiras, por que não se relacionarem?<br />
Até que ponto é birra o ciúmes sentido pela ex? Porque sentir ciúmes  é uma coisa. Gostar, é outra completamente diferente.<br />
Cada caso é um caso. Que deve ser analizado friamente, ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu já tomei fora de uma guria simplesmente porque ela era amiga da  minha ex.<br />
E também já vi caso em que as ex&#8217;s de uma mesma pessoa se juntaram  e foram felizes para sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei se é falta de opção, se já estava de olho quando estavam  juntas, mas o rebu acontece com muito mais frequência do que a gente  imagina.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém é dono de ninguém. Estando junto ou não. E não estou querendo  ser, com o perdão da palavra, &#8220;c*zona&#8221;. O mundo gira.  Histórias começam e terminam todos os dias. Aí cabe avaliar. E esse  avaliar envolve muita coisa, entre elas é: O quanto vai abalar a sua  amizade se essa relação for a frente? Ou: O quanto você realmente  não suporta imaginar sua amiga e sua ex juntas.</p>
<p style="text-align: justify;">O que você acha do famoso rebu? Já aconteceu contigo? Já teve sua  ex nos laços de uma amiga? Já ficou com a ex de alguma amiga?</p>
<p style="text-align: justify;">Amplexos pra todas</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Melhor Amigo Gay</title>
		<link>http://paradalesbica.com.br/2009/03/o-melhor-amigo-gay/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 14:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Del.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Ferreira - Diário de uma Pós-Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[por Priscila Ferreira em Diário de Uma Pós-Adolescente
Me desculpe as senhoras que não possuem um exemplar do amigo citado, mas toda sapa que se preze tem que ter um melhor amigo gay.
Nada melhor que sair para curtir e afogar as mágoas do relacionamento que não deu certo, sair para jogar conversa fora, comentar das peguetes da balada, servir de, e ter um cupido em locais e momentos estratégicos.
Não que nossas amigas não nos compreendam, não que mulheres não saibam desempenhar essa função, mas melhor amigo gay é o que há! ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5584" title="42-20427705" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/03/42-20427705-300x200.jpg" alt="42-20427705" width="300" height="200" />por <a href="../colunas/priscila-ferreira/">Priscila Ferreira</a> em <a href="../category/colunas/priscila-ferreira-diario-de-uma-pos-adolescente/">Diário de Uma Pós-Adolescente</a></p>
<p style="text-align: justify;">Me desculpe as senhoras que não possuem um exemplar do amigo citado,<span id="more-5583"></span> mas toda sapa que se preze tem que ter um melhor amigo gay.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada melhor que sair para curtir e afogar as mágoas do relacionamento que não deu certo, sair para jogar conversa fora, comentar das peguetes da balada, servir de, e ter um cupido em locais e momentos estratégicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não que nossas amigas não nos compreendam, não que mulheres não saibam desempenhar essa função, mas melhor amigo gay é o que há! Só ele pra ter aquela sinceridade escândalo e dizer na lata, sem medo de magoar, e sem querer te passar para trás, que aquela blusinha laranja definitivamente não combina com o seu allstar azul.</p>
<p style="text-align: justify;">É difícil aceitar, mas nós mulheres, independente da nossa sexualidade, temos um pequeno instinto de disputa, um pequeno sentimento que nos permite sermos um pouquinho falsas com o perdão da palavra. Sempre vai ter aquela concorrência, por mais que haja amizade, pode até ser inconsciente, mas que rola, ah! minha amiga, rola sim senhora.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra quem vive no armário, como é o meu caso, amigo gay pode também servir de &#8220;Pseudo-namorado&#8221;, dependendo do porte do amigo também né? Por que de nada adianta apresentar aquele moço que é mais moça que eu você juntas pra mãe e ela acreditar que ele não gosta do que você, teoricamente, deveria gostar.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu tenho um, e não abro mão por nada neste mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, também tem um amigão assim? Ou prefere contar seus segredos só pras amigas?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Amizade com ex</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 17:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ladysports</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Ferreira - Diário de uma Pós-Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[ex]]></category>

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		<description><![CDATA[por Priscila Ferreira em Diário de Uma Pós-Adolescente
Diz a comunidade no Orkut que ex bom é ex morto. Eu não concordo, até porque se você tem uma ex, você também é ex, querendo ou não.
Terminar um relacionamento por qualquer que seja o motivo é sempre ruim, é admitir que algo deu errado, que algo não saiu conforme o esperado, até porque ninguém começa algo querendo que dê errado, certo?
Existem vários caminhos pós-término. Muita gente para de se falar, pega birra, não olha mais na cara. Mas nesse nosso mundinho restrito ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5131" title="42-20866680" src="http://paradalesbica.com.br/wp-content/uploads/2009/03/42-20866680-224x300.jpg" alt="42-20866680" width="224" height="300" />por <a href="http://paradalesbica.com.br/colunas/priscila-ferreira/">Priscila Ferreira</a> em <a href="http://paradalesbica.com.br/category/colunas/priscila-ferreira-diario-de-uma-pos-adolescente/">Diário de Uma Pós-Adolescente</a></p>
<p style="text-align: justify;">Diz a comunidade no Orkut que ex bom é ex morto. <span id="more-5129"></span>Eu não concordo, até porque se você tem uma ex, você também é ex, querendo ou não.<br />
Terminar um relacionamento por qualquer que seja o motivo é sempre ruim, é admitir que algo deu errado, que algo não saiu conforme o esperado, até porque ninguém começa algo querendo que dê errado, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">Existem vários caminhos pós-término. Muita gente para de se falar, pega birra, não olha mais na cara. Mas nesse nosso mundinho restrito é meio difícil, porque todo mundo ou já se conhece ou vou acabar se conhecendo. Uma hora ou outra você vai esbarrar novamente com a ex, a não ser que você se mude para o Japão e ela fique por aqui ou o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das mágoas eu ainda acredito que depois de um certo tempo, quando as mágoas estão &#8220;cicatrizadas&#8221; é muito interessante manter amizade com a ex. Tudo bem que não precisa ser a melhor amiga, se for é bom, mas algo de bom ela deve ter, porque senão você não teria nem namorado a criatura. Ser muito próxima também pode causar problemas caso uma das duas comece a namorar, mas aí vai de maturidade da atual da sua ex confiar no taco e ver que muitas vezes não tem nada a ver e é só uma amizade mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto positivo de manter contato com a ex é que por acaso ela pode te apresentar alguém legal, se seus assuntos pendentes estiverem todos resolvidos, a chance disso acontecer é enorme, até porque se vocês forem da mesma cidade a probabilidade de terem os mesmos grupo de amigos é bem grande.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser amiga da ex não é uma tarefa fácil. Requer lembrar que o relacionamento de vocês acabou e que ela deixou de ser sua ex e é sua amiga. Ser amiga da ex é esquecer quem saiu por cima quando tudo acabou, é não contar vantagem. E é também não sentir aquele &#8220;ciuminho&#8221; básico só porque ela está namorando e você não, até porque é natural sentir ciúmes e isso não quer dizer que você ainda goste dela, quer dizer apenas que nós mulheres, querendo ou não no fundo no fundo somos possessivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu tento ser amiga das minhas ex&#8217;s, e vocês? Como lidam com o assunto?</p>
<p style="text-align: justify;">Amplexos para todas!</p>
]]></content:encoded>
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